Coronavírus leva à maior experiência de trabalho remoto do mundo

Atrás de portas fechadas de apartamentos e casas, milhares de empresas tentam descobrir como permanecer operacionais em um mundo virtual

Nova York, Xangai, Hong Kong – Graças ao surto do coronavírus, trabalhar de casa não é mais um privilégio, é uma necessidade.

Enquanto fábricas, lojas, hotéis e restaurantes alertam sobre a queda do tráfego de pedestres que está criando cidades fantasmas, atrás de portas fechadas de apartamentos e casas em áreas residenciais, milhares de empresas tentam descobrir como permanecer operacionais em um mundo virtual.

“É uma boa oportunidade para testarmos o trabalho de casa em grande escala”, disse Alvin Foo, diretor-gerente da Reprise Digital, uma agência de publicidade de Xangai com 400 funcionários que faz parte do Interpublic Group.

“Obviamente, não é fácil para uma agência de publicidade criativa que faz muitos ‘brainstorms’ pessoalmente.” Isso vai significar muitas conversas por vídeo e telefonemas, disse.

Grupos de pessoas que trabalham de casa estão prestes a se tornar exércitos. No momento, a maioria das pessoas na China ainda está de férias devido ao Ano Novo Lunar. Mas, quando empresas chinesas começarem a reiniciar as operações, é provável que a maior experiência de trabalho remoto do mundo tenha início.

Isso significa muito mais pessoas tentando organizar reuniões de clientes e discussões em grupo por meio de aplicativos de videochat ou discutindo planos em plataformas de software de produtividade como o WeChat Work ou o Slack-like Lark, da Bytedance.

As vanguardas do novo modelo de funcionários dispersos são os centros financeiros chineses de Hong Kong e Xangai, cidades com distritos comerciais centrais que contam com centenas de milhares de trabalhadores em finanças, logística, seguros, direito e outros empregos de colarinho branco.

Despesas

Um banqueiro de Hong Kong disse que vai prolongar as férias no exterior, pois pode trabalhar de qualquer lugar com um laptop e um telefone. Outros dizem que estão usando o tempo normalmente gasto para buscar clientes e ir a restaurantes com eles para fazer o balanço atrasado das despesas de viagem. Um executivo disse que mudou o foco para negócios no sudeste da Ásia.

“Ninguém está participando de reuniões, minha agenda está bastante vazia”, disse Jeffrey Broer, consultor de projetos em Hong Kong. “Uma pessoa me enviou um e-mail dizendo: ‘Vamos nos encontrar em algum lugar em abril?’”

Alguns gerentes temem que o êxodo dos escritórios diminua a produtividade, mas há evidências de que o oposto pode ser verdadeiro.

Um estudo de 2015 da Universidade Stanford, na Califórnia, revelou que a produtividade entre funcionários de call center da agência de viagens chinesa Ctrip aumentou 13% quando trabalhavam de casa devido a menos pausas e ambientes de trabalho mais confortáveis.

Connect Tech

Hoje em meio a crise, a equipe interna da Connect Tech encontrasse 100% de home office, com a produtividade a todo o vapor. Estamos prontos para auxiliar o seu negócio com a tecnologia e segurança necessária para levar o escritório para sua residência.

FONTE(S): EXAME.ABRIL.COM.BR

Como vencer paradigmas e lidar com as novas tecnologias em condomínios?

A internet, bem como os avanços das novas tecnologias, traçou novos rumos a inúmeras atividades e, para melhor lidar com tantas inovações, é fundamental vencer paradigmas. Pois o que estamos vendo agora é a modernidade do futuro automatizado – já muito vista nos desenhos dos Jetsons, cujo primeiro episódio foi em 1962 – se concretizando! Há pouco tempo, muitos não imaginariam uma portaria de condomínio sem a presença de um simpático e cordial porteiro, porém agora a realidade é outra com o advindo das portarias remotas. A ausência daquela figura receptiva na entrada é novidade no Brasil, porém já é uma realidade nos Estados Unidos há quase 20 anos.

Aos poucos a portaria remota tem ganhado popularidade no Brasil, já são cerca de 150% ao ano de acordo com a Associação Brasileira de Sistemas Eletrônicos de Segurança (ABESE), fato que contribui para o potencial dessa tecnologia ser cada vez mais utilizada e desenvolvida no país. Conhecedores de que a novidade diminui os gastos, muitos síndicos pesquisam, cotam e fazem orçamentos e acabam ficando com a solução. No início, a nova tecnologia gera certa desconfiança e estranheza para a maioria dos condôminos, que precisam lidar com algumas mudanças em suas rotinas.

