Tecnologia vence desafios da pandemia covid-19

A pandemia de covid-19 obrigou vários estados brasileiros a determinarem ações de quarentena, que por sua vez levou ao deslocamento de profissionais e infraestruturas das empresas para o home office em níveis inéditos. Essa virtualização do trabalho de forma massiva tem sido bem-sucedida por conta da computação na nuvem, em grande parte.

Esse protagonismo da nuvem no trabalho remoto só é possível por conta da evolução tecnológica dos data centers. Capitaneados por companhias de soluções digitais, parceiras das empresas que precisam de um home office eficiente, essas infraestruturas precisam agora ser ainda mais robustas, ágeis e confiáveis.

De acordo com a previsão da consultoria IDC, publicada no fim de março, o mercado de TI terá que lidar com diferentes demandas nos próximos anos, como a exigência de cloud e data centers ainda mais eficientes. Apesar da previsão de perder 3,4% de seu valor global em 2020, resultado de cortes e contenções de custos provocados pela pandemia, o setor vai se recuperar e crescer 4,9% quando se avalia o período entre 2019 e 2024.

Tecnologia a altura dos desafios da covid-19

Atuando no desenvolvimento, integração, implementação e gestão de soluções digitais, a Connect Tech suporta empresas que precisam estar preparadas para esse cenário. Apoiada em seu desenvolvimento de soluções em tecnologia, a companhia conta com serviços de infraestrutura de alta disponibilidade para hospedagem de ativos de TI e serviços de gestão em ambientes comerciais e corporativos:

Sem perder a linha – PABX Virtual

Ramais administrativos de empresas podem continuar ativos graças ao Connect Fone, uma tecnologia de voz sobre IP fornecida pela Connect Tech. Com ela, as ligações podem ser atendidas a partir de notebooks e celulares de qualquer lugar.

Home office turbinado – Acesso Remoto

A Connect Tech com o Connect Service TI pode garantir a virtualização de desktops, proporcionando acesso remoto a computadores, assim como as informações contidas neles. As operações das empresas ganham mobilidade e reduzem custos.

Monitoramento ativo a distancia – Connect Monitor

O Connect Monitor é uma ferramenta de monitoramento para diversos componentes de TI, incluindo redes, servidores, máquinas locais, virtuais, equipamentos de segurança eletrônica e serviços em nuvem. O sistema fornece métricas de monitoramento, entre outras, utilização da rede, carga da CPU e consumo de espaço em disco. O que torna possível um serviço de manutenção ativo, trazendo mais confiabilidade e segurança para seu negocio.

Você pode saber mais sobre esses serviços e muitos outros. Fale com um de nossos consultores, estamos prontos para lhe atender.

FONTE(S): VALOR.GLOBO.COM.BR

Polícia Militar do RJ faz primeira prisão usando reconhecimento facial

PMERJ usou o Sistema de Videomonitoramento Facial para identificar e prender um homem por roubo

A Polícia Militar do Rio de Janeiro (PMERJ) começou a usar no domingo, 07/07, o reconhecimento facial como ferramenta para a identificação de criminosos na cidade. A medida, que já foi adotada em países da Europa, foi divulgada no site oficial da PMERJ. Segundo a Instituição, hoje foi realizada a primeira prisão desde que a corporação aderiu à ferramenta.

De acordo com a assessoria de imprensa da PMERJ, policiais militares do 19º BPM (Copacabana) foram acionados na tarde da segunda-feira, 08/07, para verificar uma possível identificação feita pelo Sistema de Videomonitoramento Facial. Chegando ao local, a equipe abordou o suspeito e o conduziu até a 12ª DP, que fica no mesmo bairro, para conferir se os dados batiam. Lá, ele foi identificado e foram localizados dois mandados em aberto por crimes previstos no artigo 157 do Código Penal, que trata de roubo e prevê de quatro a dez anos de prisão, além de multa.

Outros casos polêmicos

Na Europa, o uso do reconhecimento facial pela polícia já gerou algumas polêmicas. Em Londres, um relatório de ética do policiamento, divulgado pelo jornal The Guardian em maio, demonstrou melindre com o tema. Segundo o texto, a preocupação é que o software reforce ou perpetue racismo e preconceitos de gênero.

