Polícia Militar do RJ faz primeira prisão usando reconhecimento facial

PMERJ usou o Sistema de Videomonitoramento Facial para identificar e prender um homem por roubo

A Polícia Militar do Rio de Janeiro (PMERJ) começou a usar no domingo, 07/07, o reconhecimento facial como ferramenta para a identificação de criminosos na cidade. A medida, que já foi adotada em países da Europa, foi divulgada no site oficial da PMERJ. Segundo a Instituição, hoje foi realizada a primeira prisão desde que a corporação aderiu à ferramenta.

De acordo com a assessoria de imprensa da PMERJ, policiais militares do 19º BPM (Copacabana) foram acionados na tarde da segunda-feira, 08/07, para verificar uma possível identificação feita pelo Sistema de Videomonitoramento Facial. Chegando ao local, a equipe abordou o suspeito e o conduziu até a 12ª DP, que fica no mesmo bairro, para conferir se os dados batiam. Lá, ele foi identificado e foram localizados dois mandados em aberto por crimes previstos no artigo 157 do Código Penal, que trata de roubo e prevê de quatro a dez anos de prisão, além de multa.

Outros casos polêmicos

Na Europa, o uso do reconhecimento facial pela polícia já gerou algumas polêmicas. Em Londres, um relatório de ética do policiamento, divulgado pelo jornal The Guardian em maio, demonstrou melindre com o tema. Segundo o texto, a preocupação é que o software reforce ou perpetue racismo e preconceitos de gênero.

Outro caso que ganhou repercussão foi o de Ed Bridges. O ex-conselheiro do Partido Liberal Democrata do Reino Unido alegou que a polícia violou seus direitos de privacidade usando o reconhecimento facial em momentos rotineiros. Segundo ele, foram duas ocasiões: quando foi a uma lanchonete e quando participou de uma manifestação pacífica contra armas.

No início do mês, outra polêmica envolvendo o uso de reconhecimento facial em Londres ganhou as manchetes locais. Uma pesquisa realizada pela Universidade de Essex apontou um volume relevante de falhas na tecnologia. Segundo o texto, durante um período de testes, 42 pessoas foram apontadas pelo software e 22 acabaram presas. Porém, apenas oito eram de fato procuradas pela justiça.

FONTE(S): TECHTUDO.COM.BR

A revolução 5G vai muito além de internet mais rápida para seu celular

As discussões sobre o avanço das redes de telecomunicações rumo ao chamado “5G” têm levantado outros debates em diversos locais pelo mundo – inclusive no Brasil. Recentemente, a ANEEL aprovou o lançamento de uma consulta pública sobre o assunto, com o objetivo de preparar a chegada do serviço no País.

Mesmo sendo um assunto com presença constante no noticiário, poucos entendem, de fato, quais são as reais consequências do avanço da rede 5G em todo o mundo. A implantação dessa tecnologia vai trazer resultados muito mais expressivos do que os observados em etapas anteriores, possibilitando a geração de novos modelos de negócio e, em último grau, vai mudar totalmente a relação com a vida em sociedade.

Mas, até chegar a esse estágio, é fundamental entender o que é o 5G e por que seu avanço é tão importante. Para assimilar isso, é preciso voltar no tempo e lembrar como o 2G, 3G e o 4G representaram enquanto avanços tecnológicos de grande impacto, principalmente relacionados aos smartphones. A segunda geração de celulares trouxe como grande diferencial o uso de SMS e envio de e-mails sem precisar usar um computador. Com o 3G, foi possível pela primeira vez enviar fotos e vídeos para outros aparelhos – saindo da era do texto como única forma de se comunicar entre celulares. Em seguida, o 4G (que chegou por volta de 2010 e se mantém até hoje) possibilitou um ganho substancial em velocidade, permitindo baixar conteúdo, realizar transmissões online e fazer grande parte das tarefas com as quais estamos acostumados – como ouvir música, assistir séries etc.

Nesse sentido, o 5G, cuja chegada está prevista para a partir de 2020, vai trazer um ganho substancial de velocidade. Em números, essa nova forma de conexão será cerca de 20 vezes mais rápida do que o 4G. Com isso, será possível agilizar muitas tarefas de nosso cotidiano – bastarão segundos para baixar filmes, por exemplo.

