Tecnologia dual band AC em roteadores: perguntas e respostas

Você enfrenta problemas de conexão em casa, como instabilidade e lentidão? Já precisou ter que desligar o Wi-Fi do celular para poder utilizar o notebook tranquilamente? Saiba que situações como essas são bastante comuns e, ao contrário do que você possa imaginar, a culpa pode não ser do seu provedor de internet, mas sim da tecnologia do seu roteador.

Pensando isso, neste post vamos responder às principais dúvidas sobre os roteadores dual band AC e os benefícios que os modelos que utilizam essa tecnologia podem trazer para você. Acompanhe!

Como funciona uma rede sem fio?

Antes de explicarmos a tecnologia AC, vamos entender como funcionam as redes sem fio. Esse tipo de rede opera via ondas de rádio, as mesmas utilizadas por seu celular, seu telefone sem fio ou sua smart TV, por exemplo. Para realizar a comunicação entre os equipamentos, a rede sem fio utiliza frequências e protocolos específicos.

Até pouco tempo, os dispositivos sem fio utilizavam a mesma faixa de frequência de 2,4 GHz, que garante uma boa taxa de transferência (geralmente até 300 Mbps) e um bom alcance a um custo acessível aos consumidores.

Por que a tecnologia mudou?

Com a evolução da tecnologia, cada vez mais equipamentos sem fios chegaram às casas das pessoas, ocupando o mesmo espaço limitado dentro dessa mesma frequência de 2,4 GHz. Assim como em uma rodovia, o excesso de tráfego em uma mesma via leva, invariavelmente, a congestionamentos, o que, no caso das conexões sem fio, se traduzem em lentidão e quedas de conexão.

Assim, a saída encontrada pela indústria para driblar essa sobrecarga foi a criação de novos produtos que operem em outros espectros, dessa vez na frequência de 5 GHz e utilizando protocolos mais modernos de comunicação, como o AC.

Isso fez com que se abrisse uma nova via para que o sinal pudesse trafegar, desafogando o congestionamento que existia na frequência anterior, melhorando a experiência dos usuários ao navegar permitindo também um número maior de aparelhos conectados à rede.

Todos os dispositivos são compatíveis com a duas frequências?

A resposta é: não. Nem todos os equipamentos operam em ambas as frequências. Alguns dispositivos mais antigos, por exemplo, estão limitados apenas ao espectro dos 2,4 GHz, e não possuem suporte para se conectar a uma rede de 5 GHz. Há também aparelhos que tem suporte a dual band, ou seja, conseguem se conectar a redes 2.4GHz e 5GHz, mas que não são compatíveis com a tecnologia AC (suportam apenas velocidades menores de conexão).

Então, o que fazer?

Para evitar problemas de incompatibilidade, a solução são os roteadores dual band AC. Esses aparelhos são capazes de fornecer as duas frequências para um mesmo ambiente, eliminando possíveis problemas de conexão com dispositivos que operam em somente uma das faixas. Além disso, suportam maiores velocidades de conexão pois utilizam protocolos mais modernos.

Por que eu devo ter um roteador dual band AC?

Atualmente, muitas empresas que prestam serviços de telefonia e internet fornecem equipamentos de baixo custo e para um uso bastante limitado. A realidade é que a maioria dos consumidores acaba utilizando o roteador oferecido pela companhia porque não há nenhum valor adicional e boa parte deles já contam com Wi-Fi.

O problema é que esses equipamentos são desenvolvidos para atender relativamente bem o perfil médio do consumidor. Ou seja, eles garantem uma navegação mediana, que permite o uso de redes sociais e e-mails, streaming de vídeos em alta definição em uma tela e pouco mais que isso.

No entanto, para usuários que contam com mais dispositivos conectados à rede ou que possuem hábitos que exigem mais da internet, é bem provável que essa configuração básica não suporte a demanda.

Nesse caso, investir em roteadores dual band com a tecnologia AC é a saída ideal para aproveitar todo o potencial do plano de internet contratado.

Quais as vantagens em fazer essa troca?

Por operarem com um padrão Wi-Fi mais moderno, os roteadores dual band AC conseguem garantir um tráfego maior de informações no mesmo intervalo de tempo quando comparados aos que utilizam somente a frequência de 2,4 GHz e protocolos mais antigos de comunicação.

Mas há outra grande vantagem: os roteadores dual band modernos conseguem operar nas chamadas redes de quinta geração ou Wi-Fi 5 (lembrando que Wi-Fi 5 e AC é a mesma coisa, estamos falando do protocolo 802.11AC). Isso significa que eles contam com um número muito maior de canais disponíveis para se comunicar (23 contra apenas 11), o que reduz significativamente a disputa por espaço em uma mesma frequência com outros dispositivos do ambiente ou até mesmo com outros roteadores próximos (dos vizinhos ou dos escritórios ao lado, por exemplo). Com menos interferência na comunicação, a experiência de navegação se torna muito mais eficiente, estável e veloz.

Os modelos mais modernos também permitem a criação de outras redes Wi-fi em um mesmo dispositivo, proporcionando, por exemplo, a criação de uma rede exclusiva para visitantes. Além disso, muitos equipamentos já permitem ao usuário gerenciar e configurar a rede por meio de um aplicativo para smartphone, sem a necessidade de conhecimentos técnicos sobre redes sem fio.

Ficou interessado em melhorar sua experiência digital? Então entre em contato e conheça as melhores soluções em roteadores domésticos e empresariais!

FONTE(S): INTELBRAS.COM.BR

O que é importante no cabo coaxial para CFTV

Você já parou para pensar no que é importante no cabo coaxial para CFTV?

Com tantas opções no mercado acaba ficando difícil para quem não é um especialista no assunto descobrir realmente quais características que são importantes no cabo coaxial.

Quem já é um expert no assunto e conhece a Connect Tech sabe como valorizamos a infraestrutura e insistimos para que a qualidade não caia principalmente em cabos, conectores e a organização.

A infraestrutura é uma parte que representa porcentagem pequena no preço total do CFTV, porém, se não for tratada como se deve vai comprometer toda a qualidade do sistema e do serviço do profissional de segurança.

O cabeamento sem dúvidas é o fator determinante para um bom sistema de CFTV, mas como escolher o cabo coaxial certo se não sabemos o que é importante.

Vamos agora conhecer quais características mais importantes no cabo de coaxial para CFTV, de maneira que você faça a escolha certa na hora da compra.

