Falha em sistema de câmera de segurança vaza dados de 2,4 milhões de usuários

Uma falha na plataforma das câmeras de segurança da marca Wyze expôs, por cerca de 11 meses, dados de cerca de 2,4 milhões de consumidores. O erro grave aconteceu, principalmente, nos Estados Unidos. Invasores mal-intencionados conseguiam até mesmo monitorar ao vivo as residências do usuário que tinha um dos modelos de câmera afetados. Segundo especialistas da empresa de segurança Twelve Security, este é o vazamento mais sério já visto em todo o mundo. O caso vem à tona logo depois de especialistas da Universidade do Texas alertarem para o perigo do uso de eletrônicos conectados.

Em resposta ao portal especializado CNET, a fabricante admitiu o problema e disse que os dados foram acidentalmente expostos em um processo de migração de servidores. Um funcionário teria falhado em seguir os protocolos de segurança durante o procedimento. Ainda não está claro se a companhia sabe se as informações chegaram a ser interceptadas por possíveis invasores.

Ao que tudo indica, a falha atingiu, em sua maioria, usuários americanos. Dos 2,4 milhões de usuários que tiveram seus dados expostos, 24% estão localizadas no leste dos Estados Unidos. O demais atingidos estão distribuídos entre outras regiões do país. O erro atingiu também o Reino Unido, Emirados Árabes, Egito e algumas regiões Malásia.

Segundo a Twelve Security, que descobriu o vazamento, a falha envolve uma fragilidade na proteção dos servidores que armazenam as informações coletadas pelos dispositivos domésticos da marca. Os especialistas alertam que a brecha segue presente e os dados ainda podem ser acessados por qualquer pessoa na web, desde que tenha os endereços dos servidores. As informações estariam protegidas apenas por um sistema fraco de senhas, que poderia ser derrubado com a técnica de força bruta.

Com os dados em mãos, um invasor pode fazer login na conta de usuários para visualizar o feed ao vivo das câmeras. Além disso, de acordo com os alertas dos especialistas, também seria possível interceptar diretamente o tráfego para obter as imagens.

Dispositivos afetados

Além de câmeras conectadas, a Wyze comercializa fechaduras inteligentes, lâmpadas e tomadas smart, entre outros aparelhos voltados para automação doméstica. Uma câmera de segurança da marca é vendida atualmente pela Amazon no Brasil, por R$ 443,90.

Os dados expostos incluem endereços de e-mails e credenciais de 24 mil pessoas, que conectaram um aparelho da Wyze à assistente virtual Alexa. O erro também liberou rotinas do IFTTT, informações detalhadas da rede local do usuário, monitoramento de alarmes e detalhes de calendários, além de reconhecimento facial de todos os consumidores que fizeram upload de foto de perfil na conta. Para um pequeno grupo de usuários, a base de dados chega a trazer também informações de saúde, como altura, peso, gênero, densidade óssea, dieta de proteínas diária, entre outros dados pessoais.

Ligação com a China

Ainda segundo a Twelve Security, a vulnerabilidade está presente principalmente nos servidores da Wyze localizados nos Estados Unidos. A empresa foi fundada em 2017 e é sediada no país norte-americano, mas parte de sua infraestrutura, observam os especialistas, está localizada na China.

Certificados dos servidores operados pela Wyze sugerem que a empresa teria ligações com o Alibaba Group, gigante varejista chinês que também oferece serviços na nuvem. Um relatório da firma de segurança aponta que as informações que circulam na infraestrutura chinesa estão mais protegidas.

Não se descuide, a Connect Tech tem parceria com as fabricantes de qualidade e maior segurança para sua residência ou negócio.

FONTE(S): TECHTUDO.COM.BR

Câmeras de trânsito do Rio são usadas para identificar aglomerações

As câmeras de monitoramento de tráfego da cidade do Rio de Janeiro estão sendo usadas para identificar aglomerações. A partir de quarta-feira (13), as 489 câmeras contarão com um detector de concentração de pessoas.

Este mecanismo é um software que permitirá aos operadores identificar grupos de pessoas que possam estar formando aglomerações. O objetivo é evitar a disseminação do coronavírus.

O programa conta com luzes verdes, que indicam o distanciamento mínimo de 1,5 metro entre as pessoas; o de cor laranja, que indica risco médio; e a vermelha, que indica o risco de aglomerações.

Quando o risco for detectado, o Disk Aglomerações da Secretaria de Ordem Pública (SEOP), será acionado.

