Soluções para detecção de temperatura na superfície da pele e uso de máscaras de proteção

As soluções termográficas devem ser utilizadas com a finalidade de realizar uma triagem preliminar e rápida em áreas de grande circulação de pessoas

Hikvision, especialista mundial no fornecimento de soluções e produtos de segurança, lança no Brasil uma linha com soluções que realizam a detecção de temperatura na superfície da pele e também identificam o uso de máscaras de proteção. Os equipamentos podem ser utilizados na entrada de fábricas, escolas, hospitais, escritórios, shopping centers, rodoviárias, aeroportos, ruas com grande circulação de pessoas e outros locais.

Dentre os lançamentos, alguns modelos termográficos já contam com tecnologia capaz de realizar a medição de temperatura de até 30 pessoas simultaneamente, com precisão de ± 0,3°C, além de emitir alertas em caso de suspeita de alta temperatura ou devido a não utilização de máscara. De acordo com a Hikvision, as soluções de triagem de temperatura têm como desígnio realizar um crivo preliminar e rápido. O objetivo é fazer uma triagem prévia e rápida em locais de grande circulação, sem que haja a necessidade que a pessoa pare e gere filas

Segundo Mario Ma, Presidente da Hikvision do Brasil, definir estratégias para detectar infecções precocemente e lidar com elas em tempo hábil permitirá que as empresas e seus funcionários enfrentem o retorno aos escritórios e locais de trabalho com mais rapidez, segurança e facilidade. “Soluções para medição de temperatura são necessárias para prevenção e controle da situação crítica atual, centros comerciais e de entretenimento planejam implementar a tecnologia não mais como medida temporária, mas como algo padronizado em suas instalações, desta forma é muito provável que veremos essas soluções em muitos espaços públicos”, comenta.

A Hikvision possui a solução (DS-2TD2636B-13/P) que é capaz de detectar a temperatura na superfície da pele de até 30 pessoas simultaneamente, com precisão de ± 0,3°C, além de emitir alertas em caso de suspeita de alta temperatura e não utilização de máscaras. Com módulo termográfico de alta sensibilidade com resolução de 384 x 288, possui tecnologia de processamento de imagem, alarme totalmente confiável de detecção de alta temperatura, módulo óptico de alta qualidade com resolução de 4 MP e fusão de imagem de visão dupla, visualização imagem por imagem.

Já o modelo Handheld (DS-2TP21B-6AVF), modelo de mão, também conta com detecção de temperatura e tem resolução de 160×120, lente óptica de máx. 8 MP (distância recomendada de medição: 1.5-3.0 m) e lente de 6 mm. Possui uma tela de 3.5” LCD com resolução de 640×480 com função de toque na tela, além de suportar visualização ao vivo no PC e no dispositivo móvel/monitor externo.

Outras soluções Hikvision com recursos similiares:

Além dessas soluções, a Hikvision lançou recentemente a série de Terminais de Reconhecimento Facial MinMoe, dentre os produtos os modelos (DS-K1T671TM-3XF e DS-K5671-3XF/ZU) realizam a detecção de temperatura e também o uso de máscaras. Com avisos sonoros, estes modelos contam com detecção de temperatura na superfície da pele, além de detectar o uso de máscaras, ou seja, identifica a face mesmo com o uso de máscaras podendo liberar ou não o acesso de acordo com parâmetros pré-estabelecidos.

A Connect Tech, em parceria com a Hikvision esta pronta para fornecer e instalar todos os últimos lançamentos relatados nessa matéria. Contate já um de nossos consultores para encontra a melhor solução segura para seu negócio.

FONTE(S): REVISTADIGITALSECURITY.COM.BR

Polícia Militar do RJ faz primeira prisão usando reconhecimento facial

PMERJ usou o Sistema de Videomonitoramento Facial para identificar e prender um homem por roubo

A Polícia Militar do Rio de Janeiro (PMERJ) começou a usar no domingo, 07/07, o reconhecimento facial como ferramenta para a identificação de criminosos na cidade. A medida, que já foi adotada em países da Europa, foi divulgada no site oficial da PMERJ. Segundo a Instituição, hoje foi realizada a primeira prisão desde que a corporação aderiu à ferramenta.