Mas será que a tecnologia se adequa a todos os condomínios? “A Portaria Remota é a automação e a gestão dos processos e acessos do condomínio remotamente, controlando todo o ambiente. Quando se implanta isso, é feito um estudo e análise do que o condomínio tem, do que ele precisa e de onde precisa se adaptar”, explicou Walter Uvo, especialista em tecnologia de condomínios da MinhaPortaria.Com.

Na entrada de um condomínio, o bom dia, antes destinado ao porteiro, agora será dado a uma voz que vem de uma central muito bem equipada e com vigilância 24 horas. “A principal diferença da portaria remota é justamente a segurança. Hoje, muitos condomínios usam o sistema conhecido como portaria eletrônica ou virtual, em que os acessos ao condomínio são feitos por um interfone externo, com o número do apartamento ou casa que o visitante disca e é autorizado pelo morador a entrar. Esse tipo de modelo fragiliza a segurança, pois o morador não é especializado no assunto, além de correr o risco de uma criança atender e liberar a entrada de estranhos”, explica.

Mas como o morador vai se adaptar à portaria remota? Calma! Há um processo pelo qual síndicos, moradores e outros funcionários envolvidos no prédio devem passar, um treinamento onde, na primeira semana da implantação da nova tecnologia, é possível contar com um técnico responsável e logo no primeiro dia já é feito o cadastramento da biometria e foto com cada um dos moradores. Nesse primeiro encontro já é passado como funciona o sistema, manual e guia.

Segundo o especialista, na portaria remota, todos os processos de acesso do condomínio ficam em uma central e ficam registrados: “Um dos maiores facilitadores é que, em casos de emergências — como um aparelho que apresentou um problema, um portão quebrado etc. — o sistema avisa imediatamente e na mesma hora é chamado um técnico para arrumar, sem custos adicionais para o condomínio, sem a necessidade de fazer orçamentos com terceiros e ter a aprovação do síndico”.

“Claro que no começo qualquer processo é mais complicado, pois você sai da zona de conforto e tem que se adaptar, mas tudo para garantir os benefícios. É preciso entender que a portaria remota tem um custo inicial mais alto que outros modelos de portaria, mas que a eficiência em segurança é mais reforçada e a redução de custos chega a médio prazo”, completou Walter Uvo.

Buscando a solução ideal de portaria remota ou novas tecnologias para o seu condomínio? Entre em contato e falo agora com um de nossos especialistas.

FONTE(S): REVISTASEGURANCAELETRONICA.COM.BR

Covid-19 pressiona digitalização e inaugura nova era da tecnologia

Em apenas alguns meses, a tecnologia transformou empresas em todo o mundo. Caminho para recuperação, sem dúvida, será impulsionado por ela

Se ouve uma conversa que começou com “quando a vida voltar ao normal…” e nos perguntamos, por quê? Revertendo o tempo, voltando aos bons velhos tempos, esqueceríamos os avanços surpreendentes que fizemos? A crise da Covid-19 mudou nossa maneira de pensar, forçando-nos a focar na sobrevivência e nas soluções. Em vez de se tornar vítima da histeria em massa, as pessoas normais, não os super-heróis, estão intensificando, arriscando e criando ordem a partir do caos.

A pandemia removeu obstáculos que há muito prendiam as empresas à maneira tradicional de fazer negócios. No passado, devido ao medo de mudanças, os avanços tecnológicos ultrapassavam a adoção dos negócios. No entanto, nos últimos meses, as empresas mudaram rapidamente (sem temer as consequências) e os resultados foram extremamente positivos. As políticas de isolamento social resultaram em comunidades virtuais vibrantes, com metas mensuráveis e focadas em resultados. Muitas empresas tornaram-se virtuais em dias sem perder um produto ou desapontar um cliente. O futuro da tecnologia é empolgante, com maior demanda por inovação e gerentes dispostos a mudar.

Esta pode ser a era de ouro da tecnologia

Os trabalhos de tecnologia estão em uma trajetória de alto crescimento. Em 2019, o Bureau of Labor Statistics previu que, em 2020, veríamos um crescimento de 12% em empregos com tecnologia com alto salário e potencial de crescimento. Desde o surgimento da Covid-19, a demanda por empregos em tecnologia está aumentando a uma taxa mais rápida do que em 2019. Isso sugere que as empresas estão prontas, dispostas e capazes de utilizar tecnologia, colaboração, automação e Inteligência Artificial (IA).