Mesmo oferecendo tantas facilidades ao dia a dia, vale ressaltar que a principal vantagem que o 5G trará ao mercado estará na possibilidade de criar novos segmentos de negócios e fomentar uma sociedade cada vez mais conectada. Essa nova geração vai abraçar uma rede cada vez mais ampla de conexões e, por isso, ela já fomenta o desenvolvimento de novos produtos e tecnologias, como carros autônomos, drones usados para serviços de entrega e o uso de realidade virtual.

Áreas não estritamente relacionadas com o mundo da telefonia ou de alta tecnologia, como transporte público e saúde, também serão diretamente impactados pelos benefícios do 5G, por também contarem com uma infinidade de dispositivos interconectados.

E afinal, como isso será possível? Falando de maneira técnica, a ITU (International Telecommunication Union, agência da ONU para as telecomunicações), indica como especificações mínimas o download de 20 Gigabits por segundo e o upload de 10 Gigabits. A banda será então dividida entre todos os usuários conectados no momento: a meta de download por usuário em áreas urbanas densamente povoadas é de 100 Mbps em download e 50 em upload. Em um contexto urbano, a velocidade real do 4G não chega nem perto, com uma média de 5-12 Mbps no download e 2-5 Mbps no upload.

Na prática, as redes 5G foram projetadas para usar ondas de alta frequência (no espectro entre 30 e 300 GHz, conhecidas como espectro de “ondas milimétricas”), e podem ser capazes de transportar grandes quantidades de dados em altas velocidades. No entanto, elas não viajarão para tão longe como as ondas de baixa frequência usadas com o 4G, e terão dificuldade em contornar obstáculos como paredes, edifícios etc. Por esta razão, as operadoras precisarão instalar uma quantidade maior de mini antenas para obter a mesma cobertura que o 4G. Em muitos casos, o 5G substituirá as redes domésticas de Wi-Fi, oferecendo velocidades mais altas e uma melhor cobertura.

Graças às suas características técnicas, o 5G será aplicável aos campos mais distintos, indo além das funções de chamada, navegação na web ou realidade virtual; será relacionado ao mundo da IoT e, consequentemente, atraindo o interesse de muitas empresas. Será um impacto não apenas tecnológico, mas também e sobretudo econômico, tanto que se espera, segundo um estudo da Ericsson no Mobile World Congress 2017, criar um mercado de, pelo menos, 1.200 bilhões de dólares nos próximos dez anos.

Com isso, consequentemente teremos redes mais densas. Espera-se que as redes também possam garantir até um milhão de dispositivos conectados por quilômetro quadrado. As novas tecnologias poderão criar até 3 milhões de novos empregos apenas nos Estados Unidos, contribuindo com até US$ 500 bilhões no PIB dos EUA entre investimentos diretos e induzidos.

Analisando essa inovação sob um espectro de longo prazo, será possível formar uma sociedade cada vez mais empática e criativa, na qual a tecnologia será mais um importante instrumento para a democratização do acesso à educação e saúde de qualidade. Com conexões mais rápidas, confiáveis e seguras, o 5G dará mais agilidade à prestação de serviços e poderá contornar dificuldades relacionadas a processos burocráticos ou morosos, que muitas vezes encarecem e podem diminuir a qualidade do serviço final oferecido.

Ao facilitar a conexão entre as mais diversas informações, o dia a dia das empresas ganhará ainda mais agilidade, em um ritmo que poderá ser reproduzido de maneira eficiente para os demais segmentos da sociedade. O setor de saúde, por exemplo, poderá se beneficiar de maneira mais rápida na troca de informações sobre seus pacientes – o que será fundamental para atender casos de urgência, por exemplo. O consumidor também poderá ser beneficiado, em especial se sua rede varejista puder disponibilizar produtos de ponta e de qualidade na renovação de seus estoques.

Por fim, a agilidade do 5G vai representar uma alternativa muito importante em um mundo cada vez mais conectado, gerando mudanças em cadeia e que darão suporte aos avanços já obtidos, além de abrir caminho para a implementação de avanços em pesquisa e desenvolvimento.

FONTE(S): CANALTECH.COM.BR

A Internet das Coisas Chegou no CFTV

A internet das coisas é uma das mais promissoras novidades do mercado de tecnologia. O conceito de equipamentos eletrônicos que se comunicam entre si não é exatamente uma novidade, a ideia nasceu no início dos anos 90.  