Bitola do cabo coaxial bipolar

A palavra bitola é uma unidade de medida que no cabo coaxial é usada para medir o diâmetro do cabo.

Até bem pouco tempo atrás existia uma gama de cabos para CFTV como RG 59, RG 6 e RG 11, mas hoje em dia os cabos mais comuns que você vai encontrar se dividiram em dois: 4 mm e 5 mm.  

Quanto mais grossa a bitola do cabo, teoricamente maior vai ser a distância que o sinal do CFTV vai percorrer.

Perceberam que na frase anterior existe a palavra ‘teoricamente’, isso porque não basta apenas a espessura da bitola para que o fio consiga percorrer uma boa distância, existe outro fator muito importante que interfere no alcance do sinal que vamos conhecer agora.

Núcleo do cabo coaxial

Além da espessura do fio que vai conduzir o sinal, a composição do núcleo do cabo coaxial interfere diretamente na distância que o sinal vai percorrer.

Existem cabos de todos os preços no mercado, mas sempre que um cabo muito barato é oferecido é importante perguntar qual a porcentagem do cobre no núcleo.

O ideal para cabos de CFTV independente de 4 ou 5 mm é que o cabo seja 100% cobre, a composição do cabo além de impactar na distância que o sinal vai alcançar ele também interfere na qualidade da imagem que chega ao DVR.

De nada adianta investir fortemente em um sistema de CFTV com câmeras de alta qualidade e pecar no momento de escolher o cabo, a qualidade da imagem é simplesmente perdida.

Malha do cabo coaxial

A malha do cabo coaxial é um componente estratégico para manter a qualidade da imagem, ela é a grande chave da longevidade do cabo coaxial na indústria de imagem.

Quanto mais densa a malha do cabo coaxial maior vai ser o isolamento do sinal evitando interferência eletromagnética, a malha faz esse isolamento através de um fenômeno chamado Gaiola de Faraday.

Além da malha alguns fabricantes usam uma segunda alternativa para evitar interferências que é uma camada de alumínio entre a malha e o Nylon do cabo coaxial, cabos com esta alternativa são chamados de “cabo com dupla blindagem”.

A Connect Tech, sempre preparada para instalações em cabo coaxial para pequeno, médio e grande porte com os melhores profissionais do mercado. Estamos prontos para atender a sua necessidade

FONTE(S): ONIXSECURITY.COM.BR

Trocar o roteador ou comprar repetidores? Como dimensionar a rede da sua residência

Seu plano de internet é muito bom? Seu computador é de última geração, sua smart TV também, assim como seu tablet, smartphone e outros aparelhos conectados à internet? No entanto, o sinal nunca está como deveria, ou em alguns locais da casa ele é mais forte e em outros quase não aparece? Essa é uma situação bastante comum, o que faz muitas pessoas entrarem imediatamente em contato com o seu provedor de internet, apostando que a entrega do pacote não está sendo como deveria. No entanto, muitas vezes esse problema pode ser solucionado com uma das três opções a seguir: posicionar melhor o roteador, comprar repetidores ou trocar o roteador. E isso pode estar relacionado unicamente à estrutura da sua residência.

Vale lembrar que muitos dos modems e roteadores Wi-Fi oferecidos pelas prestadoras de serviços de comunicação têm um uso bastante limitado. Eles atendem bem a maior parte dos perfis dos usuários, mas os que necessitam de uma configuração um pouco mais avançada podem precisar investir em um equipamento próprio e mais robusto.

Vamos ajudá-lo, neste post, a decidir qual é a melhor maneira de solucionar seu problema, entre as três alternativas citadas. Acompanhe!

Como identificar a causa do problema

Antes de mais nada, é preciso identificar que realmente o seu problema é o sinal fraco e não a internet lenta em sua origem. Para isso, pode-se fazer um teste de velocidade na internet ou mesmo entrar em contato com a sua operadora. Entretanto, são necessárias algumas ações antes de verificar a velocidade da conexão.

A primeira delas: deixe na rede só o dispositivo que será usado para fazer o teste. Mesmo que outros aparentem estar inativos, se não estiverem desconectados de fato podem gerar tráfego e isso interferirá no resultado final.

Além disso, utilize um serviço confiável e reconhecido para analisar quantos bits por segundo estão saindo ou entrando da sua rede. Plataformas mais populares geralmente oferecem bons métodos de medição do que outros sites que acabam sobrecarregando o tráfego com muitos anúncios.

Feito isso, partimos para a próxima ação, que é identificar o formato do local onde você está tentando acessar a internet. Sua casa é grande, mas sem muitos obstáculos? Ou menor, mas com muitas paredes grossas e eletrodomésticos, que podem interferir na propagação do sinal? Identificada a estrutura, vamos direto às soluções.

Solução 1: posicionar melhor o roteador

Se sua casa for pequena, com poucos obstáculos, antes de trocar o roteador, tente posicioná-lo melhor. O ideal é que ele fique mais centralizado dentro da sua residência. As antenas dos roteadores são omnidirecionais, ou seja, distribuem o sinal em todas as direções. Portanto, quanto mais centralizado, mais uniformemente o Wi-Fi será distribuído. Apostar em locais altos também faz diferença, porque eles ajudam a irradiação dos sinais.

A posição da antena também vai interferir na distribuição do sinal. A melhor posição normalmente é a reta e para cima, distribuindo o sinal horizontalmente. Porém, no caso de um local com dois andares, por exemplo, o ideal é manter a antena na horizontal para que as ondas se propaguem verticalmente. Mas o mais importante é verificar a orientação do fabricante no manual de instruções; lá é que você encontrará as especificações do projeto do seu produto.

Como muitos eletrônicos utilizam a mesma frequência, de 2,4 GHz, é preciso que o roteador fique distante de micro-ondas, babás eletrônicas e caixas de som bluetooth, por exemplo. Outra dica é deixá-lo em uma posição onde menos paredes precisarão ser ultrapassadas, como em cantos da casa próximo a corredores.

Solução 2: comprar repetidores

Enquanto o roteador encaminha e organiza os pacotes de dados entre redes, o repetidor pega o sinal que já existe, emitido pelo roteador, e o repete. Ele utiliza os dados da rede que está repetindo e encaminha para os dispositivos conectados, ampliando assim a área de cobertura.