De acordo com a assessoria de imprensa da PMERJ, policiais militares do 19º BPM (Copacabana) foram acionados na tarde da segunda-feira, 08/07, para verificar uma possível identificação feita pelo Sistema de Videomonitoramento Facial. Chegando ao local, a equipe abordou o suspeito e o conduziu até a 12ª DP, que fica no mesmo bairro, para conferir se os dados batiam. Lá, ele foi identificado e foram localizados dois mandados em aberto por crimes previstos no artigo 157 do Código Penal, que trata de roubo e prevê de quatro a dez anos de prisão, além de multa.

Outros casos polêmicos

Na Europa, o uso do reconhecimento facial pela polícia já gerou algumas polêmicas. Em Londres, um relatório de ética do policiamento, divulgado pelo jornal The Guardian em maio, demonstrou melindre com o tema. Segundo o texto, a preocupação é que o software reforce ou perpetue racismo e preconceitos de gênero.

Outro caso que ganhou repercussão foi o de Ed Bridges. O ex-conselheiro do Partido Liberal Democrata do Reino Unido alegou que a polícia violou seus direitos de privacidade usando o reconhecimento facial em momentos rotineiros. Segundo ele, foram duas ocasiões: quando foi a uma lanchonete e quando participou de uma manifestação pacífica contra armas.

No início do mês, outra polêmica envolvendo o uso de reconhecimento facial em Londres ganhou as manchetes locais. Uma pesquisa realizada pela Universidade de Essex apontou um volume relevante de falhas na tecnologia. Segundo o texto, durante um período de testes, 42 pessoas foram apontadas pelo software e 22 acabaram presas. Porém, apenas oito eram de fato procuradas pela justiça.

FONTE(S): TECHTUDO.COM.BR

Câmeras de segurança flagram mulher furtando farmácia. Vídeo

Mulher escondeu uma caixa de suplemento multivitamínico entre as pernas, sob o vestido

Imagens de uma câmera de segurança flagraram o momento em que uma mulher furta uma caixa de suplemento multivitamínico em uma farmácia em Sobradinho. Segundo o delegado-chefe da 13ª Delegacia de Polícia (Sobradinho I), Hudson Maldonado, a suspeita teria praticado outro furto em outra drogaria da região.

O vídeo, gravado no domingo (23/06/2019), mostra a mulher circulando pela farmácia e olhando os produtos expostos nas prateleiras. Ela aproveita o momento em que está sozinha no corredor e olha para todos os lados antes de colocar entre as pernas, por baixo do vestido, uma caixa de vitaminas que custa R$ 105.

“Ela não teria agido sozinha. Recebemos relatos de que essa mulher embarcou em uma Hilux prata após furtar a Drogaria Rosário. Nós pedimos para o técnico extrair as imagens e iremos analisá-las amanhã”, diz o delegado.

Não deixe seu estabelecimento sem monitoramento. Contacte agora mesmo um de nossos consultores para ter a solução ideal de segurança eletronica para o seu negócio.

FONTE(S): METROPOLES.COM

Lâmpadas espiãs: perguntas e respostas sobre o acessório

Além do design diferenciado e da fácil aplicação, as lâmpadas espiãs têm uma série de funcionalidades que permitem ao usuário controlar com maior facilidade o dispositivo. Confira a seguir sete perguntas e respostas sobre esses gadgets e saiba se o aparelho é uma boa opção para você.

Lâmpadas espiãs podem ser bem úteis na segurança do lar — Foto: LightCam

1. É realmente uma lâmpada ou é apenas um disfarce para a câmera?