Mas como toda nova tecnologia durante muito tempo ela somente fez parte do imaginário futurista.

Porém hoje, podemos encontrar por aí geladeiras que nos avisam quando está faltando algum item de nossa deita e pede autorização para realizar a compra pelo aplicativo do supermercado. Incrível!

E no mercado de CFTV como está a internet das coisas? Já Chegou? Claro que sim, os fabricantes de equipamentos de segurança eletrônica sempre estão procurando e desenvolvendo novas tecnologias.

Mas não é só a internet das coisas que está chegando para festa, também vem aí a Inteligência artificial.  

Inteligência Artificial e Internet das Coisas Andam Juntas

A tecnologia IP está obtendo um crescimento galopante ano a ano. A característica mais sedutora desta tecnologia é a Inteligência artificial embarcada em pequenos equipamentos.

Essa Inteligência artificial é que está possibilitando grandes funcionalidades a internet das coisas em equipamentos de segurança eletrônica.

A internet das coisas gera uma grande quantidade de dados transmitida pelos equipamentos de segurança eletrônica e a Inteligência Artificial analisa esses dados  

Mas o que esses dados e análises significam na prática?

Benefícios da Internet das coisas no CFTV

Com essas duas tecnologias em conjunto é possível analisar hábitos e práticas de uma empresa ou residência. Vamos citar alguns exemplos práticos da internet das coisas e conjunto com a Inteligência Artificial:

  • Uma família que ativa seu alarme residencial de segunda a sexta por volta das 8:00 da manhã quando esquecer de fazer essa ativação irá ser alertada sobre a inatividade do sistema de alarme, pode ativá-lo a distância ou ainda se preferir programar que ele seja ativado por volta das 8:05 automaticamente todos os dias.
  • Uma câmera conectada à internet das coisas assim que detecta que não existe movimento em um ambiente pode desligar a luz economizando energia.
  • A falta de movimento em um determinado período também pode ser comunicada pela internet das coisas direto em seu smartphone, como o atraso de um filho em seu horário de chegar em casa.
  • A identificação de uma pessoa pode ser feita por câmeras IP e através da internet das coisas essa identificação é comunicada para uma melhor recepção desta pessoa.

Fora esses exemplos ainda existe uma infinidade de aplicação para estas novas tecnologias.

Empresas Sérias Estão Investindo na Internet das Coisas

Várias empresas que fabricam equipamentos de segurança eletrônica estão investindo na internet das coisas dentre elas estão a Hikvision e Intelbras. Além destas temos outras grandes empresas que estão mais surpreendendo com internet das coisas para CFTV e não tem tradição nessa área.

Uma delas é a bilionária Xiaomi que já conta com um vasto portfólio de produtos que utilizam a internet das coisas para se comunicar, ela fabrica:

  • Sensores Magnéticos
  • Sensores de movimento
  • Central de Programação para alarme
  • Câmeras IPs

E muito mais…

E a outra empresa que está investindo pesado nesta área é simplesmente a Google. A Google é dona da marca Nest que é especializada em câmeras e alarmes para ambientes domésticos.

A Nest abusa da internet das coisas para conectar seus equipamentos aos de outros fabricantes que contam com a mesma tecnologia reforçando assim seu sistema de segurança.

Pois é tecnologias como Inteligência artificial e Internet das Coisas que pareciam tão distantes estão invadindo nossa vida cotidiana sorrateiramente. E nós da Connect Tech não estamos de fora, adquira já conosco, o que é preciso para ter seu ambiente conectado.

FONTE(S): ONIXSECURITY.COM.BR

Governo lança Plano Nacional de Internet das Coisas e Câmara IoT

Foi publicado no Diário da União, na quarta-feira (26/06), o decreto presidencial 9.854/2019 que institui o Plano Nacional de Internet das Coisas e cria a Câmara de Gestão e Acompanhamento do Desenvolvimento de Sistemas de Comunicação Máquina a Máquina e Internet das Coisas, resumida para Câmara IoT. O MCTIC (Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações) vai ajudar a realizar projetos nas áreas de saúde, cidades e indústria.

No decreto, a Internet das Coisas é descrita como “sistemas de comunicação máquina a máquina”, com exceção de máquinas de cartão de crédito e débito. Eles servem para “transmitir dados a aplicações remotas com o objetivo de monitorar, de medir e de controlar o próprio dispositivo, o ambiente ao seu redor ou sistemas de dados a ele conectados por meio dessas redes”.