O impulso da tecnologia é uma indicação de melhores resultados.

Produtividade

Uma força de trabalho virtual aumenta o pool de talentos disponíveis e alimenta a economia. Isso ocorre porque as empresas podem contratar por projeto, enquanto os funcionários mantêm a flexibilidade, tornando a tecnologia uma indústria caseira. Algumas empresas estão discutindo a adoção de uma semana de trabalho de quatro dias porque os funcionários que trabalham em casa estão trabalhando mais horas e produzindo resultados.

Inclusão e comunidade

Ao reescrever as regras do engajamento para evitar o isolamento, as empresas criaram comunidades virtuais vibrantes. Algumas equipes têm coffee-breaks virtuais, happy hours e sessões agendadas de meditação ou exercício. Eles estão usando ferramentas de colaboração para gerar ideias de maneira eficaz. Anteriormente, a formação da ideia era associada a conversas aleatórias “do bebedouro”, uma condição que poderia levar à exclusão. Em uma força de trabalho virtual, a colaboração pode se tornar mais inclusiva e objetiva. Dessa forma, a tecnologia se torna um equalizador, medindo os resultados sem considerar a idade, sexo ou etnia

A pandemia acelerou o tempo de colocação no mercado. Isso é especialmente visível em serviços de telesaúde e consultas médicas virtuais. O distanciamento social criou a necessidade de realidade virtual para fornecer informações sob demanda e robótica/drones para lidar com entregas. Os tecnólogos que podem pensar de maneira inovadora estarão inventando aplicativos para manter os negócios viáveis.

Como mudarão os trabalhos de tecnologia do futuro?

Permaneça virtual. Desde que as empresas investiram nas ferramentas de infraestrutura, segurança e colaboração estão produzindo resultados. O virtual está aqui para ficar.

Carreiras diferenciadas entre gerentes e tecnólogos. Profissionais que gostam de trabalho independente demonstraram suas habilidades para produzir resultados. E eles podem não ser os mesmos trabalhadores que preferem gerenciar.

O crescimento do trabalho técnico, como computação em nuvem e cibersegurança, permite que as empresas se beneficiem de funcionários com habilidades necessárias e onde uma graduação formal pode não ser necessária.

Concentre-se em adequar a tecnologia existente às necessidades da empresa. Enquanto as ocupações mudam lentamente, as tarefas podem ser reorganizadas rapidamente. Os tecnólogos podem redesenhar rapidamente os processos de negócios para melhorar as interações e o fluxo de trabalho dos clientes.

Abra espaço para os bots executarem tarefas repetitivas que anteriormente exigiam processamento de informações.

Além da mudança de emprego, estamos começando a ver pequenas mudanças na força de trabalho, com a mídia mudando a percepção da tecnologia.

A sociedade ficou viciada em análises

Pessoas que antes tinham pouco apetite por matemática, consomem projeções, entendem a curva e falam números que se tornaram o elemento principal das notícias.

Cientistas e pesquisadores estão fazendo manchetes

Cientistas e analistas de dados concentram esforços para monitorar a pandemia e estão criando uma imagem de tecnólogos que não são geeks e nerds trabalhando em segundo plano; eles são homens e mulheres de todas as origens lutando juntos para encontrar uma cura. Nossa percepção de quem pode ser um tecnólogo está mudando e se tornando mais inclusiva.

Em apenas alguns meses, a tecnologia transformou os negócios, otimizando as operações e criando maneiras de se conectar virtualmente. As empresas estão reconhecendo a vantagem do trabalho remoto – o desempenho está aumentando, criando clientes e funcionários felizes. As empresas planejam seu caminho para a recuperação com tecnologia. À medida que as pessoas entram novamente na força de trabalho, podemos observar um aumento no empreendedorismo, e nos tecnólogos.

Mas não importa o que aconteça a seguir, a mentalidade digital persistirá. Bem-vindo à nova era da tecnologia!

