A Internet das Coisas Chegou no CFTV

A internet das coisas é uma das mais promissoras novidades do mercado de tecnologia. O conceito de equipamentos eletrônicos que se comunicam entre si não é exatamente uma novidade, a ideia nasceu no início dos anos 90.  

Mas como toda nova tecnologia durante muito tempo ela somente fez parte do imaginário futurista.

Porém hoje, podemos encontrar por aí geladeiras que nos avisam quando está faltando algum item de nossa deita e pede autorização para realizar a compra pelo aplicativo do supermercado. Incrível!

E no mercado de CFTV como está a internet das coisas? Já Chegou? Claro que sim, os fabricantes de equipamentos de segurança eletrônica sempre estão procurando e desenvolvendo novas tecnologias.

Mas não é só a internet das coisas que está chegando para festa, também vem aí a Inteligência artificial.  

Inteligência Artificial e Internet das Coisas Andam Juntas

A tecnologia IP está obtendo um crescimento galopante ano a ano. A característica mais sedutora desta tecnologia é a Inteligência artificial embarcada em pequenos equipamentos.

Essa Inteligência artificial é que está possibilitando grandes funcionalidades a internet das coisas em equipamentos de segurança eletrônica.

A internet das coisas gera uma grande quantidade de dados transmitida pelos equipamentos de segurança eletrônica e a Inteligência Artificial analisa esses dados  

Mas o que esses dados e análises significam na prática?

Benefícios da Internet das coisas no CFTV

Com essas duas tecnologias em conjunto é possível analisar hábitos e práticas de uma empresa ou residência. Vamos citar alguns exemplos práticos da internet das coisas e conjunto com a Inteligência Artificial:

  • Uma família que ativa seu alarme residencial de segunda a sexta por volta das 8:00 da manhã quando esquecer de fazer essa ativação irá ser alertada sobre a inatividade do sistema de alarme, pode ativá-lo a distância ou ainda se preferir programar que ele seja ativado por volta das 8:05 automaticamente todos os dias.
  • Uma câmera conectada à internet das coisas assim que detecta que não existe movimento em um ambiente pode desligar a luz economizando energia.
  • A falta de movimento em um determinado período também pode ser comunicada pela internet das coisas direto em seu smartphone, como o atraso de um filho em seu horário de chegar em casa.
  • A identificação de uma pessoa pode ser feita por câmeras IP e através da internet das coisas essa identificação é comunicada para uma melhor recepção desta pessoa.

Fora esses exemplos ainda existe uma infinidade de aplicação para estas novas tecnologias.

Empresas Sérias Estão Investindo na Internet das Coisas

Várias empresas que fabricam equipamentos de segurança eletrônica estão investindo na internet das coisas dentre elas estão a Hikvision e Intelbras. Além destas temos outras grandes empresas que estão mais surpreendendo com internet das coisas para CFTV e não tem tradição nessa área.

Uma delas é a bilionária Xiaomi que já conta com um vasto portfólio de produtos que utilizam a internet das coisas para se comunicar, ela fabrica:

  • Sensores Magnéticos
  • Sensores de movimento
  • Central de Programação para alarme
  • Câmeras IPs

E muito mais…

E a outra empresa que está investindo pesado nesta área é simplesmente a Google. A Google é dona da marca Nest que é especializada em câmeras e alarmes para ambientes domésticos.

A Nest abusa da internet das coisas para conectar seus equipamentos aos de outros fabricantes que contam com a mesma tecnologia reforçando assim seu sistema de segurança.

Pois é tecnologias como Inteligência artificial e Internet das Coisas que pareciam tão distantes estão invadindo nossa vida cotidiana sorrateiramente. E nós da Connect Tech não estamos de fora, adquira já conosco, o que é preciso para ter seu ambiente conectado.

FONTE(S): ONIXSECURITY.COM.BR

O que é Internet das Coisas?

A Internet das Coisas vai muito além de geladeiras que tuitam: tecnologia promete tornar casas, empresas e cidades inteiras mais inteligentes

Quando alguém fala em Internet das Coisas, muita gente pensa nas aplicações mais simples e não raro, nas que menos representam adequadamente o conceito. Ainda assim, as chances de que você ouça falar dela muito mais daqui por diante são altas e mais: ela irá fazer parte da sua vida, se já não faz.