Alguns consumidores se perguntam se o aparelho tem a finalidade de iluminação, ou se possui apenas a aparência similar. Sim, praticamente todos os equipamentos emitem luz, sendo um pouco maior do que as lâmpadas comuns para comportar os componentes da câmera. Entretanto, é preciso ter cuidado com a voltagem na hora da compra, pois alguns modelos não oferecem opção bivolt.

2. Como é a instalação?

A instalação é simples: assim como qualquer outra lâmpada, você deve conectar o aparelho em um bocal de energia para poder acionar as funções da câmera. Algumas marcas incluem uma bateria própria que garante o desempenho do mesmo em casos de quedas de luz. A conexão é feita por Wi-Fi, seja diretamente com um dispositivo eletrônico ou por meio de outra rede disponível.

3. Esses produtos podem funcionar com aplicativo para celular?

Todos utilizam aplicativos como interface, fundamentais para o gerenciamento do produto. Por meio do programa é possível controlar os recursos, como modos de filmagem, zoom, fotografia, comunicação à distância entre outros. Os apps normalmente são compatíveis com smartphones Android e iOS.

O aplicativo comanda as funções do aparelho — Foto: JTC

4. A câmera grava ou transmite ao vivo?

Praticamente todos os modelos disponíveis no mercado conseguem fazer os dois. As formas de gravação dependem da marca, e costumam exigir cartões microSD, armazenamento em nuvem ou um servidor dedicado para guardar os arquivos. Em ambos os casos, é possível acessar as imagens por meio de um aplicativo próprio do equipamento, incluindo o que está sendo gravado ao vivo. Os vídeos têm resoluções HD ou Full HD, e normalmente são registrados por lentes com visão panorâmica de 360º do ambiente.

5. As filmagens incluem áudio ou apenas imagens?

A maioria das lâmpadas espiãs traz microfone embutido, permitindo a gravação do áudio dos ambientes. Somado a um alto-falante, o aparelho também permite comunicação bilateral, sendo possível conversar à distância por meio do aplicativo próprio.

Além de lâmpada e câmera, alguns modelos têm outros recursos de segurança — Foto: LightCam

6. Quais outras funcionalidades existem?

Alguns modelos vêm com uma opção de sinal sonoro, como uma espécie de sirene para amedrontar possíveis invasores. Além do alarme, também existem sensores de movimento capazes de emitir uma notificação para o app do usuário, avisando quando algo entra no local vigiado. O sensor também permite a configuração prévia para gravar automaticamente ou acender a luz ao registrar um movimento. Outra característica disponível nessas lâmpadas é o modo noturno, interessante para vigiar ambientes e reconhecer movimentações estranhas à noite.

FONTE(S): TECHTUDO.COM.BR

5 problemas de segurança que podem ser resolvidos com tecnologia

Um levantamento feito pela Associação Brasileira de Prevenção de Perdas (Abrappe) em setembro de 2018 revelou que o varejo do país perdeu 19,5 bilhões de reais em 2017 por danos em produtos ou furtos. O dado mostra como as companhias podem sofrer grandes perdas por conta da falta de segurança patrimonial, inclusive em setores de indústria e serviços, independentemente do tamanho da empresa.

Companhias de pequeno e médio porte, inclusive, devem planejar com cuidado o orçamento de segurança. É preciso investir em soluções que garantam a proteção sem exigir grandes investimentos. Para ajudar nesse processo, listamos alguns problemas comuns que todo empreendedor enfrenta e quais tecnologias podem ajudar. Veja a seguir.

1. Atividade suspeita próximo à empresa e pequenos furtos

Todo empreendedor precisa saber o que acontece dentro ou nos arredores do seu negócio. Em casos de furtos e roubos, os bandidos costumam circular pelo local para estudar a rotina da companhia antes do ataque.

Soluções de monitoramento de ambiente, como câmeras de vigilância, podem inibir não apenas as atividades suspeitas, como também pequenos furtos que acontecem no varejo, como em lojas de roupas, calçados e supermercados.