Essa solução é mais aconselhada quando uma residência possui muitos obstáculos, como móveis grandes ou paredes muito grossas ou mesmo a interferência de muitos aparelhos eletrônicos, não permitindo que o sinal chegue a determinado cômodo (ou mais de um). Neste caso, trocar o roteador não funcionaria, pois continuaria existindo um ponto cego. O ideal então seria instalar o repetidor, ou os repetidores, nos locais onde o sinal primário começa a falhar.

Essa solução ajuda, mas deve ser analisada com cuidado. Como os repetidores funcionam como “pontes” entre a rede principal e os dispositivos, é normal que o desempenho caia. Quanto mais repetidores forem instalados, menor pode ser a velocidade.

Em situações em o usuário deseje solucionar definitivamente os problemas de conexão, a recomendação é que ele invista nas redes Mesh. Elas têm um conceito técnico diferente e maior capacidade de ampliação.

Funcionando como uma malha, elas são mais automatizadas — a própria rede Wi-Fi distribui o sinal conforme as áreas onde há mais demanda — e têm melhores velocidade e cobertura. Isso elimina as chamadas “zonas mortas” (áreas de sombra) que não têm sinal. Isso também permite que o usuário circule pelo ambiente de modo que a conexão se mantenha ao migrar de uma antena para outra.

Solução 3: trocar o roteador

Sua residência é grande? Você já checou com sua operadora e ela está entregando a velocidade prometida, mas seus dispositivos ainda estão com problemas de sinal? Você já tentou colocar o roteador em um local mais apropriado, sem obstáculos e não resolveu? Então, o seu roteador pode realmente ter ficado obsoleto. E essa é a hora de trocar o roteador.

Uma residência maior necessita de um roteador wireless mais robusto, ainda mais se vários dispositivos se conectam à internet ao mesmo tempo. A escolha do roteador vai depender de alguns fatores, sendo os principais: velocidade da internet, velocidade de transmissão do roteador, tamanho do ambiente e número de dispositivos conectados.

Existem roteadores dos mais variados valores e potências, e é preciso saber exatamente o que você está buscando para não comprar um equipamento muito robusto (e de valor mais alto) sem necessidade, ou um equipamento de valor mais baixo mas que não tenha a performance de que você precisa. Uma sugestão são os roteadores da com a tecnologia AC, que operam em duas faixas de frequência (2,4 GHz e 5 GHz) e ampliam a possibilidade de conexão com diversos tipos de dispositivo.

Então, agora que você já sabe que é hora de realmente trocar o roteador, adquira já a solução com um de nossos consultores.

FONTE(S): INTELBRAS.COM.BR

Sistemas de alarme: novidades aumentam a eficiência do monitoramento

Quando o assunto é economia de energia elétrica, poucas práticas são tão eficazes para o bolso e para o meio ambiente quanto desligar um equipamento eletroeletrônico. É claro que muitos objetos já foram desenvolvidos para consumirem o mínimo possível, mas sempre haverá algum nível de corrente circulando e fazendo o ponteiro do medidor rodar. Do outro lado dessa balança econômica, porém, é difícil encontrar objetos que sejam esquecidos ligados de forma indevida mais frequentemente do que as lâmpadas. Como é possível, então, unir essas duas situações e promover o consumo racional da eletricidade? Simples: usando sensores de presença para iluminação.

Os brasileiros estão mais preocupados com a segurança dos lugares onde vivem e trabalham. Além da necessidade de reforçar o monitoramento em casa por conta do crescimento das cidades, a facilidade de acesso às novas tecnologias e integração delas à soluções consolidadas proporciona o surgimento de novos equipamentos, mais conectados e monitoráveis. Essa expectativa se traduz em números: até o fim do ano, a procura por recursos como o tradicional sistema de alarme deve protagonizar o crescimento de 10% da indústria de segurança eletrônica em relação ao ano de 2018.

Esse tipo de equipamento é um dos mais lembrados pelos consumidores quando se fala em dispositivos contra intrusão. Ao longo dos anos ele se mostrou eficaz para monitorar a situação de casas, pequenos escritórios e até empresas e acionar equipes de segurança quando necessário. Essa preferência continua nos dias de hoje – é o segundo item mais buscado, atrás apenas das soluções em videomonitoramento – graças às evoluções que permitiram atender às necessidades ainda mais específicas do público moderno.

Hoje existem sistemas de alarme para praticamente todos os tipos de imóveis e tamanhos de orçamento. Além das tradicionais centrais monitoradas e não monitoradas, que são mais populares por estarem a mais tempo no mercado, várias inovações permitem expandir o uso destes dispositivos para locais em que existe algum tipo de limitação física.

Sistema de alarme com instalação facilitada é tendência

A composição básica de um sistema de alarme é a seguinte:

  • central de alarme: é para onde todas as informações convergem. É ela que pode enviar um comando para uma equipe externa (no caso das centrais monitoradas), fazer tocar uma sirene e se comunicar com o usuário ao discar para um telefone (caso das não monitoradas) ao identificar alguma violação ou invasão;
  • sensores: são a “ponta” da instalação. Esses equipamentos é que vão captar qualquer movimentação estranha – seja a presença de alguém em uma área indevida, a abertura de uma porta ou janela ou ainda a ultrapassagem de uma barreira (alguém que pule um muro, por exemplo). Podem ser magnéticos de abertura, de movimento ou de barreira;
  • sirene: é a parte que dá o alerta de que algo aconteceu. Toca em alto volume para alertar a vizinhança e chamar a atenção para o local onde há um problema;
  • bateria: garante o funcionamento de todo o sistema mesmo em casos de falta de energia elétrica. É recarregada automaticamente quando o fornecimento for restabelecido.

Todos esses itens atuam conjuntamente para deixar o seu patrimônio o mais protegido possível. A diversidade de modelos de sistemas de alarme permite escolher entre as opções aquele que mais se adequa ao seu projeto.

Alarme sem fio: solução sob medida e sem quebra-quebra de paredes

Como nem todo mundo está construindo ou tem um imóvel próprio, uma boa solução pode ser investir em um sistema de alarme sem fio. Esse tipo de recurso expande as possibilidades de instalação de um recurso de segurança para os locais em que não há disponibilidade para pequenas obras, instalação de canaletas nem espaço livre na tubulação elétrica.

Composta basicamente pelos mesmos itens que os modelos com fio, o diferencial está na forma como ocorre a comunicação entre os sensores e a central: via radiofrequência. Esse tipo de sistema é altamente seguro e faz com que não seja preciso passar fios e cabos por todo o imóvel. Isso é ideal para quando não há possibilidade ou interesse em se fazer intervenções estruturais.