Outro caso que ganhou repercussão foi o de Ed Bridges. O ex-conselheiro do Partido Liberal Democrata do Reino Unido alegou que a polícia violou seus direitos de privacidade usando o reconhecimento facial em momentos rotineiros. Segundo ele, foram duas ocasiões: quando foi a uma lanchonete e quando participou de uma manifestação pacífica contra armas.

No início do mês, outra polêmica envolvendo o uso de reconhecimento facial em Londres ganhou as manchetes locais. Uma pesquisa realizada pela Universidade de Essex apontou um volume relevante de falhas na tecnologia. Segundo o texto, durante um período de testes, 42 pessoas foram apontadas pelo software e 22 acabaram presas. Porém, apenas oito eram de fato procuradas pela justiça.

FONTE(S): TECHTUDO.COM.BR

O que é Internet das Coisas?

A Internet das Coisas vai muito além de geladeiras que tuitam: tecnologia promete tornar casas, empresas e cidades inteiras mais inteligentes

Quando alguém fala em Internet das Coisas, muita gente pensa nas aplicações mais simples e não raro, nas que menos representam adequadamente o conceito. Ainda assim, as chances de que você ouça falar dela muito mais daqui por diante são altas e mais: ela irá fazer parte da sua vida, se já não faz.

O conceito de Internet das Coisas, ou Internet of Things (IoT) é o de uma enorme rede de dispositivos conectados, mas não limitada aos suspeitos habituais. Seu computador, smartphone, tablet ou set-top box, entre outros, são gadgets que dependem da internet para funcionar apropriadamente, assim como equipamentos de grande porte como servidores de grandes empresas.

O foco da IoT é voltado para todos os demais equipamentos do dia a dia de um indivíduo, instituição, empresa ou mesmo de uma cidade inteira, aqueles que você não imaginaria num primeiro momento que podem se beneficiar da rede.

Sua TV ou videogame são os exemplos mais óbvios de dispositivos que migraram do mundo offline para o online, mas pense também em sua geladeira, fogão, lâmpadas, aspirador de pó, ar-condicionado, fechaduras, aparelho de som, carro, câmeras (fotográficas ou de vigilância) e etc.

O conceito de wearables, ou dispositivos vestíveis faz parte da primeira geração de produtos de IoT voltados ao consumidor final, na forma de smartwatches e pulseiras inteligentes. Todos esses dispositivos podem receber sensores que os permitam conectar-se à internet e oferecer recursos extras.

Quais os exemplos de Internet das Coisas?

No geral, qualquer coisa pode ser conectada à internet, mas isso não significa que tudo deveria sê-lo. A ideia principal por trás da Internet das Coisas é a de facilitar a vida dos usuários e clientes, tornando o uso de certos elementos mais simples e até permitindo a automação de tarefas.

Por exemplo:

  • Um aspirador de pó robô pode ser programado para limpar a casa depois da hora de dormir;
  • As lâmpadas da casa podem emitir luzes em tons específicos durante vários momentos do dia, ou se apagarem quando todos saírem;
  • O ar-condicionado pode se ativar cinco minutos antes de você chegar, deixando o ambiente na temperatura correta;
  • Um fogão seria capaz de cortar o fornecimento de gás e avisar a companhia fornecedora ao detectar um vazamento;
  • Freezers comerciais avisariam o fabricante em caso de defeito, evitando a perda de comida, vacinas ou outros elementos perecíveis ou pouco duráveis sem refrigeração;
  • Tratores automatizados seriam capazes de fazer o trabalho de um funcionário mesmo à noite, com dados via satélite para evitar desperdício e utilizando a rede apenas quando necessário;
  • Hospitais podem utilizar equipamentos capazes de coletar dados armazenados em smartwatches, pulseiras inteligentes e outros dispositivos vestíveis que monitorem os dados vitais do paciente, otimizando o atendimento e facilitando o diagnóstico.

Em outros exemplos, a Nest possui pesquisas voltadas ao desenvolvimento de berços conectados que monitoram o sono de bebês, podendo ser uma ferramenta importante para mães, inclusive para evitar que sejam vítimas da Síndrome da Morte Súbita Infantil, um mal súbito em que uma criança perfeitamente saudável morre durante o sono sem nenhum motivo aparente; o berço viria a ser capaz de detectar alterações nos sinais vitais durante a noite e alertar pais e serviços de emergência.

