Oscilação de energia: o que fazer em caso de prejuízos a sua empresa?

No Brasil, 93% da rede elétrica é aérea. Isso significa que, diferentemente de outros países que investem na instalação de sistemas de distribuição subterrâneos, mais seguros e harmônicos com a paisagem urbana, você está mais sujeito às interferências externas que podem causar oscilação de energia durante o abastecimento. Essa ocorrência é facilmente percebida por sinais pouco agradáveis: luzes que enfraquecem, aparelhos que param de funcionar e, nos casos mais graves, a queima de dispositivos e equipamentos que podem custar muito caro para a sua empresa.

Apesar de ser um transtorno relativamente comum, sobretudo entre os meses de outubro a janeiro por conta do aumento da frequência das chuvas, quedas de raios e objetos na rede, a indenização pelos prejuízos nem sempre é fácil. É comum que o consumidor seja levado a procurar ora um órgão, ora outro a fim de buscar o ressarcimento, e acabe sendo “vencido pelo cansaço” e desista da busca pelos seus direitos.

Saiba que há leis que regem esse tipo de situação e o relacionamento dos clientes de distribuidoras de energia elétrica que impõem deveres e garantem direitos para que ninguém saia prejudicado em situações assim. Um exemplo é a 8.078 que foi sancionada nos anos 90 e outro é a resolução normativa número 499 de julho de 2012 que têm trechos específicos sobre a dúvida da qual estamos tratando neste texto. Elas e outras regulamentações disponíveis para consulta no Procon da sua região vão ajudá-lo e garantir a recomposição dos bens da sua empresa que foram danificados dentro do menor prazo possível.

Mas antes de avançarmos, uma dica: leia, informe-se sobre a legislação e invista em equipamentos que protejam seus aparelhos, sobretudo os mais sensíveis. A tecnologia evoluiu muito e hoje é possível agir proativamente para que eventuais surtos de tensão não comprometam dispositivos e componentes vitais do seu negócio.

A oscilação de energia danificou os bens da minha empresa. E agora?

Antes de tudo é importante você saber: a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) regulamentou que casos de queima de equipamentos eletroeletrônicos são passíveis de ressarcimento pela concessionária local. A solicitação de cobertura dos custos pode ser feita por telefone nos postos de atendimento presencial, via internet ou por outros canais que a distribuidora ofereça.

Depois de a reclamação ser registrada e ganhar um número de protocolo dentro do sistema, a empresa irá analisar o caso. Mas um detalhe é importante: a busca do ressarcimento deve ocorrer no prazo máximo de 90 dias a contar da provável data em que o dano aconteceu.

Pelo lado da concessionária de energia que abastece a sua empresa, o prazo é de dez dias corridos para verificar o equipamento. Essa etapa pode acontecer, conforme a regulamentação da Aneel, de algumas formas distintas:

  • na unidade consumidora onde o item estava instalado (na empresa ou na casa do consumidor, por exemplo);
  • em uma assistência técnica autorizada pela distribuidora (neste caso, o deslocamento é de responsabilidade de quem usa a energia e não de quem a fornece);
  • na própria concessionária de energia — neste caso, a retirada do aparelho será combinada diretamente com o cliente.

A verificação é importante para que um técnico especializado confirme se o aparelho foi, de fato, atingido por uma oscilação de energia que ultrapassou os limites recomendados pelo fabricante e se é possível consertá-lo, habilitando-o ao uso novamente. Antes do processo, no entanto, o consumidor não deve consertar o equipamento, exceto se a distribuidora de energia assim determinar.

Depois dessa etapa, a concessionária tem até quinze dias corridos para informar o resultado da análise ao pedido de ressarcimento. Se for autorizado, são mais vinte dias corridos para pagar o consumidor em dinheiro, providenciar o conserto ou substituir o equipamento danificado.

Como prevenir os danos causados pela oscilação de energia

As orientações que você leu anteriormente neste texto são para depois que o problema já aconteceu. O ideal seria, obviamente, que ele não acontecesse. E a boa notícia é que é possível minimizar as chances de danos.

Há basicamente três tipos de equipamentos que oferecem graus diferentes de proteção. Veja qual é o mais adequado para a sua necessidade.

Estabilizadores de tensão

Esse tipo de equipamento teve seu “auge” nos anos 90, com a popularização dos computadores de mesa (desktops). Por terem placas e componentes eletrônicos extremamente sensíveis às variações naturais da energia elétrica, precisavam de algum recurso que entregasse a mesma tensão ao longo de todo o funcionamento.

Os estabilizadores cumpriam essa função com normalidade. Eles funcionavam basicamente como um transformador, que quando detectava que a tensão de entrada era inferior à de saída ou incompatível com o valor nominal (110 ou 220 Volts), corrigia reduzindo ou elevando-a.

Com o passar do tempo os estabilizadores caíram em desuso por conta da relação custo-benefício: os mais baratos (em torno de R$ 50) não ofereciam a segurança necessária. Já os mais caros (R$ 200), concorriam com outra categoria de protetores, os nobreaks, dos quais falaremos adiante. A disputa era desigual já que a segunda categoria oferecia, além da estabilização, energia extra por meio de baterias.