Câmeras de fácil instalação, por exemplo, são excelentes para empresas que ficam em lugares alugados. Elas permitem o acompanhamento em tempo real, pelo smartphone, do que acontece na companhia. As imagens são armazenadas em um gravador digital conectado à rede da empresa ou até mesmo em um servidor externo. Dessa forma, elas podem ser acessadas sempre que necessário.

Existem também sensores de presença para iluminação, que acendem as lâmpadas instaladas no local automaticamente assim que um movimento é detectado. Além de aumentar a área iluminada, o sistema melhora a visibilidade em ambientes semiabertos e inibe invasores.

2. Assaltos e invasões

Para evitar casos extremos, como invasões, sistemas de alarmes usam sensores de movimento para identificar ameaças. Esses sensores podem ser passivos ou ativos, sendo que os passivos detectam movimento e contam com tecnologias para ambientes internos, semiabertos e externos. São instalados em zonas de entrada, como portas e garagens.

Já os ativos criam barreiras invisíveis e ficam em pontos externos estratégicos. Eles são instalados aos pares e criam uma barreira com luz infravermelha. Caso alguém a cruze, o sistema é disparado.

Em ambas as opções, o empreendedor pode ter uma central de alarme monitorada ou não. Ou seja, sempre que um dos sistemas disparar, uma empresa terceira de segurança será acionada para verificar o motivo do disparo. Se o empresário optar por usar uma central não monitorada, ele mesmo receberá os avisos por meio de aplicativos que ficam conectados aos aparelhos.

3. Segurança contra acidentes e incêndios

Quando se trata de acidentes, o principal risco para as empresas, especialmente as de pequeno e médio porte, são os incêndios. É preciso investir em detectores de fumaça ou de temperatura, que são acionados automaticamente e ajudam a proteger seu patrimônio.

Isso é permitido por meio das centrais de alarme de incêndio endereçável, que, por serem capazes de se conectar com até 500 dispositivos ao mesmo tempo, podem informar o ponto exato do princípio de incêndio em instantes.

Além disso, existem outras soluções de segurança contra acidentes que precisam ser instaladas. É importante que luzes de emergência com um bom tempo de autonomia estejam posicionadas em todas as áreas da empresa, principalmente onde há grande movimentação de funcionários e clientes.

4. Proteção de áreas restritas

O estoque de produtos é uma das áreas que mais merecem atenção, tanto em indústrias quanto em varejo. Seu acesso deve ser controlado, pois é lá que ficam produtos de valor para o negócio.

Além de monitorar o local por meio de câmeras de segurança, é fundamental verificar quem entra e sai do espaço, o que pode ser feito com tecnologias de controle de acesso, como fechaduras que só abrem com senha, biometria ou cartão de proximidade, que usa tecnologia de identificação por radiofrequência (RFID).

Tecnologias de controle de acesso também ajudam na proteção de áreas onde estão materiais de risco, equipamentos importantes, dinheiro e arquivos sigilosos. Em uma farmácia de manipulação, por exemplo, a sala em que ficam as matérias-primas deve ter entrada controlada, com acesso apenas aos farmacêuticos autorizados.

Companhias de TI que contam com data centers – salas com servidores que armazenam informações da empresa e de clientes – também precisam ser bem protegidas. Nesses casos, equipamentos que oferecem biometria ou reconhecimento facial garantem uma segurança mais eficaz. E, dependendo do nível de sigilo das informações armazenadas, pode ser preciso até a instalação de alarmes para proteção do ambiente.

5. Sem conexão e energia, não há segurança

Além de investir em equipamentos e soluções de segurança, é preciso ter uma boa infraestrutura de rede para que o monitoramento da empresa não fique comprometido. E é essencial que essa estrutura de rede seja separada da oferecida aos visitantes.

Um sistema de segurança profissional, como o monitoramento feito por câmeras e sensores, precisa estar isolado para ter mais estabilidade e eficiência. Nessa rede, vai circular uma grande quantidade dados, que não podem ser interceptados. Por isso, é preciso investir em roteadores e switches capazes de proteger possíveis ameaças à rede.