FONTE(S): CIO.COM.BR

COVID-19: Diferentes tipos de robôs ajudam na pandemia

A China está utilizando robôs para ajudar no atendimento a pessoas em quarentena por conta do coronavírus. A agência de notícias oficial do governo chinês divulgou imagens do robô Little Peanut (Amendoim, em português) entregando comida pelos corredores de um hotel em Hangzhou, ao leste do país, onde mais de 200 pessoas estão isoladas. A ideia é impedir ao máximo o contato entre as pessoas para evitar o contágio, a exemplo dos atendimentos remotos que utilizam as novas antenas 5G.

A máquina cumprimenta os pacientes, entrega a comida e avisa que qualquer problema deve ser comunicado pelo WeChat, aplicativo de mensagens mais popular da região.

Segundo uma fonte do Partido Comunista Chinês ouvida pelo jornal britânico Dailymail, há 16 robôs distribuídos no hotel. Cada um fica responsável por um andar do prédio para auxiliar na entrega de comida para os pacientes em observação. As máquinas são programadas para percorrer uma determinada rota: sabem onde ir, onde parar e em que momento devem reproduzir o som avisando sobre o serviço.

Na Bélgica, a empresa de tecnologia Zorabots emprestou centenas de robôs de companhia para idosos em isolamento. A ideia é que, mesmo em casa durante a quarentena, as pessoas possam conversar com a família e os amigos por meio de videochamadas. As máquinas respondem a comandos de voz e podem acompanhar fisicamente o usuário pela casa, ajudando a melhorar a sensação de companhia.

FONTE(S): TECHTUDO.COM.BR

Falha em sistema de câmera de segurança vaza dados de 2,4 milhões de usuários

Uma falha na plataforma das câmeras de segurança da marca Wyze expôs, por cerca de 11 meses, dados de cerca de 2,4 milhões de consumidores. O erro grave aconteceu, principalmente, nos Estados Unidos. Invasores mal-intencionados conseguiam até mesmo monitorar ao vivo as residências do usuário que tinha um dos modelos de câmera afetados. Segundo especialistas da empresa de segurança Twelve Security, este é o vazamento mais sério já visto em todo o mundo. O caso vem à tona logo depois de especialistas da Universidade do Texas alertarem para o perigo do uso de eletrônicos conectados.

Em resposta ao portal especializado CNET, a fabricante admitiu o problema e disse que os dados foram acidentalmente expostos em um processo de migração de servidores. Um funcionário teria falhado em seguir os protocolos de segurança durante o procedimento. Ainda não está claro se a companhia sabe se as informações chegaram a ser interceptadas por possíveis invasores.

Ao que tudo indica, a falha atingiu, em sua maioria, usuários americanos. Dos 2,4 milhões de usuários que tiveram seus dados expostos, 24% estão localizadas no leste dos Estados Unidos. O demais atingidos estão distribuídos entre outras regiões do país. O erro atingiu também o Reino Unido, Emirados Árabes, Egito e algumas regiões Malásia.

Segundo a Twelve Security, que descobriu o vazamento, a falha envolve uma fragilidade na proteção dos servidores que armazenam as informações coletadas pelos dispositivos domésticos da marca. Os especialistas alertam que a brecha segue presente e os dados ainda podem ser acessados por qualquer pessoa na web, desde que tenha os endereços dos servidores. As informações estariam protegidas apenas por um sistema fraco de senhas, que poderia ser derrubado com a técnica de força bruta.

Com os dados em mãos, um invasor pode fazer login na conta de usuários para visualizar o feed ao vivo das câmeras. Além disso, de acordo com os alertas dos especialistas, também seria possível interceptar diretamente o tráfego para obter as imagens.

Dispositivos afetados

Além de câmeras conectadas, a Wyze comercializa fechaduras inteligentes, lâmpadas e tomadas smart, entre outros aparelhos voltados para automação doméstica. Uma câmera de segurança da marca é vendida atualmente pela Amazon no Brasil, por R$ 443,90.

Os dados expostos incluem endereços de e-mails e credenciais de 24 mil pessoas, que conectaram um aparelho da Wyze à assistente virtual Alexa. O erro também liberou rotinas do IFTTT, informações detalhadas da rede local do usuário, monitoramento de alarmes e detalhes de calendários, além de reconhecimento facial de todos os consumidores que fizeram upload de foto de perfil na conta. Para um pequeno grupo de usuários, a base de dados chega a trazer também informações de saúde, como altura, peso, gênero, densidade óssea, dieta de proteínas diária, entre outros dados pessoais.