Filtros de linha

Costumam ser mais simples que os estabilizadores e custar menos, e ao contrário do que muita gente pensa, não fazem a mesma função. A diferença fundamental está nos componentes usados — um filtro de linha não tem um transformador interno e possui capacitores que atuam contra interferências e atenuações. Há ainda outros componentes:

  • capacitores;
  • varistores;
  • indutores;
  • fusíveis.

Um exemplo do seu funcionamento é quando um equipamento de maior potência é ligado na mesma rede — um liquidificador, por exemplo. Sem o filtro, o funcionamento desse item poderia causar interferência no áudio ou na imagem de uma televisão. Já os bons protetores eletrônicos têm capacitores que atuam contra surtos de tensão como os que acontecem após um blecaute; quando o abastecimento é retomado, é comum que a energia tenha uma potência maior do que o normal e isso pode queimar um equipamento. Fusíveis e chaves inteligentes também ajudam a proteger contra esse perigo.

Por meio deste circuito, o equipamento é capaz de identificar qualquer aumento súbito de tensão e desligar o que estiver conectado a ele por meio da queima do fusível ou de uma chave inteligente que rearma o protetor após o curto-circuito ou sobrecarga. Neste caso, não há nem a necessidade da substituição do fusível.

No mercado você encontra protetores eletrônicos que também trazem comodidade por oferecerem quatro, cinco, seis ou oito tomadas

Nobreaks

Os mais robustos equipamentos disponíveis para a proteção de aparelhos eletrônicos. Assim como os estabilizadores, eles equilibram a tensão de saída conforme o que é fornecido pela rede elétrica por meio de um transformador interno, mas com um diferencial: um conjunto de baterias garante o funcionamento dos itens ligados a ele por algum tempo caso o abastecimento seja interrompido (o tempo varia conforme a capacidade do nobreak e a potência consumida pelos objetos ligados nele).

Há dois tipos de nobreaks:

  • interativo: destinado aos consumidores que precisam de uma solução menos robusta e eficaz para aplicações simples, pode ser instalado em praticamente qualquer ambiente comercial (ou residencial) e suporta equipamentos de informática, áudio e vídeo, protegendo-os de falhas e oscilações na rede elétrica;
  • senoidal: esse tipo de recurso equilibra o fornecimento das ondas de energia, padronizando a alimentação dos equipamentos mais sensíveis e de uso contínuo ligados a eles. É a solução adequada para servidores de rede e outras aplicações que envolvam a alimentação de dispositivos de alto custo e valor agregado.

Agora que você já sabe o que fazer caso tenha algum equipamento danificado por uma sobrecarga de tensão ou oscilação de energia na sua casa ou empresa, não esqueça de verificar corretamente qual é a potência ideal para atender a demanda energética que você possui e escolha o melhor recurso para proteger seu patrimônio. Encontre outras informações no nosso site e leia outros conteúdos como este no nosso blog.

FONTE(S): INTELBRAS..COM.BR

Tecnologia IP: o que é e quais são suas vantagens

Nos últimos anos, muitos produtos no setor de segurança e monitoramento foram lançados tendo a “Tecnologia IP” como um de seus principais recursos. Não é à toa: o uso dessa tecnologia para monitoramento eletrônico cresce em média 35% ao ano e em breve, liderará o setor. Mas para que serve este recurso?

A tecnologia IP é responsável por trafegar os dados (voz, vídeo, dentre outros) em rede, diferentemente de equipamentos analógicos e de aparelhos digitais sem comunicação via network.

Simplicidade e economia

De maneira geral, essa característica permite simplificar bastante os sistemas de segurança e monitoramento. O principal motivo disso é que a estrutura de rede da qual elas se utilizam pode ser a mesma que a maioria das empresas já possui, o que elimina a necessidade de gastos com equipamentos e instalação de uma rede separada. Porém, é recomendável o uso de uma estrutura específica, especialmente por questões de tráfego de dados e garantia de funcionamento contínuo.

Como a infraestrutura é a mesma que a empresa já utiliza, a instalação e manutenção do sistema de segurança podem ser feitas pela mesma equipe que já cuida do resto, o que também ajuda a economizar. Além disso, cada câmera com tecnologia IP pode substituir até quatro câmeras analógicas num mesmo ambiente, levando-se em consideração a qualidade de imagem.

Todos esses fatores fazem com que essa tecnologia apresente uma economia considerável com relação ao uso de equipamento analógico, especialmente em projetos que exigem muitas câmeras. Ainda que equipamentos com essa tecnologia costumem ser mais caros, os custos com a instalação da infraestrura costumam compensar e no resultado final baratear o projeto. Ainda contam o menor tempo de instalação e a menor necessidade de manutenção.

Câmeras inteligentes

As câmeras IP (como são chamadas as câmeras compatíveis com essa tecnologia) também apresentam, em relação às câmeras analógicas, a vantagem de fazer o gerenciamento das imagens e, em alguns modelos, até o armazenamento diretamente nelas, ou seja, captação e processamento da imagem descentralizados, trazendo economia na transmissão de dados.

Em termos de qualidade de imagem, a vantagem delas também é imediatamente perceptível. Elas estão disponíveis em resoluções de 1 megapixel (HD), 2MP (Full HD), 3MP e 4MP. Já existem no mercado câmeras com resoluções ainda maiores. Algumas delas também possuem tecnologia IR inteligente, que mantém a nitidez das imagens mesmo que o objeto observado esteja muito perto da lente.