Entre os potenciais locais que podem receber um sistema de alarme sem fio estão:

  • casas alugadas;
  • imóveis históricos ou sem estrutura elétrica adaptada para equipamentos atuais;
  • salas comerciais;
  • situações em que o dono ou locatário não queira gastar com mão-de-obra de pedreiro e eletricista;
  • espaços ocupados de forma temporária.

Ao instalar uma central de alarme sem fio, você pode removê-la quando precisar desocupar o imóvel e aproveitá-la em outro lugar. Isso porque os sensores e a central são fixados nas paredes com recursos que permitem a retirada simples e rápida, eliminando o risco de o investimento feito no equipamento se perder ao trocar de endereço.

O fato de não possuir fios também melhora a integração e aumenta a segurança: um eventual invasor não consegue desativar o sistema cortando cabos ou cessando o fornecimento de energia elétrica. Além disso, o monitoramento pode ser feito por empresas especializadas e também pelo próprio usuário por meio do celular.

A comunicação entre esse tipo de central e o mundo exterior também está disponível de pelo menos três formas: via Wi-Fi, conexão Ethernet (cabeada), conexão GPRS ou linha telefônica.

Viu só como é fácil aumentar o grau de proteção da sua casa com o uso da tecnologia correta? Para saber mais como deixar o seu patrimônio seguro, leia mais conteúdos sobre segurança no nosso blog.

FONTE(S): INTELBRAS.COM.BR

Quando o assunto é economia de energia elétrica, poucas práticas são tão eficazes para o bolso e para o meio ambiente quanto desligar um equipamento eletroeletrônico. É claro que muitos objetos já foram desenvolvidos para consumirem o mínimo possível, mas sempre haverá algum nível de corrente circulando e fazendo o ponteiro do medidor rodar. Do outro lado dessa balança econômica, porém, é difícil encontrar objetos que sejam esquecidos ligados de forma indevida mais frequentemente do que as lâmpadas. Como é possível, então, unir essas duas situações e promover o consumo racional da eletricidade? Simples: usando sensores de presença para iluminação.

A tecnologia no desenvolvimento deste tipo de recurso permite resolver completamente o dilema entre conforto e economia. Graças à implementação de capacidades específicas, como a detecção de presença a partir da emissão de calor de corpos e objetos em ambientes de baixa luminosidade e até a sensibilidade à quantidade de luz para definir se a lâmpada deve ou não ser acesa ao detectar um movimento, esses dispositivos precisam fazer parte de qualquer projeto residencial ou comercial que esteja minimamente preocupado em reduzir a conta de luz e poupar energia.

Mas você já sabe como escolher um bom sensor de presença para iluminação? Já leu sobre esse equipamento durante as suas pesquisas na internet? Preparamos este texto para que você possa conhecer cada um dos modelos e decidir pelo que será mais útil e ficará mais harmonioso na sua casa, condomínio ou empresa. Continue a leitura para saber mais.

Tipos de sensor de presença para iluminação

A diversidade de ambientes exige que os sensores tenham características específicas para funcionarem conforme cada situação. Por exemplo: não adianta que um equipamento deste tipo continue acendendo uma lâmpada em uma área durante o dia, ou que a área sensível seja tão pequena que o usuário precise se posicionar quase embaixo dele para acioná-lo.

Recursos modernos que vão desde a implementação de células fotossensíveis até a cobertura de grandes áreas estão disponíveis no mercado, e é justamente elas que você deve conhecer para decidir qual é o melhor sensor de presença para iluminação a ser instalado no seu imóvel.

  • Instalação na parede: esse tipo de sensor oferece economia ao acender e apagar as luzes automaticamente, aliada à praticidade da utilização da estrutura elétrica já existente. Com modelos de sobrepor ou embutir, elimina a necessidade de grandes intervenções e fica estrategicamente posicionado em áreas de tráfego, agilizando o acendimento das luzes;
  • Instalação no teto: esse tipo de sensor costuma oferecer uma área de cobertura mais abrangente, já que pode ser instalado a até quatro metros de altura. A própria disposição do aparelho ajuda na segurança, já que o torna inacessível para quaisquer outras pessoas que não os técnicos responsáveis pela manutenção, impedindo que seu funcionamento seja alterado ou comprometido;
  • Plug and Play: é o tipo de sensor de presença para iluminação mais simples de ser instalado. Pode ser rosqueado no soquete que recebe a lâmpada (no teto, por exemplo).

Onde usar cada tipo de sensor de presença para iluminação

Como você já leu aqui, cada situação exige um tipo de sensor de presença para iluminação adequado. Conheça quais os melhores locais para usar cada tipo.

Uso interno — teto ou parede

Um tipo de solução mais versátil para você instalar na sua casa ou no ambiente corporativo é o que permite a fixação no teto ou na parede. Próprio para ambientes internos, possui uma haste articulada para que você direcione o sensor para a área de maior movimento (focado em uma porta, por exemplo, para fazer a luz acender sempre que alguém passar por ela).

Esse tipo de equipamento funciona a partir da detecção de movimento de pessoas, animais de médio e grande porte e objetos por meio de um sensor infravermelho que reconhece as fontes de calor. Além disso, possui a função fotocélula que permite acender a luz durante o dia ou apenas à noite. Essa característica ajuda a aumentar a economia de energia, pois impede o acionamento indevido da lâmpada quando o ambiente estiver claro ou for desnecessário o seu acendimento.

Além disso, esses sensores oferecem um ângulo de detecção de presença de até 360º e alcance de 5 metros — o que vai eliminar as possibilidades de não acionamento quando alguém passar pelo espaço onde ele estiver instalado.

Uso interno — teto

Caso a sua necessidade seja ampliar a área de alcance do sensor e assim multiplicar a eficiência deste dispositivo no propósito de economizar energia, o ideal para você são os que oferecem maior alcance de detecção. Além do ângulo de 360º, facilitando a identificação de quem estiver passando por quaisquer dos lados, o sensor infravermelho consegue medir fontes de calor que estejam a até 18 metros de distância de onde estiverem instalados, dependendo do modelo escolhido. Essa característica habilita o uso em ambientes maiores, tanto em casa quanto em imóveis comerciais — uma área de festas na residência ou um depósito de uma pequena empresa.

Eles também oferecem a função fotocélula, que desabilita o acionamento da lâmpada durante o dia, mesmo detectando movimento. Essa função, no entanto, pode ser configurada pelo usuário, que consegue desabilitá-la se desejar.