FONTE(S): TECHTUDO.COM.BR

COVID-19: Drones pedindo à população para ficar em casa

Em alguns países da Europa e da Ásia, governos vêm usando drones para acelerar providências contra o coronavírus em espaços públicos. Na Espanha, onde vigora um decreto de estado de emergência que ordena o isolamento por 15 dias, a polícia usa os equipamentos para sobrevoar áreas onde pessoas ainda circulam e emitir um aviso sonoro para que todos fiquem em casa. Os drones ajudam especialmente na capital Madrid, cidade mais populosa e foco de infecção no país.

Na China, autoridades vêm lançando mão dos aparelhos para acelerar o processo de desinfecção das ruas. Eles viajam por cidades inteiras espirrando produtos de limpeza, como água sanitária, por exemplo, para garantir que traços do vírus sejam eliminados de todas as zonas, principalmente daquelas onde o exército de limpeza do governo chinês não consegue passar.

Aqui no Brasil, a Prefeitura do Rio de Janeiro já utiliza os drones desde o último dia 15/04, um “drone falante” e um sistema de rastreamento de sinais de celulares para tentar evitar aglomerações na cidade e, dessa forma, impedir a disseminação rápida do novo coronavírus.

Segundo a prefeitura, o equipamento com um alto-falante sobrevoará diversos pontos da cidade, alertando aos cidadãos sobre a importância de ficar em casa. A mensagem diz ainda que, se precisarem sair, que seja mantida distância de dois metros das outras pessoas, conforme as orientações do Ministério da Saúde.

Todas as ações do drone serão transmitidas em tempo real para a base operacional no Riocentro, onde funciona o Gabinete de Crise da Prefeitura, e para o Centro de Operações, na Cidade Nova, no Centro.

O serviço será usado para o atendimento das chamadas do Disk Aglomeração e permitirá à Prefeitura estender esse tipo de ação. O serviço, criado no final de março, já registrou mais de duas mil denúncias sobre pontos de aglomerações na cidade

FONTE(S): TECHTUDO.COM.BR / G1.GLOBO.COM

Câmeras térmicas podem identificar mil casos de Covid-19 por hora

Diversas empresas e governos têm procurado formas de detectar possíveis infectados pelo novo coronavírus. A Athena Security afirma que seu Sistema de Detecção de Febre pode encontrar cerca de mil casos suspeitos por hora.

O sistema inclui câmeras, inteligência artificial e um termômetro bastante preciso para encontrar possíveis infectados com a Covid-19. Além de ser muito rápido, não precisa de qualquer contato e pode avaliar uma pessoa no meio de uma multidão e de forma autônoma.

Segundo a Athena, o mecanismo se calibra automaticamente e possui precisão de 0,4 graus Celsius. Além disso, é capaz de medir a temperatura de várias pessoas simultaneamente.

A Connect Tech sempre seguindo as recomendações de proteção do ministério da saúde.

FONTE(S): OLHARDIGITAL.COM.BR

Seis dicas para proteger sua câmera de segurança de invasões hackers

Câmeras de segurança conectadas à Internet podem virar alvo de hackers. É possível que alguém mal-intencionado consiga gravar ou até acompanhar ao vivo o que acontece na casa ou trabalho dos usuários, trazendo riscos à privacidade e à segurança. Manter a câmera atualizada, usar senhas fortes e dar preferência a fabricantes que tenham credibilidade no mercado são algumas das ações que podem evitar os riscos de vazamentos e invasão.

Aplicativo transforma seu celular em câmera de segurança; conheça

Recentemente, uma falha de segurança deixou dados de 2,4 milhões de pessoas expostos. O caso está sendo considerado o vazamento do tipo mais sério já visto em todo o mundo. Veja, a seguir, seis dicas para tornar o uso da câmera de vigilância algo mais seguro.

1.    Mantenha a câmera atualizada

Câmeras, assim como outros dispositivos conectados, devem receber atualizações de segurança por parte dos fabricantes ao longo do tempo. É essencial habilitar a opção de atualização automática, ou então, buscar pelos updates no site da fabricante. Além de reforçar a segurança da câmera, com o potencial de corrigir alguma brecha grave, essas atualizações podem melhorar o desempenho do produto e trazer novas funcionalidades.

2. Use senhas fortes

As câmeras de segurança conectadas vêm com uma senha de acesso padrão, liberada pelo fabricante para a primeira instalação. Se um invasor tentar acessar sua câmera, há uma boa chance de que a primeira senha que ele vai tentar usar é a palavra-passe pré-definida. Assim como na compra de um roteador novo, é fundamental mudar a senha da câmera para um código personalizado e seguro, com letras, números e caracteres especiais.

3. Certifique-se de que sua rede é segura

Se sua câmera tem uma senha segura e está sempre atualizada, mas está conectada a uma rede mal configurada, ela pode estar vulnerável a invasões. Para isso, é importante seguir algumas dicas para manter a rede Wi-Fi segura, como esconder o nome da rede e monitorar os dispositivos conectados, por exemplo.