A Connect Tech também possui uma série de equipamentos de segurança com a tecnologia IP, podendo ser o que você precisa para seu projeto de segurança. Contacte já um de nossos consultores.

FONTE(S): OLHARDIGITAL.COM.BR

Como escolher um sensor de presença para iluminação

Quando o assunto é economia de energia elétrica, poucas práticas são tão eficazes para o bolso e para o meio ambiente quanto desligar um equipamento eletroeletrônico. É claro que muitos objetos já foram desenvolvidos para consumirem o mínimo possível, mas sempre haverá algum nível de corrente circulando e fazendo o ponteiro do medidor rodar. Do outro lado dessa balança econômica, porém, é difícil encontrar objetos que sejam esquecidos ligados de forma indevida mais frequentemente do que as lâmpadas. Como é possível, então, unir essas duas situações e promover o consumo racional da eletricidade? Simples: usando sensores de presença para iluminação.

A tecnologia no desenvolvimento deste tipo de recurso permite resolver completamente o dilema entre conforto e economia. Graças à implementação de capacidades específicas, como a detecção de presença a partir da emissão de calor de corpos e objetos em ambientes de baixa luminosidade e até a sensibilidade à quantidade de luz para definir se a lâmpada deve ou não ser acesa ao detectar um movimento, esses dispositivos precisam fazer parte de qualquer projeto residencial ou comercial que esteja minimamente preocupado em reduzir a conta de luz e poupar energia.

Mas você já sabe como escolher um bom sensor de presença para iluminação? Já leu sobre esse equipamento durante as suas pesquisas na internet? Preparamos este texto para que você possa conhecer cada um dos modelos e decidir pelo que será mais útil e ficará mais harmonioso na sua casa, condomínio ou empresa. Continue a leitura para saber mais.

Tipos de sensor de presença para iluminação

A diversidade de ambientes exige que os sensores tenham características específicas para funcionarem conforme cada situação. Por exemplo: não adianta que um equipamento deste tipo continue acendendo uma lâmpada em uma área durante o dia, ou que a área sensível seja tão pequena que o usuário precise se posicionar quase embaixo dele para acioná-lo.

Recursos modernos que vão desde a implementação de células fotossensíveis até a cobertura de grandes áreas estão disponíveis no mercado, e é justamente elas que você deve conhecer para decidir qual é o melhor sensor de presença para iluminação a ser instalado no seu imóvel.

  • Instalação na parede: esse tipo de sensor oferece economia ao acender e apagar as luzes automaticamente, aliada à praticidade da utilização da estrutura elétrica já existente. Com modelos de sobrepor ou embutir, elimina a necessidade de grandes intervenções e fica estrategicamente posicionado em áreas de tráfego, agilizando o acendimento das luzes;
  • Instalação no teto: esse tipo de sensor costuma oferecer uma área de cobertura mais abrangente, já que pode ser instalado a até quatro metros de altura. A própria disposição do aparelho ajuda na segurança, já que o torna inacessível para quaisquer outras pessoas que não os técnicos responsáveis pela manutenção, impedindo que seu funcionamento seja alterado ou comprometido;
  • Plug and Play: é o tipo de sensor de presença para iluminação mais simples de ser instalado. Pode ser rosqueado no soquete que recebe a lâmpada (no teto, por exemplo).

Onde usar cada tipo de sensor de presença para iluminação

Como você já leu aqui, cada situação exige um tipo de sensor de presença para iluminação adequado. Conheça quais os melhores locais para usar cada tipo.

Uso interno — teto ou parede

Um tipo de solução mais versátil para você instalar na sua casa ou no ambiente corporativo é o que permite a fixação no teto ou na parede. Próprio para ambientes internos, possui uma haste articulada para que você direcione o sensor para a área de maior movimento (focado em uma porta, por exemplo, para fazer a luz acender sempre que alguém passar por ela).

Esse tipo de equipamento funciona a partir da detecção de movimento de pessoas, animais de médio e grande porte e objetos por meio de um sensor infravermelho que reconhece as fontes de calor. Além disso, possui a função fotocélula que permite acender a luz durante o dia ou apenas à noite. Essa característica ajuda a aumentar a economia de energia, pois impede o acionamento indevido da lâmpada quando o ambiente estiver claro ou for desnecessário o seu acendimento.

Além disso, esses sensores oferecem um ângulo de detecção de presença de até 360º e alcance de 5 metros — o que vai eliminar as possibilidades de não acionamento quando alguém passar pelo espaço onde ele estiver instalado.

Uso interno — teto

Caso a sua necessidade seja ampliar a área de alcance do sensor e assim multiplicar a eficiência deste dispositivo no propósito de economizar energia, o ideal para você são os que oferecem maior alcance de detecção. Além do ângulo de 360º, facilitando a identificação de quem estiver passando por quaisquer dos lados, o sensor infravermelho consegue medir fontes de calor que estejam a até 18 metros de distância de onde estiverem instalados, dependendo do modelo escolhido. Essa característica habilita o uso em ambientes maiores, tanto em casa quanto em imóveis comerciais — uma área de festas na residência ou um depósito de uma pequena empresa.