A evolução da tecnologia RFID (Radio-Frequency IDentification, ou Identificação por Radiofrequência), desenvolvida durante a Segunda Guerra Mundial foi essencial para a Internet das Coisas, já que ela utiliza etiquetas e chips minúsculos para coleta e armazenamento de dados via sinais de rádio.

Com ela, é possível desde inibir o roubo de toalhas em hotéis a chipar funcionários com o gadget, controlando o trânsito em setores de empresas que eles podem ou não acessar.

Os chips e etiquetas RFID também são importantes em pesquisa científica, como no monitoramento de colônias de abelhas em todo o mundo.

A Internet das Coisas é também essencial ao conceito de Cidades Inteligentes, projetos urbanísticos que levam em conta sustentabilidade, eficiência e qualidade de vida. Num futuro não muito distante teremos veículos autônomos, semáforos que abrem e fecham de acordo com o tráfego e não em períodos pré-programados, sistemas de reaproveitamento de água, ciclovias inteligentes e etc.

Para tudo isso funcionar corretamente, é necessária uma poderosa infraestrutura de dados tanto para grandes e pequenas empresas, quanto para o usuário.

E é aí que o 5G entra, mas esse é assunto para outro post.

FONTE(S): TECNOBLOG.NET

Lâmpadas espiãs: perguntas e respostas sobre o acessório

Além do design diferenciado e da fácil aplicação, as lâmpadas espiãs têm uma série de funcionalidades que permitem ao usuário controlar com maior facilidade o dispositivo. Confira a seguir sete perguntas e respostas sobre esses gadgets e saiba se o aparelho é uma boa opção para você.

Lâmpadas espiãs podem ser bem úteis na segurança do lar — Foto: LightCam

1. É realmente uma lâmpada ou é apenas um disfarce para a câmera?

Alguns consumidores se perguntam se o aparelho tem a finalidade de iluminação, ou se possui apenas a aparência similar. Sim, praticamente todos os equipamentos emitem luz, sendo um pouco maior do que as lâmpadas comuns para comportar os componentes da câmera. Entretanto, é preciso ter cuidado com a voltagem na hora da compra, pois alguns modelos não oferecem opção bivolt.

2. Como é a instalação?

A instalação é simples: assim como qualquer outra lâmpada, você deve conectar o aparelho em um bocal de energia para poder acionar as funções da câmera. Algumas marcas incluem uma bateria própria que garante o desempenho do mesmo em casos de quedas de luz. A conexão é feita por Wi-Fi, seja diretamente com um dispositivo eletrônico ou por meio de outra rede disponível.

3. Esses produtos podem funcionar com aplicativo para celular?

Todos utilizam aplicativos como interface, fundamentais para o gerenciamento do produto. Por meio do programa é possível controlar os recursos, como modos de filmagem, zoom, fotografia, comunicação à distância entre outros. Os apps normalmente são compatíveis com smartphones Android e iOS.

O aplicativo comanda as funções do aparelho — Foto: JTC

4. A câmera grava ou transmite ao vivo?

Praticamente todos os modelos disponíveis no mercado conseguem fazer os dois. As formas de gravação dependem da marca, e costumam exigir cartões microSD, armazenamento em nuvem ou um servidor dedicado para guardar os arquivos. Em ambos os casos, é possível acessar as imagens por meio de um aplicativo próprio do equipamento, incluindo o que está sendo gravado ao vivo. Os vídeos têm resoluções HD ou Full HD, e normalmente são registrados por lentes com visão panorâmica de 360º do ambiente.

5. As filmagens incluem áudio ou apenas imagens?

A maioria das lâmpadas espiãs traz microfone embutido, permitindo a gravação do áudio dos ambientes. Somado a um alto-falante, o aparelho também permite comunicação bilateral, sendo possível conversar à distância por meio do aplicativo próprio.