Também há variações importantes que podem ser embutidas no teto — gesso, laje ou outro material —, facilitando a inclusão em qualquer projeto arquitetônico. Também há sensores com proteção IP 44, preparados para serem instalados em locais semiabertos, como garagens, portarias de condomínios e outras áreas.

Uso interno — Plug and Play

Além dos recursos que você conheceu neste texto, há os que não exigem nenhum conhecimento técnico e começam a funcionar assim que são conectados à energia elétrica.

Desenvolvidos para instalação em um soquete E27, os tradicionais e populares “bocais” que recebem as lâmpadas fluorescentes compactas e de LED comuns disponíveis no mercado, têm o sensor acima do espaço destinado à fonte luminosa, para que seja abrangente e “enxergue” completamente o ambiente.

Para entrar em funcionamento, basta que você retire a lâmpada do soquete, rosqueie o sensor e volte a colocar a lâmpada. Esse componente é compatível com todos os tipos de iluminação até 60 Watts, também têm célula fotoelétrica e boa área de cobertura.

Todos os sensores que você conheceu neste texto têm ajuste de tempo de duração da luz acesa. Por meio de um botão no próprio produto é possível determinar qualquer duração a partir da detecção de presença, de 10 segundos a 10 minutos (conforme o modelo). Eles também são compatíveis com as lâmpadas mais comuns do mercado, sejam elas incandescentes, fluorescentes compactas ou de LED.

Para conhecer as novidades que chegarão em breve=o mercado, acompanhe nosso site e nosso blog.

FONTE(S): INTELBRAS.COM.BR

Por que usar um rack para CFTV?

Os racks para CFTV chegaram ao mercado de segurança com uma proposta muito clara e definitiva, facilitar a vida do instalador!

Os racks para CFTV começaram de forma modesta e com poucos modelos, com o tempo a evolução foi imensa e hoje podemos encontrar soluções para qualquer projeto. Um projeto de CFTV é composto essencialmente por câmeras, cabo e DVR.

Não é necessariamente obrigatório colocar um rack organizador, mas as vantagens de um rack organizador são inegáveis. 

Fácil alimentação para o CFTV

Quando vai ser realizada a instalação de CFTV um dos grandes obstáculos que muitas vezes implicam na infraestrutura é a rede elétrica já existente no imóvel.

Os racks de CFTV oferecem a possibilidade de levar vídeo e alimentação para câmera em um único cabo tanto coaxial bipolar como em cabo de rede.

Isso elimina de uma vez por todas a dificuldade da implementação do Nobreak no projeto já que a alimentação seria centralizada no rack para CFTV garantindo muito mais qualidade e segurança para o usuário.

Rack para CFTV aumenta a vida útil do sistema de câmeras

Os racks para CFTV mais modernos que contam com placas organizadoras, contam também com componentes de proteção contra sobrecarga elétrica.

Os racks para CFTV Tem a grande vantagem de proteger os componentes eletrônicos do CFTV desarmando quando ocorre uma sobrecarga de energia e volta ao trabalho normalmente quando a corrente se normaliza. Evitando assim danos ao CFTV e sem o trabalho de ter que abrir o equipamento para trocar fusível.

Lembrando que é de suma importância o aterramento de cada equipamento de CFTV como indica seus respectivos fabricantes.

Uma imagem sem interferências

As interferências no CFTV podem ter vários fatores ocasionais, um dos mais comuns deles é a interferência gerada pela eletricidade estática dos fios da rede elétrica.

Como os racks para CFTV da linha Power são desenvolvidos para levar vídeo e alimentação no mesmo cabo eles contam com filtro magnético integrado o que vai garantir uma imagem muito mais nítida e sem interferências.

Mais Segurança para o DVR

O DVR é o coração do CFTV, quando existe um investimento em segurança é nele que fica armazenadas todas a imagens que são captadas.

É ilógico fazer um investimento em CFTV e não proteger o DVR, em caso de roubo de imóvel ou qualquer outro crime premeditado que for praticado o criminoso sem dúvidas irá procurar roubar/quebrar ou desligar o DVR.

Além de segurança contra pessoas mal-intencionadas temos que levar em consideração que acidentes acontecem.

Quando o DVR fica muito exposto em locais de fácil acesso como em cima do rack de TV na sala, junto a outros equipamentos eletrônicos, é comum um acesso indevido como de um funcionário limpando e mudando alguma configuração sem querer ou uma criança apertando os botões do equipamento.

O ideal é preparar um local próprio para o DVR como um Rack para CFTV ou um Rack Padrão Informática, que vai restringir o acesso indevido, mas deixando fácil para identificar problemas e fazer uma possível manutenção. Além disso, o DVR irá ficar em um local limpo reduzindo o risco de falhas no sistema de CFTV.

FONTE(S): ONIXSECURITY.COM.BR

Nuvem facilita o acesso às imagens de câmeras de segurança

Segurança é uma das principais preocupações dos brasileiros. Uma pesquisa de 2014 e as notícias de 2015 relativas às Olimpíadas mostram que, cada vez mais, as ações da população são condicionadas pela existência ou falta de segurança. Dessa forma, é natural também que os investimentos em segurança nos negócios e domicílios aumentem, e a principal solução para isso é a instalação de um sistema circuito fechado de TV (CFTV).

Tradicionalmente, um sistema de CFTV utiliza câmeras e gravadores digitais de vídeo (DVRs) para captar e gravar as imagens. Para facilitar o trabalho, a Intelbras criou o Intelbras Cloud, um sistema que permite que as imagens das câmeras sejam acessadas facilmente de qualquer lugar.

Um novo conceito em Cloud Computing

O “cloud computing” virou um termo muito associado ao armazenamento de dados e ao software facilitado. Mas, no caso do acesso remoto às imagens da câmera, refere-se a um serviço de conexão ponto a ponto (P2P) que não anula o uso do DVR em um sistema. Na verdade, ele facilita o acesso aos equipamentos, criando uma conexão que não depende de regras de rede (NAT) para realizar as conexões. Outra vantagem é que o sistema de monitoramento por câmeras agora pode ser configurado rapidamente. Entenda abaixo como funciona:

  • Para adotar a tecnologia, é necessário haver câmeras de monitoramento instaladas a um DVR funcionando. Se você já tiver esses aparelhos instalados no local e eles forem compatíveis com o software de acesso ao cloud, pode ir direto para a fase de configuração. Hoje existe três formas: através do aplicativo ISIC 6, SIM Plus e por meio da web.
  • Funcionamento e manutenção: uma vez que a instalação for feita através do aplicativo ISIC 6, SIM Next ou pelo site, é possível utilizar uma dessas opções acima para realizar consultas ou possíveis manutenções.
  • Custo: a adesão ao sistema é gratuita. Basta realizar um cadastro pelo aplicativo ISIC 6 ou pela página do Intelbras Cloud. O único gasto será com o técnico que realizará a configuração do sistema.