As áreas de aplicação do Plano no país serão definidas por prioridade, a partir de critérios de oferta, demanda e capacidade de desenvolvimento local. Elas serão selecionadas pelo MCTIC nas áreas de saúde, cidades, indústria e rural.

Os temas que integrarão o Plano Nacional de Internet das Coisas são:

  • ciência, tecnologia e inovação;
  • inserção internacional;
  • educação e capacitação profissional;
  • infraestrutura de conectividade e interoperabilidade;
  • regulação, segurança e privacidade;
  • viabilidade econômica.

Essas ações deverão estar alinhadas com as ações estratégicas definidas na Estratégia Brasileira para Transformação Digital, dispostas no decreto 9.319/2018.

Caberá à Anatel a fiscalização desses sistemas de telecomunicações, considerando as normas do MCTIC. O ministério também coordenará projetos para facilitar a implementação do Plano: trata-se do Centro de Competência para Tecnologias Habilitadoras em Internet das Coisas, Plataformas de Inovação em Internet das Coisas, e Observatório Nacional para o Acompanhamento da Transformação Digital.

O plano lista como objetivos: melhorar a qualidade de vida; promover ganhos de eficiência e geração de empregos; aumentar a produtividade e fomentar a competitividade de empresas brasileiras; e buscar parcerias entre os setores público e privado.

Câmara IoT

A Câmara de Gestão e Acompanhamento do Desenvolvimento de Sistemas de Comunicação Máquina a Máquina e Internet das Coisas (ufa!) será responsável por monitorar e assessorar a implementação do Plano Nacional de IoT.

Compete à Câmara IoT as seguintes funções:

  • monitorar e avaliar as iniciativas de implementação do Plano;
  • promover e fomentar parcerias entre entidades públicas e privadas;
  • discutir os temas do plano com órgãos e entidades públicas;
  • apoiar e propor projetos mobilizadores;
  • atuar com órgãos e entidades públicas para estimular o uso e o desenvolvimento de soluções de IoT.

Como colegiado não deliberativo, as reuniões e votação de matérias da pauta dispensam o quórum mínimo. A Câmara IoT será presidida pelo MCTIC e terá a participação dos ministérios da Economia, Agricultura, Saúde e Desenvolvimento Regional.

FONTE(S): METROPOLES.COM

O que é Internet das Coisas?

A Internet das Coisas vai muito além de geladeiras que tuitam: tecnologia promete tornar casas, empresas e cidades inteiras mais inteligentes

Quando alguém fala em Internet das Coisas, muita gente pensa nas aplicações mais simples e não raro, nas que menos representam adequadamente o conceito. Ainda assim, as chances de que você ouça falar dela muito mais daqui por diante são altas e mais: ela irá fazer parte da sua vida, se já não faz.

O conceito de Internet das Coisas, ou Internet of Things (IoT) é o de uma enorme rede de dispositivos conectados, mas não limitada aos suspeitos habituais. Seu computador, smartphone, tablet ou set-top box, entre outros, são gadgets que dependem da internet para funcionar apropriadamente, assim como equipamentos de grande porte como servidores de grandes empresas.

O foco da IoT é voltado para todos os demais equipamentos do dia a dia de um indivíduo, instituição, empresa ou mesmo de uma cidade inteira, aqueles que você não imaginaria num primeiro momento que podem se beneficiar da rede.

Sua TV ou videogame são os exemplos mais óbvios de dispositivos que migraram do mundo offline para o online, mas pense também em sua geladeira, fogão, lâmpadas, aspirador de pó, ar-condicionado, fechaduras, aparelho de som, carro, câmeras (fotográficas ou de vigilância) e etc.

O conceito de wearables, ou dispositivos vestíveis faz parte da primeira geração de produtos de IoT voltados ao consumidor final, na forma de smartwatches e pulseiras inteligentes. Todos esses dispositivos podem receber sensores que os permitam conectar-se à internet e oferecer recursos extras.

Quais os exemplos de Internet das Coisas?

No geral, qualquer coisa pode ser conectada à internet, mas isso não significa que tudo deveria sê-lo. A ideia principal por trás da Internet das Coisas é a de facilitar a vida dos usuários e clientes, tornando o uso de certos elementos mais simples e até permitindo a automação de tarefas.