O conceito de Internet das Coisas, ou Internet of Things (IoT) é o de uma enorme rede de dispositivos conectados, mas não limitada aos suspeitos habituais. Seu computador, smartphone, tablet ou set-top box, entre outros, são gadgets que dependem da internet para funcionar apropriadamente, assim como equipamentos de grande porte como servidores de grandes empresas.

O foco da IoT é voltado para todos os demais equipamentos do dia a dia de um indivíduo, instituição, empresa ou mesmo de uma cidade inteira, aqueles que você não imaginaria num primeiro momento que podem se beneficiar da rede.

Sua TV ou videogame são os exemplos mais óbvios de dispositivos que migraram do mundo offline para o online, mas pense também em sua geladeira, fogão, lâmpadas, aspirador de pó, ar-condicionado, fechaduras, aparelho de som, carro, câmeras (fotográficas ou de vigilância) e etc.

O conceito de wearables, ou dispositivos vestíveis faz parte da primeira geração de produtos de IoT voltados ao consumidor final, na forma de smartwatches e pulseiras inteligentes. Todos esses dispositivos podem receber sensores que os permitam conectar-se à internet e oferecer recursos extras.

Quais os exemplos de Internet das Coisas?

No geral, qualquer coisa pode ser conectada à internet, mas isso não significa que tudo deveria sê-lo. A ideia principal por trás da Internet das Coisas é a de facilitar a vida dos usuários e clientes, tornando o uso de certos elementos mais simples e até permitindo a automação de tarefas.

Por exemplo:

  • Um aspirador de pó robô pode ser programado para limpar a casa depois da hora de dormir;
  • As lâmpadas da casa podem emitir luzes em tons específicos durante vários momentos do dia, ou se apagarem quando todos saírem;
  • O ar-condicionado pode se ativar cinco minutos antes de você chegar, deixando o ambiente na temperatura correta;
  • Um fogão seria capaz de cortar o fornecimento de gás e avisar a companhia fornecedora ao detectar um vazamento;
  • Freezers comerciais avisariam o fabricante em caso de defeito, evitando a perda de comida, vacinas ou outros elementos perecíveis ou pouco duráveis sem refrigeração;
  • Tratores automatizados seriam capazes de fazer o trabalho de um funcionário mesmo à noite, com dados via satélite para evitar desperdício e utilizando a rede apenas quando necessário;
  • Hospitais podem utilizar equipamentos capazes de coletar dados armazenados em smartwatches, pulseiras inteligentes e outros dispositivos vestíveis que monitorem os dados vitais do paciente, otimizando o atendimento e facilitando o diagnóstico.

Em outros exemplos, a Nest possui pesquisas voltadas ao desenvolvimento de berços conectados que monitoram o sono de bebês, podendo ser uma ferramenta importante para mães, inclusive para evitar que sejam vítimas da Síndrome da Morte Súbita Infantil, um mal súbito em que uma criança perfeitamente saudável morre durante o sono sem nenhum motivo aparente; o berço viria a ser capaz de detectar alterações nos sinais vitais durante a noite e alertar pais e serviços de emergência.

A evolução da tecnologia RFID (Radio-Frequency IDentification, ou Identificação por Radiofrequência), desenvolvida durante a Segunda Guerra Mundial foi essencial para a Internet das Coisas, já que ela utiliza etiquetas e chips minúsculos para coleta e armazenamento de dados via sinais de rádio.

Com ela, é possível desde inibir o roubo de toalhas em hotéis a chipar funcionários com o gadget, controlando o trânsito em setores de empresas que eles podem ou não acessar.

Os chips e etiquetas RFID também são importantes em pesquisa científica, como no monitoramento de colônias de abelhas em todo o mundo.

A Internet das Coisas é também essencial ao conceito de Cidades Inteligentes, projetos urbanísticos que levam em conta sustentabilidade, eficiência e qualidade de vida. Num futuro não muito distante teremos veículos autônomos, semáforos que abrem e fecham de acordo com o tráfego e não em períodos pré-programados, sistemas de reaproveitamento de água, ciclovias inteligentes e etc.

Para tudo isso funcionar corretamente, é necessária uma poderosa infraestrutura de dados tanto para grandes e pequenas empresas, quanto para o usuário.

E é aí que o 5G entra, mas esse é assunto para outro post.

FONTE(S): TECNOBLOG.NET