Eles também oferecem a função fotocélula, que desabilita o acionamento da lâmpada durante o dia, mesmo detectando movimento. Essa função, no entanto, pode ser configurada pelo usuário, que consegue desabilitá-la se desejar.

Também há variações importantes que podem ser embutidas no teto — gesso, laje ou outro material —, facilitando a inclusão em qualquer projeto arquitetônico. Também há sensores com proteção IP 44, preparados para serem instalados em locais semiabertos, como garagens, portarias de condomínios e outras áreas.

Uso interno — Plug and Play

Além dos recursos que você conheceu neste texto, há os que não exigem nenhum conhecimento técnico e começam a funcionar assim que são conectados à energia elétrica.

Desenvolvidos para instalação em um soquete E27, os tradicionais e populares “bocais” que recebem as lâmpadas fluorescentes compactas e de LED comuns disponíveis no mercado, têm o sensor acima do espaço destinado à fonte luminosa, para que seja abrangente e “enxergue” completamente o ambiente.

Para entrar em funcionamento, basta que você retire a lâmpada do soquete, rosqueie o sensor e volte a colocar a lâmpada. Esse componente é compatível com todos os tipos de iluminação até 60 Watts, também têm célula fotoelétrica e boa área de cobertura.

Todos os sensores que você conheceu neste texto têm ajuste de tempo de duração da luz acesa. Por meio de um botão no próprio produto é possível determinar qualquer duração a partir da detecção de presença, de 10 segundos a 10 minutos (conforme o modelo). Eles também são compatíveis com as lâmpadas mais comuns do mercado, sejam elas incandescentes, fluorescentes compactas ou de LED, e possuem três anos de garantia.

Para conhecer as novidades que chegarão em breve ao mercado, acompanhe nosso site e nosso blog.

FONTE(S): INTELBRAS.COM.BR

7 curiosidades sobre energia solar

As fontes fotovoltaicas têm ganhado importância em todo o mundo por serem livres de carbono e contribuírem para a redução de emissões de CO2 na natureza. Embora ainda representem 2% da energia produzida no mundo, a expectativa de organizações e especialistas na área é que esse número quintuplique nos próximos anos. Para que você entenda melhor como esse insumo funciona, reunimos nesse artigo 7 curiosidades sobre a energia solar.

Mas antes de apresentá-las, é essencial mostrar alguns dados sobre esse setor. A Agência Internacional de Energia (IEA) estima que até 2050 os painéis fotovoltaicos produzam 11% do montante global de energia. Já os dados da Agência Internacional de Energias Renováveis (Irena) são ainda mais animadores e apontam que a energia solar responderá por 13% da energia consumida globalmente até 2030.

De acordo com a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), o Brasil deve registrar um salto de 44% na capacidade instalada em 2019. Em 2018, o país tinha cerca de 30,5 mil sistemas de energia solar, um número que deve chegar 885 mil até 2024. Todo esse otimismo é puxado por políticas e incentivos que reduzem os custos do setor e facilitam a instalação de equipamentos voltados a esse mercado.

Confira 7 curiosidades sobre energia solar

1. Energia barata

Ao contrário do que muita gente pensa, a energia solar fotovoltaica tem se consolidado como uma das mais acessíveis entre as renováveis. De acordo com dados da Agência Internacional de Energia Renovável, publicados pelo Relatório Geral do Mercado Solar 2019, os custos dos sistemas fotovoltaicos devem reduzir ainda mais, passando de US$ 1,8 por watt para apenas US$ 0,79 até 2025. Para se ter um parâmetro, as usinas termelétricas movidas a gás natural ou carvão custam, respectivamente, US$ 1,3 e US$ 3 por watt. A energia solar é mais barata que a energia elétrica comprada da rede, principalmente com o aumento constante das tarifas.

2. Benefícios mesmo à noite

A solução não gera energia no período noturno. Porém, quando a geração é maior que o consumo durante o dia, o excedente é direcionado para a rede de distribuição e transformado em crédito para ser usado à noite pelo consumidor.

Esse sistema de “compensação” também traz outra comodidade para o consumidor, sobretudo aqueles que têm mais de um imóvel na área de uma mesma distribuidora: o que não for consumido em uma casa, pode servir para reduzir a conta de outra.

Por exemplo: alguém que tenha uma casa num bairro da cidade e um sítio próximo, mais afastado. A quantidade de energia produzida pelo sistema instalado na casa que não for consumida pode ser “utilizada” no imóvel rural, o que deixará a conta de luz mais barata. A única exigência para que isso ocorra é que os imóveis estejam registrados no mesmo CPF.

3. Potencial brasileiro

O país como um todo oferece excelentes condições para a produção de energia solar. O Nordeste lidera a lista de locais com os maiores valores de irradiação solar global, com a maior média e a menor variabilidade anual entre todas as regiões geográficas. Isso se deve à sua localização mais próxima à linha do Equador. Logo em seguida vêm as regiões Centro-Oeste e Sudeste.

4. Fácil instalação

Não é preciso nenhuma obra complexa ou a aplicação de materiais que exijam grandes mudanças na estrutura do ambiente. São necessários apenas painéis solares, cabos de ligação e um equipamento central, conhecido como inversor de tensão. O inversor é responsável por receber e transformar a energia gerada pelos painéis no padrão de utilização da rede elétrica. Normalmente, as placas solares são instaladas em telhados, e delas saem os cabos elétricos que alimentam o inversor e interligam o sistema com a rede do imóvel.