Por exemplo:

  • Um aspirador de pó robô pode ser programado para limpar a casa depois da hora de dormir;
  • As lâmpadas da casa podem emitir luzes em tons específicos durante vários momentos do dia, ou se apagarem quando todos saírem;
  • O ar-condicionado pode se ativar cinco minutos antes de você chegar, deixando o ambiente na temperatura correta;
  • Um fogão seria capaz de cortar o fornecimento de gás e avisar a companhia fornecedora ao detectar um vazamento;
  • Freezers comerciais avisariam o fabricante em caso de defeito, evitando a perda de comida, vacinas ou outros elementos perecíveis ou pouco duráveis sem refrigeração;
  • Tratores automatizados seriam capazes de fazer o trabalho de um funcionário mesmo à noite, com dados via satélite para evitar desperdício e utilizando a rede apenas quando necessário;
  • Hospitais podem utilizar equipamentos capazes de coletar dados armazenados em smartwatches, pulseiras inteligentes e outros dispositivos vestíveis que monitorem os dados vitais do paciente, otimizando o atendimento e facilitando o diagnóstico.

Em outros exemplos, a Nest possui pesquisas voltadas ao desenvolvimento de berços conectados que monitoram o sono de bebês, podendo ser uma ferramenta importante para mães, inclusive para evitar que sejam vítimas da Síndrome da Morte Súbita Infantil, um mal súbito em que uma criança perfeitamente saudável morre durante o sono sem nenhum motivo aparente; o berço viria a ser capaz de detectar alterações nos sinais vitais durante a noite e alertar pais e serviços de emergência.

A evolução da tecnologia RFID (Radio-Frequency IDentification, ou Identificação por Radiofrequência), desenvolvida durante a Segunda Guerra Mundial foi essencial para a Internet das Coisas, já que ela utiliza etiquetas e chips minúsculos para coleta e armazenamento de dados via sinais de rádio.

Com ela, é possível desde inibir o roubo de toalhas em hotéis a chipar funcionários com o gadget, controlando o trânsito em setores de empresas que eles podem ou não acessar.

Os chips e etiquetas RFID também são importantes em pesquisa científica, como no monitoramento de colônias de abelhas em todo o mundo.

A Internet das Coisas é também essencial ao conceito de Cidades Inteligentes, projetos urbanísticos que levam em conta sustentabilidade, eficiência e qualidade de vida. Num futuro não muito distante teremos veículos autônomos, semáforos que abrem e fecham de acordo com o tráfego e não em períodos pré-programados, sistemas de reaproveitamento de água, ciclovias inteligentes e etc.

Para tudo isso funcionar corretamente, é necessária uma poderosa infraestrutura de dados tanto para grandes e pequenas empresas, quanto para o usuário.

E é aí que o 5G entra, mas esse é assunto para outro post.

FONTE(S): TECNOBLOG.NET

Câmeras de segurança flagram mulher furtando farmácia. Vídeo

Mulher escondeu uma caixa de suplemento multivitamínico entre as pernas, sob o vestido

Imagens de uma câmera de segurança flagraram o momento em que uma mulher furta uma caixa de suplemento multivitamínico em uma farmácia em Sobradinho. Segundo o delegado-chefe da 13ª Delegacia de Polícia (Sobradinho I), Hudson Maldonado, a suspeita teria praticado outro furto em outra drogaria da região.

O vídeo, gravado no domingo (23/06/2019), mostra a mulher circulando pela farmácia e olhando os produtos expostos nas prateleiras. Ela aproveita o momento em que está sozinha no corredor e olha para todos os lados antes de colocar entre as pernas, por baixo do vestido, uma caixa de vitaminas que custa R$ 105.

“Ela não teria agido sozinha. Recebemos relatos de que essa mulher embarcou em uma Hilux prata após furtar a Drogaria Rosário. Nós pedimos para o técnico extrair as imagens e iremos analisá-las amanhã”, diz o delegado.

Não deixe seu estabelecimento sem monitoramento. Contacte agora mesmo um de nossos consultores para ter a solução ideal de segurança eletronica para o seu negócio.

FONTE(S): METROPOLES.COM

Lâmpadas espiãs: perguntas e respostas sobre o acessório

Além do design diferenciado e da fácil aplicação, as lâmpadas espiãs têm uma série de funcionalidades que permitem ao usuário controlar com maior facilidade o dispositivo. Confira a seguir sete perguntas e respostas sobre esses gadgets e saiba se o aparelho é uma boa opção para você.