Além de lâmpada e câmera, alguns modelos têm outros recursos de segurança — Foto: LightCam

6. Quais outras funcionalidades existem?

Alguns modelos vêm com uma opção de sinal sonoro, como uma espécie de sirene para amedrontar possíveis invasores. Além do alarme, também existem sensores de movimento capazes de emitir uma notificação para o app do usuário, avisando quando algo entra no local vigiado. O sensor também permite a configuração prévia para gravar automaticamente ou acender a luz ao registrar um movimento. Outra característica disponível nessas lâmpadas é o modo noturno, interessante para vigiar ambientes e reconhecer movimentações estranhas à noite.

FONTE(S): TECHTUDO.COM.BR

5 problemas de segurança que podem ser resolvidos com tecnologia

Um levantamento feito pela Associação Brasileira de Prevenção de Perdas (Abrappe) em setembro de 2018 revelou que o varejo do país perdeu 19,5 bilhões de reais em 2017 por danos em produtos ou furtos. O dado mostra como as companhias podem sofrer grandes perdas por conta da falta de segurança patrimonial, inclusive em setores de indústria e serviços, independentemente do tamanho da empresa.

Companhias de pequeno e médio porte, inclusive, devem planejar com cuidado o orçamento de segurança. É preciso investir em soluções que garantam a proteção sem exigir grandes investimentos. Para ajudar nesse processo, listamos alguns problemas comuns que todo empreendedor enfrenta e quais tecnologias podem ajudar. Veja a seguir.

1. Atividade suspeita próximo à empresa e pequenos furtos

Todo empreendedor precisa saber o que acontece dentro ou nos arredores do seu negócio. Em casos de furtos e roubos, os bandidos costumam circular pelo local para estudar a rotina da companhia antes do ataque.

Soluções de monitoramento de ambiente, como câmeras de vigilância, podem inibir não apenas as atividades suspeitas, como também pequenos furtos que acontecem no varejo, como em lojas de roupas, calçados e supermercados.

Câmeras de fácil instalação, por exemplo, são excelentes para empresas que ficam em lugares alugados. Elas permitem o acompanhamento em tempo real, pelo smartphone, do que acontece na companhia. As imagens são armazenadas em um gravador digital conectado à rede da empresa ou até mesmo em um servidor externo. Dessa forma, elas podem ser acessadas sempre que necessário.

Existem também sensores de presença para iluminação, que acendem as lâmpadas instaladas no local automaticamente assim que um movimento é detectado. Além de aumentar a área iluminada, o sistema melhora a visibilidade em ambientes semiabertos e inibe invasores.

2. Assaltos e invasões

Para evitar casos extremos, como invasões, sistemas de alarmes usam sensores de movimento para identificar ameaças. Esses sensores podem ser passivos ou ativos, sendo que os passivos detectam movimento e contam com tecnologias para ambientes internos, semiabertos e externos. São instalados em zonas de entrada, como portas e garagens.

Já os ativos criam barreiras invisíveis e ficam em pontos externos estratégicos. Eles são instalados aos pares e criam uma barreira com luz infravermelha. Caso alguém a cruze, o sistema é disparado.

Em ambas as opções, o empreendedor pode ter uma central de alarme monitorada ou não. Ou seja, sempre que um dos sistemas disparar, uma empresa terceira de segurança será acionada para verificar o motivo do disparo. Se o empresário optar por usar uma central não monitorada, ele mesmo receberá os avisos por meio de aplicativos que ficam conectados aos aparelhos.

3. Segurança contra acidentes e incêndios

Quando se trata de acidentes, o principal risco para as empresas, especialmente as de pequeno e médio porte, são os incêndios. É preciso investir em detectores de fumaça ou de temperatura, que são acionados automaticamente e ajudam a proteger seu patrimônio.

Isso é permitido por meio das centrais de alarme de incêndio endereçável, que, por serem capazes de se conectar com até 500 dispositivos ao mesmo tempo, podem informar o ponto exato do princípio de incêndio em instantes.

Além disso, existem outras soluções de segurança contra acidentes que precisam ser instaladas. É importante que luzes de emergência com um bom tempo de autonomia estejam posicionadas em todas as áreas da empresa, principalmente onde há grande movimentação de funcionários e clientes.