 

4. Seja criterioso com o acesso remoto

As câmeras de segurança com acesso à Internet permitem acompanhar tudo em tempo real. A comodidade, no entanto, precisa ser usada com algum cuidado. Uma dica é não usar o acesso remoto em redes Wi-Fi públicas, ou em que você não confia. Outra recomendação é criar perfis de uso que diminuem riscos de interceptação. Avalie por exemplo se sua câmera precisa mesmo acessar a Internet o tempo todo. Talvez você possa configurá-la para transmitir as imagens apenas quando você não está em casa.

5. Use autenticação em dois fatores

Algumas câmeras fabricadas recentemente trazem a opção de configurar a autenticação em dois fatores. Essa função combina a senha escolhida com um código alfanumérico único, enviado, em geral, por celular e só você pode ter acesso. Com a verificação em duas etapas, o risco de que um invasor acesse seus dados e a câmera com sua senha desaparece.

6. Fique de olho na procedência

Na hora de comprar sua câmera, é importante buscar aparelhos de boa procedência. Os produtos de marca com maior presença no mercado, em tese, têm sistemas atualizados com frequência, além de ferramentas e recursos de segurança de boa qualidade. Desconfie de ofertas mirabolantes: câmeras de procedência duvidosa podem vir adulteradas da mão do vendedor, com malwares embutidos criados especificamente para facilitar a vida dos criminosos.

FONTE(S): TECHTUDO.COM.BR

Prefeitura do Rio vai usar smartphones para monitorar deslocamento da população

A Prefeitura do Rio de Janeiro fechou parceria com a TIM para rastrear possíveis focos de disseminação do novo coronavírus. A operadora vai fornecer informações anônimas em tempo real sobre o deslocamento de seus clientes.

Os dados serão compilados em mapas de calor que indicarão o volume de pessoas concentradas em um mesmo local. Assim, o poder público poderá identificar aglomerações e avaliar se a população dos bairros está respeitando medidas de distanciamento social.

A ferramenta ainda deve fornecer um panorama dos principais focos de contágio do vírus, além de guiar ações localizadas da prefeitura para incentivar que mais pessoas acatem as recomendações das autoridades de saúde.

“Estamos passando por um momento de extrema cautela e saber onde há concentração de usuários vai nos ajudar a orientar a população da melhor maneira”, disse o chefe-executivo do Centro de Operações Rio, Alexandre Cardeman. 

Vale lembrar, no entanto, que esse sistema de monitoramento não é novidade no Rio de Janeiro. Durante os Jogos Olímpicos em 2016, o governo municipal firmou acordo com a TIM para obter dados de localização dos clientes da operadora para desenvolver planos de mobilidade durante a competição esportiva.

A cidade também não será a única a adotar o monitoramento de dados de celulares para conter a epidemia do novo coronavírus. Na terça-feira (24/03), o prefeito de Recife (PE), Geraldo Júlio, anunciou uma medida similar, com a proposta de medir o “índice de isolamento” dos habitantes do município.

FONTE(S): VEJARIO.COM.BR

ORIENTAÇÕES PARA O COMBATE AO CORONAVÍRUS EM CONDOMÍNIOS

A determinação para evitar combater o coronavírus é ficar em casa, o que aumenta a necessidade de cuidados nos prédios. A Associação Brasileira das Administradoras de Imóveis (ABADI) preparou uma cartilha com orientações específicas para condomínios de prevenção ao coronavírus (Covid-19). De acordo com o a associação, o síndico tem poder, em uma situação de força maior, de determinar o fechamento das áreas comuns do condomínio, como piscina, quadras esportivas, salões de festas, academia e outros.

“Caso algum condômino esteja com coronavírus e faça quarentena domiciliar (14 dias em casa em isolamento, sendo monitorado à distância), o síndico pode avisar sobre uma pessoa doente aos demais moradores, mas sem relevar sua identidade”.

No condomínio Cores da Lapa, com 685 unidades, foram adotadas medidas como cancelamento de assembleias e reuniões, fechamento de saunas e afins e orientação para os moradores para deixar as janelas abertas.

Luiz Barreto, presidente da administradora Estasa, afirma que, como agora a ordem é ficar em casa, os condomínios devem redobrar a atenção, mesmo que seja com medidas consideradas radicais.

– Estamos mandando um comunicado para todos os condomínios que administramos. A ordem é fechar todas as academias e salão de jogos. Obra e manutenção só em casos emergenciais: não é hora de trocar o piso da sala- alerta.