Lâmpadas espiãs podem ser bem úteis na segurança do lar — Foto: LightCam

1. É realmente uma lâmpada ou é apenas um disfarce para a câmera?

Alguns consumidores se perguntam se o aparelho tem a finalidade de iluminação, ou se possui apenas a aparência similar. Sim, praticamente todos os equipamentos emitem luz, sendo um pouco maior do que as lâmpadas comuns para comportar os componentes da câmera. Entretanto, é preciso ter cuidado com a voltagem na hora da compra, pois alguns modelos não oferecem opção bivolt.

2. Como é a instalação?

A instalação é simples: assim como qualquer outra lâmpada, você deve conectar o aparelho em um bocal de energia para poder acionar as funções da câmera. Algumas marcas incluem uma bateria própria que garante o desempenho do mesmo em casos de quedas de luz. A conexão é feita por Wi-Fi, seja diretamente com um dispositivo eletrônico ou por meio de outra rede disponível.

3. Esses produtos podem funcionar com aplicativo para celular?

Todos utilizam aplicativos como interface, fundamentais para o gerenciamento do produto. Por meio do programa é possível controlar os recursos, como modos de filmagem, zoom, fotografia, comunicação à distância entre outros. Os apps normalmente são compatíveis com smartphones Android e iOS.

O aplicativo comanda as funções do aparelho — Foto: JTC

4. A câmera grava ou transmite ao vivo?

Praticamente todos os modelos disponíveis no mercado conseguem fazer os dois. As formas de gravação dependem da marca, e costumam exigir cartões microSD, armazenamento em nuvem ou um servidor dedicado para guardar os arquivos. Em ambos os casos, é possível acessar as imagens por meio de um aplicativo próprio do equipamento, incluindo o que está sendo gravado ao vivo. Os vídeos têm resoluções HD ou Full HD, e normalmente são registrados por lentes com visão panorâmica de 360º do ambiente.

5. As filmagens incluem áudio ou apenas imagens?

A maioria das lâmpadas espiãs traz microfone embutido, permitindo a gravação do áudio dos ambientes. Somado a um alto-falante, o aparelho também permite comunicação bilateral, sendo possível conversar à distância por meio do aplicativo próprio.

Além de lâmpada e câmera, alguns modelos têm outros recursos de segurança — Foto: LightCam

6. Quais outras funcionalidades existem?

Alguns modelos vêm com uma opção de sinal sonoro, como uma espécie de sirene para amedrontar possíveis invasores. Além do alarme, também existem sensores de movimento capazes de emitir uma notificação para o app do usuário, avisando quando algo entra no local vigiado. O sensor também permite a configuração prévia para gravar automaticamente ou acender a luz ao registrar um movimento. Outra característica disponível nessas lâmpadas é o modo noturno, interessante para vigiar ambientes e reconhecer movimentações estranhas à noite.

FONTE(S): TECHTUDO.COM.BR

5 problemas de segurança que podem ser resolvidos com tecnologia

Um levantamento feito pela Associação Brasileira de Prevenção de Perdas (Abrappe) em setembro de 2018 revelou que o varejo do país perdeu 19,5 bilhões de reais em 2017 por danos em produtos ou furtos. O dado mostra como as companhias podem sofrer grandes perdas por conta da falta de segurança patrimonial, inclusive em setores de indústria e serviços, independentemente do tamanho da empresa.

Companhias de pequeno e médio porte, inclusive, devem planejar com cuidado o orçamento de segurança. É preciso investir em soluções que garantam a proteção sem exigir grandes investimentos. Para ajudar nesse processo, listamos alguns problemas comuns que todo empreendedor enfrenta e quais tecnologias podem ajudar. Veja a seguir.

1. Atividade suspeita próximo à empresa e pequenos furtos

Todo empreendedor precisa saber o que acontece dentro ou nos arredores do seu negócio. Em casos de furtos e roubos, os bandidos costumam circular pelo local para estudar a rotina da companhia antes do ataque.

Soluções de monitoramento de ambiente, como câmeras de vigilância, podem inibir não apenas as atividades suspeitas, como também pequenos furtos que acontecem no varejo, como em lojas de roupas, calçados e supermercados.