4. Proteção de áreas restritas

O estoque de produtos é uma das áreas que mais merecem atenção, tanto em indústrias quanto em varejo. Seu acesso deve ser controlado, pois é lá que ficam produtos de valor para o negócio.

Além de monitorar o local por meio de câmeras de segurança, é fundamental verificar quem entra e sai do espaço, o que pode ser feito com tecnologias de controle de acesso, como fechaduras que só abrem com senha, biometria ou cartão de proximidade, que usa tecnologia de identificação por radiofrequência (RFID).

Tecnologias de controle de acesso também ajudam na proteção de áreas onde estão materiais de risco, equipamentos importantes, dinheiro e arquivos sigilosos. Em uma farmácia de manipulação, por exemplo, a sala em que ficam as matérias-primas deve ter entrada controlada, com acesso apenas aos farmacêuticos autorizados.

Companhias de TI que contam com data centers – salas com servidores que armazenam informações da empresa e de clientes – também precisam ser bem protegidas. Nesses casos, equipamentos que oferecem biometria ou reconhecimento facial garantem uma segurança mais eficaz. E, dependendo do nível de sigilo das informações armazenadas, pode ser preciso até a instalação de alarmes para proteção do ambiente.

5. Sem conexão e energia, não há segurança

Além de investir em equipamentos e soluções de segurança, é preciso ter uma boa infraestrutura de rede para que o monitoramento da empresa não fique comprometido. E é essencial que essa estrutura de rede seja separada da oferecida aos visitantes.

Um sistema de segurança profissional, como o monitoramento feito por câmeras e sensores, precisa estar isolado para ter mais estabilidade e eficiência. Nessa rede, vai circular uma grande quantidade dados, que não podem ser interceptados. Por isso, é preciso investir em roteadores e switches capazes de proteger possíveis ameaças à rede.

Isso também vale para a estrutura de energia que a empresa utiliza. Além de estarem conectados, os equipamentos precisam ficar sempre ligados para garantir proteção 24 horas. Soluções como nobreaks protegem os aparelhos de oscilações elétricas e mantêm o seu funcionamento quando há falta de energia.

Além dessas dicas, saiba muito mais em nosso site ou contacte nossos consultores e encontre já todas as soluções de segurança para sua empresa.

FONTE(S): GUIADOCFTV.COM

O que é um Software Analítico de Vídeo?

Análise de Conteúdo de Vídeo ou ACV tem a capacidade de analisar um vídeo de forma automática e disparar alertas, possui muitas funcionalidades de simples a complexas, onde podemos considerar a detecção de vídeo como uma função simples, chegando até a complexidade de contagem de pessoas, veículos e até mesmo detecção de fumaça.

Resumindo, o vídeo analítico utiliza um servidor para identificar automaticamente os eventos pré configurados como se fossem filtros que adicionamos a cena de uma câmera ou imagem.

Seguem alguns exemplos das facilidades:

  • Linha Virtual:  ideal para monitorar os perímetros de uma área, o software permite traçar uma linha virtual, por exemplo, sobre os muros. Se a câmera detectar que alguém ultrapassou essa linha, ela dispara o alarme;
  •   Objeto deixado ou Retirado da Cena: Usado para evitar roubos (quando o objeto é retirado de cena) e ataques terroristas (quando algum objeto é deixado em cena);
  •  Loitering:  Para identificar comportamentos suspeitos de pessoas, um bom exemplo é quando há alguém circulando em um local que é somente de passagem;
  •  Contagem de Pessoas: É usado como se fosse uma catraca invisível, esse analítico consegue contar às pessoas que passam pela câmera;
  •  Monitoramento de Estradas: Existem softwares analíticos que contam os carros e acionam alarmes caso um automóvel esteja na contramão.
    É importante lembrar que em todos os casos a câmera envia o alerta para o operador que toma as medidas cabíveis.
  •  Monitoramento de Prédios Residenciais e Comerciais: Contagem de carros, identificar placas, ou se o estacionou em sua devida vaga, monitorar através de linhas virtuais o perímetro do prédio.

Porque ter um Software Analise de Vídeo CFTV?