Ligação com a China

Ainda segundo a Twelve Security, a vulnerabilidade está presente principalmente nos servidores da Wyze localizados nos Estados Unidos. A empresa foi fundada em 2017 e é sediada no país norte-americano, mas parte de sua infraestrutura, observam os especialistas, está localizada na China.

Certificados dos servidores operados pela Wyze sugerem que a empresa teria ligações com o Alibaba Group, gigante varejista chinês que também oferece serviços na nuvem. Um relatório da firma de segurança aponta que as informações que circulam na infraestrutura chinesa estão mais protegidas.

Não se descuide, a Connect Tech tem parceria com as fabricantes de qualidade e maior segurança para sua residência ou negócio.

FONTE(S): TECHTUDO.COM.BR

COVID-19: Táxi voador é usado para levar suprimentos a áreas isoladas

O táxi voador eHang 216 está sendo utilizado na China para ajudar no combate ao novo coronavírus. O modelo da eHang transportou medicamentos até um hospital de Hezhou de forma autônoma. O veículo, do tipo eVTOL, ou seja, com decolagem e aterrissagem na vertical, faz parte do sistema Urban Air Mobility (“mobilidade aérea urbana”, em tradução livre) da empresa. Seu funcionamento fica por conta de 16 hélices e 16 motores, que permitem levar até 140 kg por até 31 km com uma única carga. Vale lembrar que a fabricante apresentou sua primeira versão durante a CES 2016, e já testa seus veículos voadores há dois anos.

A aeronave da eHang vem sendo usada em ações realizadas em Hezhou. Por lá, o táxi voador já foi participou da entrega de suprimentos para um hospital a 4 quilômetros de distância do ponto de origem, tudo sem a necessidade de um piloto. Depois da entrega, o veículo retornou sozinho ao ponto de origem.

Além dessa aplicação no transporte de cargas, o drone também teria a capacidade de transportar pacientes de forma completamente independente. Entre as vantagens estão a agilidade do transporte aéreo face ao trânsito das ruas, e também o isolamento do paciente, já que, ao contrário do transporte público, o táxi da eHang pode ser utilizado individualmente.

O eHang 216 foi desenvolvido para operar de forma completamente autônoma. Por meio de mapas e geolocalização, a aeronave pode decolar, percorrer a distância necessária e pousar no destino sem precisar de um piloto a bordo. Para maior segurança, o sistema conta com uma central de controle remota, que monitora o comportamento do táxi voador em tempo real e pode intervir, assumindo o controle em situações de emergência.

A eHang é uma start-up de mobilidade da China que afirma já ter realizado mais dois mil voos de entrega de cargas e transporte de passageiros no mercado chinês, bem como testes em cidades dos Estados Unidos. Outras fabricantes também estão investindo no segmento de táxi voador. Entre elas, a Uber, com o uberAIR, que deve começar seus testes em 2020, e a Volocopter, que firmou parceria com a Grab para atuar na Ásia em breve.

FONTE(S): TECHTUDO.COM.BR

Câmeras de trânsito do Rio são usadas para identificar aglomerações

As câmeras de monitoramento de tráfego da cidade do Rio de Janeiro estão sendo usadas para identificar aglomerações. A partir de quarta-feira (13), as 489 câmeras contarão com um detector de concentração de pessoas.

Este mecanismo é um software que permitirá aos operadores identificar grupos de pessoas que possam estar formando aglomerações. O objetivo é evitar a disseminação do coronavírus.

O programa conta com luzes verdes, que indicam o distanciamento mínimo de 1,5 metro entre as pessoas; o de cor laranja, que indica risco médio; e a vermelha, que indica o risco de aglomerações.

Quando o risco for detectado, o Disk Aglomerações da Secretaria de Ordem Pública (SEOP), será acionado.

FONTE(S): TECHTUDO.COM.BR

COVID-19: 5G e consultas remotas, proximidade em meio a quarentena

A conectividade 5G vem sendo chave na China e na Coreia do Sul para permitir o contato à distância. Em robôs, a rede de quinta geração é essencial para permitir o funcionamento de sistemas de inteligência artificial. Além disso, a baixa latência da tecnologia ajuda a operar equipamentos médicos via internet com alto grau de precisão.

A Huawei chegou a instalar novas antenas de 5G em território chinês para, entre outras coisas, aumentar a cobertura de sistemas avançados de teleconferência: um paciente pode, por exemplo realizar uma consulta online com imagens em alta qualidade mesmo sem acesso à fibra ótica.