Vantagens da adoção de um sistema em nuvem para acesso a imagens das câmeras

Para o cliente

  • Facilidade de acesso aos equipamentos;
  • Fácil configuração do sistema em nuvem;
  • Não há necessidade de criar regras de redirecionamento de portas;
  • Um único cadastro, tanto para acesso externo e interno;
  • Sem custo adicional pelo serviço.

Confira um exemplo de configuração por meio da Intelbras Cloud

Suponha que existam dois DVRs em uma residência ou estabelecimento e que eles precisem de alguma configuração específica, feita remotamente. Antes, quando o processo era realizado com conexão via DDNS, era necessário o redirecionamento de portas (NAT) no modem/roteador para cada um deles. Somente depois desse processo ocorria o acesso ao dispositivo.

Com o Intelbras Cloud, o processo é realizado de forma mais fácil e ágil, pois não há a necessidade de direcionamento de portas. Basta inserir o dispositivo através de um QR code na página do Intelbras cloud, ISIC ou SIM Plus, para ter acesso às configurações.

E você, já pensou em mudar para um sistema em cloud de monitoramento de imagens das câmeras? Contacte já um de nossos consultores.

FONTE(S): OLHARDIGITAL.COM.BR

Top 3 cidades mais vigiadas do mundo

Vivemos uma era que a tecnologia avança em ritmo acelerado e o CFTV não fica para trás, a tendência do mercado de segurança eletrônica é o desenvolvimento de equipamentos com uma resolução cada vez maior a preços acessíveis. 

Um dos principais consumidores de sistemas de CFTV são os setores públicos. Os órgãos de segurança sempre tiveram muito apreço por câmeras de segurança entre outros equipamentos para garantir a segurança das áreas públicas nas cidades. 

Vamos conhecer agora quais as 3 cidades mais vigiadas do mundo, e qual é a relação câmeras por habitantes destas cidades. 

3º cidade mais vigiada do mundo: Xangai 

Xangai é a maior cidade da China e a mais importante do país economicamente, ela fica localizada na costa central da China. 

O centro mais importante de Xangai é conhecido como Bund, uma área repleta de prédios coloniais a beira mar. 

Xangai tem 26,3 milhões de habitante e 2,98 câmeras de segurança o que dá 1 câmera para cada 8,82 habitantes

2º Cidade mais vigiada do mundo: Shenzhen

A cidade Shenzhen é a 2º cidade do mundo mais vigiada, um dos principais motivos é que Shenzhen é o principal destino de compras na China. 

Shenzhen têm uma enorme diversidade de regiões comerciais que focam no vestuário e moda.  

Shenzhen tem 12,2 milhões de habitantes e 1,92 milhões de câmeras de CFTV, o que resulta em 1 câmera para cada 6,35 habitantes. 

1º Cidade mais vigiada do mundo: Chongqing

Como não poderia ser diferente a cidade mais vigiada do mundo também é chinesa a metrópole de Chongqing. 

Chongqing é conhecida como a metrópole mais discreta da China, os números da cidade são impressionantes em relação à segurança, são 2,6 milhões de câmeras de CFTV para uma população de 15,3 milhões de pessoas. 

Chongqing a cidade mais vigiada do mundo tem 1 câmera de CFTV para cada 5,8 habitantes. 

China e sua preocupação com segurança 

A China tem uma verdadeira obsessão com a vigilância de seu povo, por isso as 3 cidades mais vigiadas do mundo se encontram lá. 

Um dos principais motivos para este investimento massivo é o programa de reconhecimento facial do governo chinês que restringe acesso das pessoas a áreas públicas dependendo do seu perfil e histórico social. 

Se o governo identificar que um determinado habitante participa de passeatas, protestos ou qualquer ato que o governo desaprove ele pode proibir que este cidadão use serviços como o transporte público. 

Embora o objetivo do governo não seja tão nobre assim ainda podemos extrair coisas positivas desta vigilância, as empresas chinesas são líderes em reconhecimento fácil e algoritmos de monitoramento inteligente. 

Cidade mais vigiada do mundo fora da China 

Como a China predominou nosso Top 3 resolvemos também falar sobre a 4º cidade mais vigiada do mundo que é a 1º fora da China. 

Londres é a cidade mais vigiada do mundo fora da China, a capital Inglesa e do Reino Unido é uma cidade emblemática com vários ícones como os ônibus vermelhos de 2 andares, sedes do poderoso parlamento e o relógio Big Ben. 

Londres tem 9,7 milhões de habitantes e 627,7 mil câmeras de monitoramento, o que leva 1 câmera para cada para cada 15,4 londrinos. 

Cidade mais monitorada do Brasil 

Deve ter ficado mais curioso para saber qual a cidade mais monitorada do Brasil não é mesmo? 

Infelizmente não existe um ranking oficial e alguns dados são conflitantes, mas existe uma cidade na região metropolitana de Salvador que tem um verdadeiro arsenal de câmeras de alta definição. 

A cidade de Madre de Deus tem uma população de 20.707 habitantes segundo dados de 2018 e com ajuda de uma política pública de segurança conta com 79 câmeras de todos os modelos. 

Desde Speed Domes superpotentes até câmeras específicas para monitoramento do trânsito. 

O monitoramento fica a cargo da Polícia Militar e de outros órgãos públicos, já que o objetivo do monitoramento além de garantir segurança e monitorar o trânsito também é fiscalizar o funcionamento de serviços público como coleta de lixo.   

E você, o que acha desta vigilância toda? É positivo ou é negativo? Deixe seu comentário!

FONTE(S): ONIXSECURITY.COM.BR

Conserto de portão eletrônico automático compensa?

É sempre um incômodo enorme quando o portão automático estraga, pois isso acarreta em custos financeiros que podem nos pegar desprevenidos. Mas será que é melhor já trocar o portão de cara, ou o conserto de portão automático compensa? Querendo ou não, o motor para portão automático é uma segurança eletrônica.