5. Manutenção simples

Uma das principais dúvidas com relação aos sistemas solares diz respeito à conservação. Os cuidados são simples, limitando-se à limpeza das placas para evitar a perda de eficiência. A manutenção pode ser semestral ou anual e deve ser realizada por uma equipe especializada.

6. Monitoramento pelo celular

Outra das curiosidades sobre energia solar é que alguns equipamentos possibilitam conexão com a internet, fornecendo informações completas sobre o desempenho do sistema. É possível acompanhar a produção de energia elétrica em tempo real pelo celular, tablet ou computador de qualquer lugar do mundo a partir de uma conexão Wi-Fi, aferindo os parâmetros dos inversores, a quantidade de energia gerada, a potência instantânea e outros.

Além disso, as informações sobre a geração mensal de energia são armazenadas, permitindo saber em que meses o sistema funcionou melhor.

7. Como funciona o gerador solar

Composto por painel, inversor, string box, estruturas, cabos, conectores, entre outros acessórios, este equipamento capta a luz solar e gera energia elétrica para ser usada em residências ou empresas.

Entre em contato e conheça todas as soluções disponíveis.

FONTE(S): INTELBRAS.COM.BR

Como funciona a energia solar em residências?

Quem não gostaria de poder viver sem se preocupar com tarifas e contas de luz e energia? Se você consegue imaginar como sua vida, suas finanças e o meio ambiente melhorariam com isso, saiba que essa alternativa pode estar mais perto do que você imagina. É a geração de energia elétrica por meio da luz do Sol. Mas como funciona a energia solar em residências?
Como a energia solar tem se popularizado cada dia mais e se tornado uma opção para quem quer poupar dinheiro e ajudar a preservar os recursos naturais, vamos falar mais sobre ela nesse artigo. Continue a leitura e saiba mais sobre esta forma de geração de energia e veja como utilizar na sua casa sem nenhuma preocupação!

A energia solar

Você provavelmente já deve ter ouvido falar sobre energia solar, seja na televisão ou na internet, ou em conversas com outras pessoas. Esse sistema, regulamentado em 2012 pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), tem se popularizado graças aos benefícios econômicos e sustentáveis que oferece. Aliás, o Brasil superou a marca de 2.000 megawatts (MW) e com isso essa fonte passa a ocupar a posição de 7ª maior geradora de energia no país.

Quando falamos em energia solar fotovoltaica, é a conversão direta da irradiação solar em energia elétrica, por meio de equipamentos específicos que são instalados. De forma resumida, a energia é gerada através de um sistema fotovoltaico, que capta a radiação emitida pelo Sol e a transforma em energia elétrica. Os módulos podem ser instalados em qualquer tipo de construção.

Além disso, pelo Sol ser uma fonte renovável e inesgotável de energia, você poderá desfrutar de uma energia limpa e sustentável. Ou seja, não será preciso se preocupar com o esgotamento ou falta de recursos, como é o caso da energia nuclear ou as provenientes do petróleo e do carvão.

Mas, de fato, como funciona a energia solar em residências?

O primeiro passo para ter acesso a esse tipo de energia, é instalar os módulos fotovoltaicos no imóvel. Esses painéis podem ser colocados no telhado, o que é mais comum, no solo ou até mesmo de forma flutuante – você pode escolher um local de instalação que harmonize com a estética de sua casa e capte radiação de forma eficiente. Mas lembre-se que isto deve ser visto junto com a empresa fornecedora dos equipamentos, que contará com profissionais capacitados para esta definição.

Depois disso, a energia solar passa por um inversor, que vai alterar a corrente contínua para a corrente alternada. Dessa forma, a energia é equalizada de acordo com a frequência normal em residências, que é de cerca de 60 Hz. A partir daí, a energia solar poderá substituir perfeitamente a energia elétrica em todos os usos do dia a dia, sem nenhuma diferença entre elas. E o melhor, será possível economizar até 95% dos gastos com contas de luz.

Também vale destacar que caso a energia gerada pelas placas solares não seja suficiente para suprir seu consumo de energia, esta demanda será complementada pela rede elétrica. Mas, se o oposto acontecer e sua residência está gerando mais do que consumindo, a energia ‘extra’ é repassada para a rede distribuidora em forma de crédito de energia para serem utilizados em até 60 meses. Assim, você terá energia disponível para utilizar quando o gerador solar não estiver em potência total, ou dividi-los com outra unidade consumidora (casa de praia, por exemplo) que esteja no seu nome.

Por isso, além dos módulos e do inversor, o sistema fotovoltaico utiliza um medidor bidirecional. É o famoso ‘relógio de luz’, que mede o consumo, mas, nesse caso, não apenas da energia enviada para dentro do imóvel. Também é medido o que não foi utilizado e acabou sendo levado à rede elétrica. Diferente do restante dos equipamentos do sistema, que são de responsabilidade da empresa instaladora, este relógio é fornecido e instalado pela rede distribuidora de cada cidade.

Energia solar em casa vale a pena?