Ter um software com essas aplicações facilita a busca de imagens que normalmente demoram horas ou até mesmo dias para serem encontradas, esses softwares localizam a ocorrência em minutos utilizando os filtros de análise de vídeo. Essa é a vantagem de ter esses recursos de monitoramento inteligente num sistema de CFTV.

Algumas considerações 

É importante lembrar que o software de análise de vídeo só pode ser utilizado em sistemas de CFTV IP e mesmo que o usuário não adquira o software e instale no servidor, é possível fazer essa análise, basta que sua câmera IP esteja com o sistema embarcado (na própria câmera), você também pode baixar o software e instalar na câmera.

Entretanto, antes da compra é importante certificar-se de que a câmera suporta a instalação de softwares analíticos, nos sites de empresas desenvolvedoras como Intelbras, Hikvision, entre outras, constam os modelos de câmeras compatíveis com os softwares.

FONTE(S): GUIADECFTV.COM.BR

Interfone ou Porteiro Eletrônico, qual a melhor escolha?

Em um condomínio, apartamento ou até mesmo uma pequena empresa a necessidade e uma agilidade na comunicação torna a convivência muito mais prática e produtiva. Logo, é preciso um levantamento para saber qual o meio mais eficaz e com melhor custo/benefício além de segurança e comodidade. Existem diversos meios de comunicação atualmente, faremos apenas uma comparação de dois produtos mais utilizados em residências e condomínios. O porteiro eletrônico e uma central de comunicação ou interfone.

  • Porteiro Eletrônico

A utilização desse aparelho permite que o visitante acione um botão de numeração fixa correspondente ao apartamento ou casa desejada, o morador pode permitir o acesso por meio de uma botoeira ao lado do próprio aparelho ou uma outra botoeira instalada.

Prós

  1. Instalação mais simples em comparação a outras tecnologias
  2. Não requer programação ou configuração complexa
  3. Instalação de menor preço também em comparação a outros sistemas digitais

Contras

  1. Não permite comunicação simultânea entre os moradores
  2. Por ser um sistema analógico poderá ficar inoperante caso haja um curto em qualquer um dos aparelhos internos
  • Central de Comunicação (Interfone)

Esse é o sistema de comunicação mais conhecido nos condomínios e empresas pela sua eficiência, uma das características mais procurada é a possibilidade de comunicação de ramais simultaneamente.

Prós

  1. Ligações sigilosas, diretas e sem custo entre apartamentos
  2. Transferência
  3. Rechamada a ramal
  4. Possibilidade de acionamento de portões ou fechaduras
  5. Caso haja algum problema na instalação em algum dos ramais, não compromete o sistema

Contras

  1. Exige manutenção periódica para manter o correto funcionamento.
  2. Infra adequada para passagem de cabos
  3. Custo maior na implantação

Mostramos de uma forma simples a diferença entre os dois equipamentos mais utilizados em uma residência ou condomínio. Caso queira maiores informações ou instalação e manutenção, entre em contato conosco.

A importância da manutenção no seu interfone

Edificações residenciais e comerciais que possuem interfones requerem uma manutenção preventiva para assegurar o bom funcionamento do sistema. O serviço identifica e corrige princípios de falhas, como ramais mudos ou com ruídos.

Caso o distribuidor geral (DG) de interfonia esteja junto com o de telefonia, é indicado um contrato que una os dois produtos, colocando uma só empresa como responsável pelas instalações internas.

Sistemas de interfones bem instalados dificilmente apresentam problemas em curto e médio prazo. Mas o bom funcionamento requer alguns cuidados. Para que não haja interferência de rádio frequência, por exemplo, recomenda-se a utilização de cabos com blindagem, homologados pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações).

Portanto, é importante dedicar atenção especial à especificação dos produtos, cuja marca também deve ser levada em consideração.

É necessário adotar cuidados durante a instalação do sistema, como separar a rede de interfonia da de elétrica, utilizar filtros de linha, aterramento eletrônico e conceber conexões bem-feitas.

Em um plano de manutenção preventiva, a verificação do sistema é feita em um intervalo periódico, para identificar princípio de umidade, organizar os quadros e jumpers, instalar novos ramais ou remanejá-los.

Não deixe seu sistema de interfone parar, contate nossos consultores.

Na referência: PASSEG