Câmeras de fácil instalação, por exemplo, são excelentes para empresas que ficam em lugares alugados. Elas permitem o acompanhamento em tempo real, pelo smartphone, do que acontece na companhia. As imagens são armazenadas em um gravador digital conectado à rede da empresa ou até mesmo em um servidor externo. Dessa forma, elas podem ser acessadas sempre que necessário.

Existem também sensores de presença para iluminação, que acendem as lâmpadas instaladas no local automaticamente assim que um movimento é detectado. Além de aumentar a área iluminada, o sistema melhora a visibilidade em ambientes semiabertos e inibe invasores.

2. Assaltos e invasões

Para evitar casos extremos, como invasões, sistemas de alarmes usam sensores de movimento para identificar ameaças. Esses sensores podem ser passivos ou ativos, sendo que os passivos detectam movimento e contam com tecnologias para ambientes internos, semiabertos e externos. São instalados em zonas de entrada, como portas e garagens.

Já os ativos criam barreiras invisíveis e ficam em pontos externos estratégicos. Eles são instalados aos pares e criam uma barreira com luz infravermelha. Caso alguém a cruze, o sistema é disparado.

Em ambas as opções, o empreendedor pode ter uma central de alarme monitorada ou não. Ou seja, sempre que um dos sistemas disparar, uma empresa terceira de segurança será acionada para verificar o motivo do disparo. Se o empresário optar por usar uma central não monitorada, ele mesmo receberá os avisos por meio de aplicativos que ficam conectados aos aparelhos.

3. Segurança contra acidentes e incêndios

Quando se trata de acidentes, o principal risco para as empresas, especialmente as de pequeno e médio porte, são os incêndios. É preciso investir em detectores de fumaça ou de temperatura, que são acionados automaticamente e ajudam a proteger seu patrimônio.

Isso é permitido por meio das centrais de alarme de incêndio endereçável, que, por serem capazes de se conectar com até 500 dispositivos ao mesmo tempo, podem informar o ponto exato do princípio de incêndio em instantes.

Além disso, existem outras soluções de segurança contra acidentes que precisam ser instaladas. É importante que luzes de emergência com um bom tempo de autonomia estejam posicionadas em todas as áreas da empresa, principalmente onde há grande movimentação de funcionários e clientes.

4. Proteção de áreas restritas

O estoque de produtos é uma das áreas que mais merecem atenção, tanto em indústrias quanto em varejo. Seu acesso deve ser controlado, pois é lá que ficam produtos de valor para o negócio.

Além de monitorar o local por meio de câmeras de segurança, é fundamental verificar quem entra e sai do espaço, o que pode ser feito com tecnologias de controle de acesso, como fechaduras que só abrem com senha, biometria ou cartão de proximidade, que usa tecnologia de identificação por radiofrequência (RFID).

Tecnologias de controle de acesso também ajudam na proteção de áreas onde estão materiais de risco, equipamentos importantes, dinheiro e arquivos sigilosos. Em uma farmácia de manipulação, por exemplo, a sala em que ficam as matérias-primas deve ter entrada controlada, com acesso apenas aos farmacêuticos autorizados.

Companhias de TI que contam com data centers – salas com servidores que armazenam informações da empresa e de clientes – também precisam ser bem protegidas. Nesses casos, equipamentos que oferecem biometria ou reconhecimento facial garantem uma segurança mais eficaz. E, dependendo do nível de sigilo das informações armazenadas, pode ser preciso até a instalação de alarmes para proteção do ambiente.

5. Sem conexão e energia, não há segurança

Além de investir em equipamentos e soluções de segurança, é preciso ter uma boa infraestrutura de rede para que o monitoramento da empresa não fique comprometido. E é essencial que essa estrutura de rede seja separada da oferecida aos visitantes.

Um sistema de segurança profissional, como o monitoramento feito por câmeras e sensores, precisa estar isolado para ter mais estabilidade e eficiência. Nessa rede, vai circular uma grande quantidade dados, que não podem ser interceptados. Por isso, é preciso investir em roteadores e switches capazes de proteger possíveis ameaças à rede.

Isso também vale para a estrutura de energia que a empresa utiliza. Além de estarem conectados, os equipamentos precisam ficar sempre ligados para garantir proteção 24 horas. Soluções como nobreaks protegem os aparelhos de oscilações elétricas e mantêm o seu funcionamento quando há falta de energia.