Analise a implantação de um sistema fotovoltaico como um investimento e não apenas como um gasto já que o sistema tende a se pagar em torno de seis anos. Além disso, os módulos fotovoltaicos tem boa performance, podendo ser usados por cerca de 25 anos. O que acaba sendo um diferencial de valor caso o imóvel precise ser vendido ou alugado.

Portanto, diante do custo-benefício oferecido pela energia solar, podemos dizer que este é um investimento que vale a pena. E não só para seu bolso, mas também para o meio ambiente e para as futuras gerações.

Quer saber mais sobre o assunto? Continue acompanhando o nosso blog e fique por dentro das novidades sobre a geração de energia solar. Se tiver dúvidas, entre em contato.

FONTE(S): INTELBRAS.COM.BR

Escolher o HD errado pode transformar sua segurança em dor de cabeça

Imagine a seguinte situação: você está em casa, tranquilo, quando recebe uma ligação da polícia informando que tentaram invadir a sua empresa. A polícia informa que nada foi levado, mas pede o conteúdo das câmeras para que os responsáveis sejam identificados. Ao conferir o disco rígido onde as imagens ficam guardadas, porém, vem a ingrata surpresa: nada foi gravado.

O quadro assustador é mais comum do que se imagina. Embora a adoção de CFTV (Circuito Fechado de Televisão) tenha se tornado algo normal em boa parte dos estabelecimentos brasileiros, nem todos os empresários tratam do assunto com o rigor necessário.

Talvez um dos principais problemas seja justamente a escolha errada do HD. “Tão importante quanto a seleção da câmera é o meio de armazenamento das imagens geradas. Os gravadores digitais de vídeo, também conhecidos como DVR ou NVR, devem conter, instalado internamente, um disco rígido próprio para o uso em segurança eletrônica”, explica Ronney Amorim, responsável pela linha de discos rígidos na Intelbras.

O problema ocorre quando, em vez de adotar uma solução especificamente preparada para aquela finalidade, opta-se por um modelo convencional. Sai mais barato, mas o HD desenvolvido para uso em computadores não está preparado para operar em sistemas de vigilância.

É só parar para pensar: em uma empresa, o disco rígido comum geralmente fica ligado durante cerca de nove horas, passando as outras 15 descansando. Já a versão para CFTV precisa rodar, de forma ininterrupta, durante as 24 horas dos sete dias da semana. Aplicando essa carga volumosa de trabalho ao HD comum, a pessoa que estiver confiando no circuito de vigilância precisa contar com a sorte para que a aparelhagem não deixe de funcionar.

E não é só a questão do tempo de uso que conta. Tome-se como exemplo o HD WD Purple. Ele grava mais rápido para evitar que os quadros de imagens sejam perdidos, tem baixo consumo de energia e de vibração, além de fazer pouco barulho. Disponível em versões com 1 TB, 2 TB, 3 TB, 4 TB e 6 TB, vem com três anos de garantia, o que significa que a empresa atesta que o produto suporta essa maratona de gravações por, pelo menos, 1.095 dias.

É muito importante que o profissional ofereça a capacidade e a solução correta ao seu cliente para evitar futuros transtornos, como a gravação perdida de uma câmera em um momento crucial ou um sistema de CFTV apenas como ‘efeito placebo’. Com segurança não se brinca.

 FONTE(S): OLHARDIGITAL.COM.BR

Reconhecimento facial deverá ser informado ao consumidor

Projeto segue para aprovação e prevê que lojas que utilizam o reconhecimento facial em suas dependências avisem os clientes por meio de placas e adesivos fixados em sua entrada

Foi aprovado nesta quarta-feira (21/08) pela Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços da Câmara dos Deputados, um projeto que obriga os estabelecimentos que utilizam sistema de reconhecimento facial a informar os consumidores sobre a prática.

De acordo com o projeto, será necessário que uma placa ou adesivo seja fixado na entrada do local, e que esteja visível para todos. Alguns comerciantes utilizam o programa para acessar dados cadastrais e informações dos clientes, como quais deles estão inadimplentes, por exemplo.

O relator do projeto Guiga Peixoto argumentou que a medida, caso se torne lei, trará mais garantias ao consumidor. “As tecnologias de reconhecimento facial lidam com questões éticas diferenciadas, uma vez que podem ser utilizadas à revelia do conhecimento das pessoas”, afirma o parlamentar.

Ainda, ele acredita que para garantir os direitos dos consumidores que frequentam o estabelecimento, eles devem saber que o local utiliza a tecnologia, para que distorções sobre seu uso não sejam levantadas. O documento alega que a medida não trará custos significativos ao estabelecimento, já que a única exigência é a implementação de placas e adesivos de sinalização. 

Para o professor de Teoria Geral do Direito da Universidade de São Paulo e fundador do grupo Lawgorithm – de pesquisa sobre Inteligência Artificial e suas aplicações Juliano Maranhão, a simples sinalização não parece ser suficiente para proteger o consumidor. “O simples aviso de coleta não traz qualquer garantia, pois não há controle de finalidade, nem qualquer informação sobre tempo de guarda dos dados, transferência a terceiros etc. Para que o consentimento seja efetivo, é importante que a informação traga esses detalhes e não seja um simples ‘sorria, seus dados faciais estão sendo coletados’, explica o professor.  

O projeto tramita em caráter conclusivo, ou seja, está prestes a ser analisado pelas comissões designadas para que entre em vigor.