Isso também vale para a estrutura de energia que a empresa utiliza. Além de estarem conectados, os equipamentos precisam ficar sempre ligados para garantir proteção 24 horas. Soluções como nobreaks protegem os aparelhos de oscilações elétricas e mantêm o seu funcionamento quando há falta de energia.

Além dessas dicas, saiba muito mais em nosso site ou contacte nossos consultores e encontre já todas as soluções de segurança para sua empresa.

FONTE(S): GUIADOCFTV.COM

Inteligência artificial melhora segurança das empresas

O uso de tecnologias de ponta baseadas em inteligência artificial tem avançado muito nos últimos anos. Um dos setores que mais se beneficiam dessa nova realidade é o da segurança. Sistemas de monitoramento e de controle de acesso estão cada vez mais inteligentes e eficientes, e empresas de todos os tamanhos podem usufruir dessas tecnologias.

Exemplo disso são organizações que costumam usar um número elevado de câmeras de monitoramento. Algumas utilizam mais de 500 unidades ao mesmo tempo. “O problema é que é quase impossível um ou dois operadores visualizarem essas imagens de forma eficiente. Depois de 20 minutos encarando uma tela, o ser humano já começa a apresentar desgastes. São limitações da nossa natureza”, explica Renan Antoniolli, executivo de vendas da Intelbras, empresa 100% nacional fabricante de produtos em segurança, redes, comunicação e energia.

Câmeras inteligentes já são capazes de processar tudo o que acontece nas imagens gravadas e alertar o operador quando há alguma ocorrência relevante. “Com as câmeras CFTV IP da Intelbras, por exemplo, é possível desenhar uma linha virtual na imagem. Caso algum corpo cruze essa barreira invisível, o sistema reporta para o operador o que foi detectado. Ele só precisa prestar atenção no que realmente importa, e o monitoramento fica muito mais eficiente”, complementa o executivo.

Além da barreira invisível, outras funcionalidades podem ser aplicadas para a segurança de grandes empresas que adotam a solução de monitoramento CFTV IP. Ela pode ser programada para detectar comportamentos estranhos e até mesmo identificar objetos abandonados. Essa última função, inclusive, é recomendada em lugares de grande circulação de pessoas, como shoppings, aeroportos ou estádios de futebol.

“Cada companhia tem a sua dor e, para cada dor, existe uma solução diferente”, diz Antoniolli. Uma empresa de transportes, por exemplo, precisa controlar o acesso dos veículos da frota ao estacionamento. Com a função de reconhecimento das placas, o sistema identifica cada veículo antes de liberar a entrada. Há ainda equipamentos que fazem mapas de calor, reconhecimento facial ou controle de acesso por biometria. São soluções que se adequam às necessidades do negócio.

Nós, como parceiros da Intelbras, estamos prontos para fornecer o que há de mais atual no mundo da tecnologia para segurança de sua empresa.

FONTE(S): EXAME.ABIL.COM.BR

O que é um Software Analítico de Vídeo?

Análise de Conteúdo de Vídeo ou ACV tem a capacidade de analisar um vídeo de forma automática e disparar alertas, possui muitas funcionalidades de simples a complexas, onde podemos considerar a detecção de vídeo como uma função simples, chegando até a complexidade de contagem de pessoas, veículos e até mesmo detecção de fumaça.

Resumindo, o vídeo analítico utiliza um servidor para identificar automaticamente os eventos pré configurados como se fossem filtros que adicionamos a cena de uma câmera ou imagem.