Além dessas dicas, saiba muito mais em nosso site ou contacte nossos consultores e encontre já todas as soluções de segurança para sua empresa.

FONTE(S): GUIADOCFTV.COM

Inteligência artificial melhora segurança das empresas

O uso de tecnologias de ponta baseadas em inteligência artificial tem avançado muito nos últimos anos. Um dos setores que mais se beneficiam dessa nova realidade é o da segurança. Sistemas de monitoramento e de controle de acesso estão cada vez mais inteligentes e eficientes, e empresas de todos os tamanhos podem usufruir dessas tecnologias.

Exemplo disso são organizações que costumam usar um número elevado de câmeras de monitoramento. Algumas utilizam mais de 500 unidades ao mesmo tempo. “O problema é que é quase impossível um ou dois operadores visualizarem essas imagens de forma eficiente. Depois de 20 minutos encarando uma tela, o ser humano já começa a apresentar desgastes. São limitações da nossa natureza”, explica Renan Antoniolli, executivo de vendas da Intelbras, empresa 100% nacional fabricante de produtos em segurança, redes, comunicação e energia.

Câmeras inteligentes já são capazes de processar tudo o que acontece nas imagens gravadas e alertar o operador quando há alguma ocorrência relevante. “Com as câmeras CFTV IP da Intelbras, por exemplo, é possível desenhar uma linha virtual na imagem. Caso algum corpo cruze essa barreira invisível, o sistema reporta para o operador o que foi detectado. Ele só precisa prestar atenção no que realmente importa, e o monitoramento fica muito mais eficiente”, complementa o executivo.

Além da barreira invisível, outras funcionalidades podem ser aplicadas para a segurança de grandes empresas que adotam a solução de monitoramento CFTV IP. Ela pode ser programada para detectar comportamentos estranhos e até mesmo identificar objetos abandonados. Essa última função, inclusive, é recomendada em lugares de grande circulação de pessoas, como shoppings, aeroportos ou estádios de futebol.

“Cada companhia tem a sua dor e, para cada dor, existe uma solução diferente”, diz Antoniolli. Uma empresa de transportes, por exemplo, precisa controlar o acesso dos veículos da frota ao estacionamento. Com a função de reconhecimento das placas, o sistema identifica cada veículo antes de liberar a entrada. Há ainda equipamentos que fazem mapas de calor, reconhecimento facial ou controle de acesso por biometria. São soluções que se adequam às necessidades do negócio.

Nós, como parceiros da Intelbras, estamos prontos para fornecer o que há de mais atual no mundo da tecnologia para segurança de sua empresa.

FONTE(S): EXAME.ABIL.COM.BR

Internautas veem Dobby, de ‘Harry Potter’, em vídeo de câmera de segurança

Um vídeo que viralizou nas redes sociais no último fim de semana chamou atenção pela presença de uma criatura peculiar. Há quem diga que o ser misterioso é parecido com Dobby, o elfo doméstico do universo de Harry Potter.

O perfil no Facebook de Vivian Gomez publicou as imagens, que são de uma câmera de segurança.

“Eu acordei no domingo de manhã e vi isso na minha câmera e estou tentando entender. O que é isso? Primeiro, eu vi a sombra andando na minha porta da frente, depois eu vi essa coisa. Alguém mais viu isso em suas câmeras? As outras duas câmeras não captaram isso por alguma razão”, escreveu a mulher ao compartilhar o vídeo no Facebook.

As imagens mostram a lateral de uma casa onde um carro está estacionado. De repente, nota-se uma sombra e, em seguida, aparece uma criatura andando em direção à rua. O curioso é que o ser parece ter braços e pernas muito alongados, além de orelhas grandes. Bem semelhante a Dobby.

No Twitter, outra mulher compartilhou as imagens e pediu a opinião dos internautas. GIFs de Dobby e até de Gollum, personagem de O Senhor dos Anéis, surgiram como palpites. Uma pessoa foi mais sensata e disse que parecia uma criança usando short na cabeça.

So I woke up Sunday morning and saw this on my camera and am trying to figure out…what the heck?? First I saw the shadow walking from my front door then I saw this thing….has anyone else seen this on their cameras?? The other two cameras didn’t pick it up for some reason.

Publicado por Vivian Gomez em Quinta-feira, 6 de junho de 2019

FONTE(S): EMAIS.ESTADAO.COM.BR