FONTE(S): OLHARDIGITAL.COM.BR

Em terra de segurança eletrônica, tecnologia é substancial

 “Tecnologia é qualquer coisa que não estava por aí quando você nasceu”, disse o cientista da computação, Alan Kay, que mesmo tendo nascido na primeira metade do século XX, é um dos pensadores mundiais mais influentes quando o assunto é avanço tecnológico.

Hoje quase todo o mercado é impactado de alguma forma pela inovação, seja comércio, indústria, e até mesmo campos como pesquisa ou ciência, que utilizam desses apetrechos para fazerem novas descobertas como vacinas ou monitoramento com drones. Ao afunilar um pouco mais, entramos na segurança eletrônica, que anda de mãos dadas com a ciência.

Nos últimos anos, o mercado de segurança vem testemunhando inúmeros avanços graças à tecnologia da informação, responsável por implementar diversas soluções no setor. Um exemplo é a inteligência artificial, que permite ações como reconhecimento facial, softwares, leitura de placas, cruzamento de dados, análise de padrões comportamentais, entre tantos outros.

Há quem diga que essas mudanças irão reduzir a importância do trabalho manual e substituir o homem por máquinas, mas não é simplesmente isso. O que torna tudo tão smart é que existe um elo entre o que já existe e a programação avançada, que cria algo mais engenhoso e brilhante a ponto de tornar as tarefas muito mais imediatas e descomplicadas (essa última, na medida do possível).

Nesse sentido, é fácil afirmar o porquê do mercado de segurança eletrônica ter faturado cerca de R$ 6 bilhões no Brasil em 2017. Um dos fatores principais é o benefício gerado para as empresas, que podem usufruir dos utensílios inovadores para ampliar a efetividade dos serviços prestados. Além disso, é possível medir mais adequadamente o desempenho dos profissionais envolvidos – que tiveram de se adaptar à nova realidade do mercado –, reduzir custos operacionais e propiciar maior sensação de segurança aos usuários. O último fator refere-se aos mecanismos criados por esse campo de estudo, como câmeras, alarmes, senhas, além de equipamentos que melhoram a operação humana.

Tudo isso prova que empresas que aplicam a tecnologia no dia a dia e se veem abertas ao dinamismo do mercado conseguem se favorecer e aperfeiçoar os serviços oferecidos. Segundo o relatório da 29ª Pesquisa Anual do GVcia, Centro de Tecnologia de Informação Aplicada da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV/EAESP), de 2018, o gasto e investimento em Tecnologia da Informação (TI) representam 7,7% da receita das empresas.

A Connect Tech, que é especializada em segurança eletrônica, se atenta às mudanças constantes e possui soluções e inovações tecnológicas em todos os serviços que presta ao consumidor potencial. Aos clientes de segurança eletrônica, por exemplo, a empresa disponibiliza aplicativos de celular para visualização de imagens e outras aplicações que ampliam a segurança do local e podem ser acessadas de qualquer lugar do mundo a qualquer momento.

Portanto, para que tudo isso seja válido, é preciso informar a necessidade da segurança eletrônica ao cliente, estando atento às inovações tecnológicas e sabendo como utilizá-las e adaptá-las à sua necessidade.

FONTE(S): ECOMMERCENEWS.COM.BR

Câmera de segurança Wi-Fi externa: veja modelos disponíveis no Brasil

Modelos prometem aumentar a segurança de sua casa e enviam as imagens direto para o seu smartphone

As câmeras de segurança externas com Wi-Fi são alternativas ideais para proteger os arredores do seu estabelecimento ou casa. Os modelos chamam atenção por serem mais fáceis de usar que aparelhos convencionais de vigilância, além de p acessar as imagens gravadas em tempo real de um celular ou tablet com Android ou iOS

Apesar disso, não existem muitas opções de qualidade e de marcas conhecidas à venda no Brasil. Pensando nisso, selecionamos os modelos de câmeras de segurança com Wi-Fi que podem ser interessantes para comprar. A lista traz alternativas da HikvisionIntelbras.

1. Hikvision B1 WIFI

As câmeras D1 e B1 WIFI da Hikvision podem ser usadas em ambientes externos com uma distância do NVR de até 150m em área livre. Além disso, possuem resolução Full HD, resistência à água, infravermelho e super compressão de imagens com H.265 plus, permitindo mais armazenamento no HD.

Se tornando uma das soluções mais completas. A promessa é de entregar imagens de alta qualidade mesmo em ambientes com pouca iluminação, uma vez que apresenta iluminador infravermelho com um alcance de 30 metros.

 

2. Intelbras iC5

Uma das alternativas da Intelbras para manter sua casa mais segura é a iC5. A câmera tem como proposta oferecer todo o controle necessário do equipamento na palma da sua mão e em qualquer lugar por meio do smartphone. Seu design não é tão moderno e robusto quanto o modelo anterior, porém também traz certificação IP66 para funcionar até mesmo na chuva.

Com relação à ficha técnica, a câmera realiza filmagens em HD (720p), tem campo de visão de 114 graus e visão noturna de até 30 metros, característica interessante para quem pretende utilizar o dispositivo em ambientes sem nenhuma luminosidade. A fabricante afirma ainda que a câmera traz sensores de movimentos capazes de avisar quando alguém se aproxima por meio de alertas ou notificações no celular.