Seguem alguns exemplos das facilidades:

  • Linha Virtual:  ideal para monitorar os perímetros de uma área, o software permite traçar uma linha virtual, por exemplo, sobre os muros. Se a câmera detectar que alguém ultrapassou essa linha, ela dispara o alarme;
  •   Objeto deixado ou Retirado da Cena: Usado para evitar roubos (quando o objeto é retirado de cena) e ataques terroristas (quando algum objeto é deixado em cena);
  •  Loitering:  Para identificar comportamentos suspeitos de pessoas, um bom exemplo é quando há alguém circulando em um local que é somente de passagem;
  •  Contagem de Pessoas: É usado como se fosse uma catraca invisível, esse analítico consegue contar às pessoas que passam pela câmera;
  •  Monitoramento de Estradas: Existem softwares analíticos que contam os carros e acionam alarmes caso um automóvel esteja na contramão.
    É importante lembrar que em todos os casos a câmera envia o alerta para o operador que toma as medidas cabíveis.
  •  Monitoramento de Prédios Residenciais e Comerciais: Contagem de carros, identificar placas, ou se o estacionou em sua devida vaga, monitorar através de linhas virtuais o perímetro do prédio.

Porque ter um Software Analise de Vídeo CFTV?

Ter um software com essas aplicações facilita a busca de imagens que normalmente demoram horas ou até mesmo dias para serem encontradas, esses softwares localizam a ocorrência em minutos utilizando os filtros de análise de vídeo. Essa é a vantagem de ter esses recursos de monitoramento inteligente num sistema de CFTV.

Algumas considerações 

É importante lembrar que o software de análise de vídeo só pode ser utilizado em sistemas de CFTV IP e mesmo que o usuário não adquira o software e instale no servidor, é possível fazer essa análise, basta que sua câmera IP esteja com o sistema embarcado (na própria câmera), você também pode baixar o software e instalar na câmera.

Entretanto, antes da compra é importante certificar-se de que a câmera suporta a instalação de softwares analíticos, nos sites de empresas desenvolvedoras como Intelbras, Hikvision, entre outras, constam os modelos de câmeras compatíveis com os softwares.

FONTE(S): GUIADECFTV.COM.BR

Interfone ou Porteiro Eletrônico, qual a melhor escolha?

Em um condomínio, apartamento ou até mesmo uma pequena empresa a necessidade e uma agilidade na comunicação torna a convivência muito mais prática e produtiva. Logo, é preciso um levantamento para saber qual o meio mais eficaz e com melhor custo/benefício além de segurança e comodidade. Existem diversos meios de comunicação atualmente, faremos apenas uma comparação de dois produtos mais utilizados em residências e condomínios. O porteiro eletrônico e uma central de comunicação ou interfone.

  • Porteiro Eletrônico

A utilização desse aparelho permite que o visitante acione um botão de numeração fixa correspondente ao apartamento ou casa desejada, o morador pode permitir o acesso por meio de uma botoeira ao lado do próprio aparelho ou uma outra botoeira instalada.

Prós

  1. Instalação mais simples em comparação a outras tecnologias
  2. Não requer programação ou configuração complexa
  3. Instalação de menor preço também em comparação a outros sistemas digitais

Contras

  1. Não permite comunicação simultânea entre os moradores
  2. Por ser um sistema analógico poderá ficar inoperante caso haja um curto em qualquer um dos aparelhos internos
  • Central de Comunicação (Interfone)

Esse é o sistema de comunicação mais conhecido nos condomínios e empresas pela sua eficiência, uma das características mais procurada é a possibilidade de comunicação de ramais simultaneamente.

Prós

  1. Ligações sigilosas, diretas e sem custo entre apartamentos
  2. Transferência
  3. Rechamada a ramal
  4. Possibilidade de acionamento de portões ou fechaduras
  5. Caso haja algum problema na instalação em algum dos ramais, não compromete o sistema

Contras

  1. Exige manutenção periódica para manter o correto funcionamento.
  2. Infra adequada para passagem de cabos
  3. Custo maior na implantação

Mostramos de uma forma simples a diferença entre os dois equipamentos mais utilizados em uma residência ou condomínio. Caso queira maiores informações ou instalação e manutenção, entre em contato conosco.