O primeiro a se fazer para chegar a uma conclusão é investigar as causas do portão ter estragado, que podem ser inúmeras. Logo depois será possível avaliar o custo benefício de conservar o que já tem ou investir em um novo.

Por isso, ao longo deste artigo vamos apresentar algumas situações que podem gerar danos em portões e os cuidados devido para evitar que estraguem. Dessa forma descobriremos o que precisamos evitar no manuseio deste equipamento.

Defeitos em portão automático: principais causas

As principais situações que ocasionam em defeitos nos portões automáticos. geralmente, vão determinar se é possível um conserto de portão automático ou não. Já que a gravidade do problema é o que realmente importa.

Uma causa leve são as interferências de sinal, que fazem com os portões possam abrir sozinhos, por exemplo. Geralmente essa interferência é externa, podem ser sinais de antenas, alarmes de carro, torres de sinal de celular e até os da TV.

Existem aparelhos mais sofisticados hoje em dia que captam o sinal dos controles enquanto a pessoa está acionando para entrar no portão da residência. Então esse é um motivo em que não é necessário trocar o portão, e sim ajustar o controle.

Outra causa, que pode ser detectada através de ruídos no interior do motor é o desgaste dos rolamentos. O rolamento por desgaste natural do motor, tende a manifestar barulho com o tempo. Neste caso também é só substituir os rolamentos.

E, caso tenha chovido e posteriormente o portão começou a apresentar defeitos, as principais suspeitas devem ser estator queimado ou alterado (o que pode acontecer também com a ação do tempo, principalmente quando não são feitas manutenções).

E também por motivo de infiltração de água interna no motor e falta de energia, caso a luz tenha caído. O que não é um problema só no caso de chuva, já que os disjuntores de casas e empresas podem desarmar por inúmeras razões.

Pode acontecer de o fim de curso apresentar defeitos (isso ocorre quando o motor para portão não emite comandos como descer ou subir). Nesse caso, uma manutenção de um fim de curso pode ser feita.

É preciso ficar sempre atento às placas de comando também, pois qualquer alteração que aconteça nelas pode acarretar em mau funcionamento.

Em casos de quebras de portão automático

Primeiro de tudo é que a rede elétrica deve estar desligada ao fazer alterações no portão, e caso não tenha habilidades ou não esteja bem equipado não é aconselhável que mexa nele.

O ideal é sempre chamar um profissional capacitado para manusear o motor, principalmente em caso de falhas no mesmo e em questões elétricas.

Na maioria das vezes é algo simples, o que faz com que o conserto de portão automático compense, mas não é bom que pessoas sem conhecimentos específicos mexam. E, caso não seja simples, haverá talvez a necessidade de troca.

Cuidados com portões eletrônicos

A manutenção preventiva é a escolha certa para quem deseja cultivar o bom funcionamento de qualquer equipamento eletrônico e evitar o conserto de portão automático.

Primeiro de tudo: não é necessário forçar os portões automáticos, seus motores servem exatamente para o seu perfeito funcionamento.

Por isso evite ao máximo abri-lo manualmente, e não se esqueça que ele precisa de graxa periodicamente, para deslizar de forma mais fácil.

Limpá-lo também é uma forma de preservá-lo. E para isso não use produtos abrasivos que estragam o portão, por exemplo: sabão em pó e esponjas de aço. O ideal é que a lavagem seja feita com detergente neutro, diluído em água e aplicado com um pano.

Limpe, principalmente, o local entorno do automatizador e mantenha-o arejado para evitar a proliferação de insetos e acúmulo de umidade nas partes elétricas do equipamento.

Verifique sempre as condições das roldanas em casos de portões deslizantes, muitas vezes seus rolamentos quebram proporcionado o travamento das roldanas.

Isso faz com que o portão fique muito pesado, sobrecarregando o automatizador e diminuindo consideravelmente vida útil do portão.

E ponha em mente que é melhor uma manutenção preventiva do que ter que consertar depois, porque além de ficar mais caro, ainda pode acarretar na compra de um produto novo.

Bom, podemos concluir que em algumas situações o conserto de portão automático compensa sim, apesar de terem situações que não vai ser possível. Mas, a maior conclusão que chegamos é: é necessário preservar o bom funcionamento do portão com boas práticas de manutenção. Não deixe seu portão parar! Contacte já um de nossos consultores para saber sobre nosso serviço.

FONTE(S): SEGURANCAELETRONICA.COM.BR

O que é internet via fibra óptica?

Assim como a demanda por internet aumenta com a expansão das novas tecnologias (streaming, computação, armazenamento, jogos, comunicação etc), o acesso à banda larga no Brasil segue crescendo ano após ano. Segundo dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), já são 30,7 milhões de contratos de banda larga fixa ativos no país, com um aumento médio de 8,5% ao ano. Apesar de grande parte das transmissões utilizarem a estrutura da telefonia fixa (xDSL), tecnologias como a internet via fibra óptica vem ganhando força: é a que mais registrou novos usuários, chegando a 4,96 milhões de contratos.

Mas o que a internet via fibra óptica tem de diferente em relação às opções de conexão mais populares? Quais são os pontos positivos e por que a tecnologia ainda não é acessível a todos? Confira neste artigo.

Entendendo o conceito: como funciona a internet via fibra óptica?

Para começar, vamos falar mais sobre o conceito de fibra óptica: é um meio de transmissão que permite o tráfego de dados com altíssima velocidade – próxima à da luz. Os cabos são compostos por feixes de vidro, tão finos quanto um fio de cabelo humano, revestidos de plástico reflexivo e isolante. Com o auxílio de conversores integrados aos transmissores, todo o sinal de dados é transformado em luz, que será transmitida por meio de reflexões ao longo de todo o cabo, sem nenhuma interferência. Por isso, a grande rapidez e qualidade.

A velocidade de transmissão de dados por fibra óptica pode ser até um milhão de vezes maior que o cabo metálico ou coaxial. Essa tecnologia permite carregar a informação digital ao longo de grandes distâncias. São transportados, em média, de 109 a 1010 bits por segundo, o que dá uma velocidade de cerca de 40 Gbps. Tudo isso torna a fibra uma das tecnologias de transmissão mais modernas do mundo.

Vantagens

Pela velocidade, volume e qualidade na transmissão, a fibra óptica é uma tecnologia que oferece alta performance a conexões de internet, levando o que há de mais avançado para o consumidor.