O projeto segue o modelo implementado no centro médico em Xiaotangshan, erguido em apenas sete dias. Os esforços da empresa levam a redes ultravelozes para transmissão de dados, consultas remotas, monitoramento e outros serviços.

Com as novas estações 5G em Wuhan, a Huawei espera que a comunicação entre outras localidades da Asia com a área em quarentena seja feita de maneira mais rápida e eficiente. A ideia é que consultas e monitoramento do quadro de saúde sejam realizados remotamente com suporte da nova conexão. Como os habitantes estão impossibilitados de sair das regiões, a medida amplia o fornecimento de serviços hospitalares, bem como o acompanhamento do avanço ou regresso do vírus.

FONTE(S): TECHTUDO.COM.BR

COVID-19: “Doação” de processamento de placas de vídeo

A Nvidia, conhecida fabricante de placas de vídeo, está convocando usuários a doarem o poder de processamento de suas GPUs para ajudar no combate ao coronavírus. Por meio do aplicativo Folding@home, qualquer usuário que tenha um PC equipado com uma placa GeForce pode contribuir. O sistema funciona como uma rede descentralizada de processamento de dados ligada a centros de pesquisa que desenvolvem estudos relacionados à pandemia.

O desenvolvimento de modelos de proliferação da Covid-19, por exemplo, é baseado em cálculos complexos que precisam do maior volume possível de processamento. Ao doar parte do trabalho do computador – e, consequentemente, energia elétrica – um PC gamer pode ajudar a processar um pequeno pacote de informações que ajuda a reduzir o tempo necessário para encontrar uma solução para a situação.

FONTE(S): TECHTUDO.COM.BR

COVID-19: Pagamentos por aproximação, diminui os riscos de contaminação

A essa altura você já deve estar bem ciente de todas as recomendações para evitar a infecção pelo novo coronavírus (SARS-CoV-2), em especial manter distância de outros indivíduos, lavar as mãos com frequência e, principalmente, evitar o contato com pessoas e superfícies contaminadas — assim como não tocar o rosto depois disso. Outras sugestões incluem desinfetar dispositivos, o que pode ser uma tarefa árdua em locais de grande fluxo, a exemplo de teclados de pagamento em supermercados. E aí é que o sistema NFC, presente nas operações do Google Pay, Apple Pay, Samsung Pay e afins, pode ser uma solução mais higiênica e preventiva contra a COVID-19.

Bem, só para lembrar, para quem nunca usou, as redes compatíveis com Near Field Communication (NFC), permitem a comunicação por aproximação, sem a necessidade de contato algum. O microbiologista Jason Tetro, autor de livros sobre contágio como The Germ Code e The Germ Files, destaca que essa é a melhor forma de realizar um pagamento atualmente, pois “não há pessoas apertando botões”.

Tetro lembra um estudo sobre germes, publicado na revista BMC Infectious Diseases em 2018, e que examinou a propagação de doenças infecciosas em aeroportos. Pelo menos um vírus respiratório foi encontrado em amostras de superfícies comumente tocadas — isso inclui caixas de bagagem, corrimãos e os botões do terminal de pagamento de farmácias. Nesse último caso, o rinovírus e o coronavírus OC43 (uma forma comum de coronavírus, diferente da causadora da pandemia atual) foram encontrados no mesmo cotonete.

Se as pessoas estão em uma situação em que são obrigadas a tocar em algo bastante acessado, como terminais de pagamento ou caixas eletrônicos, “há uma boa probabilidade de que as pessoas tenham passado a mão no nariz ou colocado os dedos na boca, portanto, podem haver fluídos corporais transferidos para essas máquinas”, avalia Tetro. “Nas primeiras horas, quando o vírus é mais infeccioso, outra pessoa pode acabar tocando isso e tocando seu rosto depois”, complementa.

Ter um sistema não-sensível ao toque, acrescentou Tetro, é vantajoso porque elimina mais um agente em potencial para propagar doenças. Em outras palavras, se você tiver, use-o. E se você precisar tocar em uma superfície bastante acessada, como um teclado de pagamento, lave as mãos ou use um desinfetante como álcool em gel 70% o mais rápido possível. Além disso, por mais que já saiba disso, evite tocar o seu rosto o tempo todo, especialmente enquanto estiver fora de casa.

FONTE(S): CANALTECH.COM.BR