 

3. Intelbras EHC 101

Outra câmera de segurança da Intelbras que promete ajudar na segurança é a EHC 101. O modelo aposta em um visual arrojado, que pode ser utilizado tanto dentro quanto fora de casa, já que também possui proteção contra poeira e chuva (certificação IP66). Seu diferencial está no sistema de fácil configuração, mas pode deixar a desejar quanto à resolução de imagem e alcance da visão noturna. A câmera grava em QVGA (320 x 240 pixels), resolução menor que a HD, e tem infravermelho com um alcance de apenas 5 metros.

Em seu interior, ela conta com microfone embutido, sensor CMOS de 1/4 de polegada e lente de 3,6 mm. É possível configurar o modelo em posições de mesa, teto ou parede, tornando a utilização bastante versátil.

Como escolher uma câmera de segurança? Tire suas dúvidas com nossos consultores.

FONTE(S): TECHTUDO.COM.BR

IoT e automação predial: conheça um condomínio inteligente

Em plena evolução, a Internet das Coisas ou IoT deve transformar o modo como inúmeras atividades são realizadas em poucos anos. Pela conexão e integração dos objetos à rede, será possível programar equipamentos e dispositivos para que eles executem tarefas de forma autônoma, apenas com um comando online remoto. A automação predial é um segmento que terá grandes ganhos com esta tecnologia.

Assim como a IoT vai tornar as casas inteligentes, os condomínios do futuro também serão conectados e com soluções integradas para oferecer maior segurança, controle, conforto e praticidade aos seus moradores e gestores. Saiba mais sobre os condomínios inteligentes neste artigo.

Os avanços da automação predial

Com os avanços da automação predial trazidos pela IoT, os gestores dos condomínios poderão atender demandas cotidianas de forma mais ágil e até mesmo solucionar antigos problemas. Já os moradores, ganham facilidades no acesso e no uso de áreas comuns.

Do ponto de vista da administração, os condomínios inteligentes terão soluções – em grande parte em nuvem ou cloud, como é chamado – que irão integrar e conectar todos os sistemas: de gestão de documentos, de iluminação, de climatização, abastecimento e uso de água, de segurança, monitoramento e controle de acesso etc.

A automatização da água, da luz e do ar-condicionado faz com que a estrutura acompanhe a demanda real, reduzindo o desperdício e os custos operacionais. As luzes das áreas comuns, por exemplo, além de serem programadas de acordo com a luminosidade externa, poderão ser acesas ou apagadas à distância por meio de aplicativos. Assim como em salões de festas ou em áreas esportivas, em que se pode ir baixando a iluminação de acordo com o horário de funcionamento acordado na convenção de condomínio – pode funcionar como um lembrete aos usuários e evitar atritos entre os moradores, síndico e porteiros.

Ligar e desligar a bomba da piscina e regar os jardins também serão controles realizados remotamente e executados com mais precisão, pois poderá se medir a quantidade de água necessária nas mais diferentes situações. Ou ainda em lugares em que há frio ou calor mais intenso, os sensores espalhados pelos prédios ajudam a ajustar a climatização e trabalham em conjunto com os aquecedores e painéis solares, por exemplo.

Além disso, a segurança será ampliada pela comunicação entre todos os dispositivos. Sensores e alarmes, central de incêndio, câmeras, portões para veículos e pessoas poderão estar ligados a uma única central online, com gerenciamento e acionamento facilitados e com alguns comandos disponíveis para os condôminos. Um exemplo é liberar o acesso dos carros pela leitura das placas e o acesso de pessoas pela leitura facial. Ou ainda enviar QR Codes aos smartphones dos convidados de uma festa ou para prestadores de serviço, liberando a entrada em áreas do condomínio apenas em dias e horários pré-definidos.

Nessa nova fase da automação predial, vale a pena destacar que tudo sempre será feito de forma online, basicamente automatizada e sem que alguém precise se deslocar até o local para realizar uma atividade.

A estrutura de conexão necessária para ter um condomínio inteligente

Do ponto de vista da estrutura para a conexão dos equipamentos e dispositivos, a automação predial do futuro será um pouco diferente da automação residencial das casas inteligentes. Enquanto as casas precisarão apenas de uma excelente conexão à internet, já que a tecnologia está convergindo para produtos no estilo ‘plug and play’, os condomínios deverão contar uma infraestrutura de banda larga de alta velocidade, imprescindível para a oferta da IoT nessa escala.

Para isso, é necessária a implementação de uma rede robusta, que esteja pronta para suportar tamanha conexão. Estas redes podem ser cabeadas – as tecnologias EPON e GPON de fibra óptica devem ganhar ainda mais mercado nos próximos anos – ou via Wi-Fi, com roteadores e repetidores (ou ainda access points) superpotentes. Também pode ser feita de maneira híbrida, mesclando estas tecnologias, dependendo do local e do tipo de automação escolhida.

O resultado da automação predial no futuro será dar um desempenho mais eficiente, com operações simplificadas e ao alcance também dos moradores, e com a redução dos custos energéticos e operacionais.

Esteja preparado para o futuro, pois ele é agora e estamos prontos para atendê-lo!

FONTE(S): INTELBRAS.COM.BR