Em relação à velocidade, enquanto os tradicionais cabos de cobre das conexões DSL, ADSL ou de cabo de TV têm velocidade de transferência entre 750 Kbps e 24 Mbps, a internet via fibra óptica pode chegar a até 10 Gbps – isso representa um padrão de downloads de 1,25 Mbps. Assim, com a fibra de 100 Mb/s, por exemplo, você pode baixar um filme HD de 5 Gb em seis minutos ou, com 700 Mb/s, levar apenas um minuto para baixar 120 músicas.

Outro ponto importante da tecnologia é a capacidade de transportar muito mais informações com menos cabos: com a espessura de um fio de cabelo, a fibra óptica pode transmitir 2,5 milhões ou mais de chamadas telefônicas ao mesmo tempo; já se fosse utilizado um cabo de cobre, ele teria um diâmetro de quase 6 metros para dar conta desse mesmo volume de dados.

Há ainda outras vantagens: área de cobertura maior e resistência. O vidro utilizado nos feixes é menos propenso a interferências eletromagnéticas, o que evita oscilações e preserva a qualidade do sinal, mesmo em grandes distâncias. A degradação na fibra óptica depende do seu conversor ou módulo utilizado, podendo ser desde 500 metros até 200 Km, os comuns são de 20 Km, enquanto no cobre a perda é perceptível a partir dos 100 metros. E sobre a resistência do material, o desgaste do cobre é maior, em função da oxidação e dos efeitos da mudança de temperatura do material.

Desafios da tecnologia

A internet via fibra óptica é uma ótima opção para quem quer mais velocidade e qualidade do sinal. A tecnologia vem crescendo a cada ano e já podemos encontrar planos de provedores no mesmo valor da internet cabeada.

No entanto, esta tecnologia ainda tem desafios para poder atender mais pessoas aqui no Brasil. Para contar com este tipo de sinal, em algumas cidades ainda é preciso um maior investimento e não são todas as localidades que contam com disponibilidade para internet via fibra óptica. Geralmente apenas as grandes cidades e suas regiões mais urbanas é que contam com a tecnologia, pois, por enquanto, representa um alto investimento para os provedores que oferecem o serviço.

Porém, se sua região tiver acesso e você puder investir em internet via fibra óptica, logo vai perceber a enorme diferença em navegar na velocidade da luz. A sensação é de trocar uma bicicleta por um foguete!

Acompanhe o nosso blog e fique por dentro das novidades em comunicação, redes e segurança. Se tiver alguma dúvida, entre em contato.

FONTE(S): INTELBRAS.COM.BR

Como aplicativos podem auxiliar na gestão condominial

A gestão condominial exige preparo dos síndicos em relação à segurança, especialmente com o crescimento da criminalidade nas cidades. Mas, da mesma forma, a tecnologia tem se desenvolvido para proporcionar soluções aos desafios que se impõem na atualidade. Os aplicativos para smartphones focados em gestão condominial representam uma nova tendência que está conquistando os administradores de condomínios residenciais pelo país.

Quer saber como esses aplicativos podem facilitar a gestão condominial? Então acompanhe esse post e fique ligado nessa novidade.

Gestão condominial na palma da mão

A popularização dos smartphones ampliou as possibilidades de comunicação, entretenimento e gestão de tarefas, entre outras vantagens. No condomínio, esse aparelho que faz parte do dia a dia das pessoas se tornou uma ferramenta bastante útil para solução de problemas.

No Brasil, superamos a marca de um smartphone por habitante e temos mais de 200 milhões desses aparelhos ativos. Conscientes desse cenário, e de olho no mercado da gestão condominial, empresas de tecnologia desenvolveram aplicativos e softwares que reúnem a grande maioria das atividades do síndico numa única plataforma.

A tendência ganhou as grandes metrópoles e tem tudo para se espalhar para todo o Brasil. Existe no mercado nacional uma série de opções criadas para facilitar a administração do condomínio. Confira as vantagens que essas soluções podem oferecer aos síndicos:

Controle do acesso

A segurança é uma das principais preocupações dos condôminos. Controlar o acesso de pessoas estranhas é uma das opções dos aplicativos para gestão condominial. Com eles, os moradores podem fazer a liberação da entrada dos visitantes e fornecedores no condomínio pelo próprio smartphone. Alguns sistemas possibilitam também o registro em vídeo de todas as aberturas de portas feitas via interfone pelos condôminos, bem como o envio de chaves virtuais (QR CODE), por exemplo, aos convidados da sua festa para que os mesmos não fiquem esperando na portaria.

Reserva de espaços de lazer

Garantir uma data e horário para uso de salão de festas, sauna, piscina ou qualquer outro espaço de uso comum dos moradores pode ser feita por meio de um aplicativo. O síndico fica livre de ter de administrar essa rotina e ganha tempo para ações mais estratégicas.

Datas de vencimento

Lembrar a data de vencimento das taxas condominiais é uma praticidade que os aplicativos permitem. Mas não só isso: eles também podem ajudar o síndico a se lembrar de vencimento de prazos de manutenção preventiva de equipamentos, além de expiração de contratos de serviços.

Câmeras de monitoramento

Seu condomínio tem um sistema integrado de segurança, mas as imagens ficam restritas ao síndico e a poucos funcionários? Com os aplicativos, a vigilância de áreas comuns pode ficar nas mãos dos condôminos, contribuindo para oferecer mais segurança a todos. Ao escolher uma solução, confira se os sistemas de segurança e dos aplicativos são integrados para ter essa vantagem.

Organização de assembleias

Virou coisa do passado perder tempo em assembleias nas quais os condôminos não estão familiarizados com os temas que serão votados. Com os aplicativos, os assuntos podem ser verificados com antecedência, tornando as assembleias mais ágeis. As atas ficam registradas e são facilmente acessadas via aplicativo.

Ocorrências e avisos

As ocorrências e solicitações de consertos e reparos podem ser feitas facilmente pelos moradores por meio do aplicativo. Os avisos gerais, como datas de obras ou melhorias, podem ser disponibilizados pelo app.

Botão de Pânico

Alguns aplicativos disponibilizam um botão de pânico para que em caso de alguma necessidade, a empresa de segurança e também o síndico sejam acionados. Idosos podem acionar o dispositivo quando ocorre algum acidente.

O que achou dessas vantagens? Bem melhor do que o aviso colado na porta do prédio ou na parede do elevador, não é mesmo? Os aplicativos representam mais comodidade ao síndico, que pode disponibilizar mais tempo para suas outras atividades ou, até mesmo, gerenciar um outro condomínio.

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FONTE(S): INTELBRAS.COM.BR