Recomendações para condomínios:

– Disponibilizar álcool gel em áreas estratégicas: próximo a elevadores, portarias e em áreas de uso coletivo

–  Disponibilizar cartazes de comunicação e orientação aos moradores

– Orientar e dar assistência aos funcionários do condomínio e tentar afastar os mais idosos ou com doenças crônicas, que fazem parte do grupo de risco

– Caso algum colaborador do condomínio manifeste sintomas da doença, comunicar imediatamente à administração e serem afastados

– Suspensão das assembleias e reuniões presenciais, salvo em situações imprescindíveis. Neste caso, realiza-las em ambientes arejados, mantendo uma distância de, pelo menos, um metro entre os participantes

– Se possível, promover o fechamento temporário de espaços de uso coletivo, como piscina, sauna, academias, quadras esportivas

– As piscinas mantidas abertas devem ser cloradas por profissionais

– Exigir procedimentos de limpeza rigorosos no condomínio, especialmente em maçanetas, botoeiras, corrimãos, elevadores, playgrounds, academias e halls comuns

– Funcionários da limpeza devem usar equipamentos de proteção individual, como máscaras e luvas

– Na limpeza geral é recomendado o uso de alvejantes, álcool ou produtos com hipoclorito de sódio

– Com as crianças em casa, será importante manter a comunicação com pais e responsáveis para evitar que haja aglomeração no playground do condomínio

– Manter os banheiros das áreas comuns sempre abastecidos com sabão, papeis e álcool em gel

– Suspender a cessão de uso de espaços para eventos como: salões de festas, churrasqueiras, espaços gourmet, entre outros

– As garagens são, na maioria dos casos, fechadas e a circulação de pessoas deve ser apenas em casos de real necessidade

– Evitar elevadores lotados

– Estabelecer um fluxo racional para entregas em domicílio, a fim de evitar ao máximo o contato corporal

FONTE(S): OGLOBO.COM.BR

Sistemas de alarme: novidades aumentam a eficiência do monitoramento

Quando o assunto é economia de energia elétrica, poucas práticas são tão eficazes para o bolso e para o meio ambiente quanto desligar um equipamento eletroeletrônico. É claro que muitos objetos já foram desenvolvidos para consumirem o mínimo possível, mas sempre haverá algum nível de corrente circulando e fazendo o ponteiro do medidor rodar. Do outro lado dessa balança econômica, porém, é difícil encontrar objetos que sejam esquecidos ligados de forma indevida mais frequentemente do que as lâmpadas. Como é possível, então, unir essas duas situações e promover o consumo racional da eletricidade? Simples: usando sensores de presença para iluminação.

Os brasileiros estão mais preocupados com a segurança dos lugares onde vivem e trabalham. Além da necessidade de reforçar o monitoramento em casa por conta do crescimento das cidades, a facilidade de acesso às novas tecnologias e integração delas à soluções consolidadas proporciona o surgimento de novos equipamentos, mais conectados e monitoráveis. Essa expectativa se traduz em números: até o fim do ano, a procura por recursos como o tradicional sistema de alarme deve protagonizar o crescimento de 10% da indústria de segurança eletrônica em relação ao ano de 2018.

Esse tipo de equipamento é um dos mais lembrados pelos consumidores quando se fala em dispositivos contra intrusão. Ao longo dos anos ele se mostrou eficaz para monitorar a situação de casas, pequenos escritórios e até empresas e acionar equipes de segurança quando necessário. Essa preferência continua nos dias de hoje – é o segundo item mais buscado, atrás apenas das soluções em videomonitoramento – graças às evoluções que permitiram atender às necessidades ainda mais específicas do público moderno.

Hoje existem sistemas de alarme para praticamente todos os tipos de imóveis e tamanhos de orçamento. Além das tradicionais centrais monitoradas e não monitoradas, que são mais populares por estarem a mais tempo no mercado, várias inovações permitem expandir o uso destes dispositivos para locais em que existe algum tipo de limitação física.

Sistema de alarme com instalação facilitada é tendência

A composição básica de um sistema de alarme é a seguinte:

  • central de alarme: é para onde todas as informações convergem. É ela que pode enviar um comando para uma equipe externa (no caso das centrais monitoradas), fazer tocar uma sirene e se comunicar com o usuário ao discar para um telefone (caso das não monitoradas) ao identificar alguma violação ou invasão;
  • sensores: são a “ponta” da instalação. Esses equipamentos é que vão captar qualquer movimentação estranha – seja a presença de alguém em uma área indevida, a abertura de uma porta ou janela ou ainda a ultrapassagem de uma barreira (alguém que pule um muro, por exemplo). Podem ser magnéticos de abertura, de movimento ou de barreira;
  • sirene: é a parte que dá o alerta de que algo aconteceu. Toca em alto volume para alertar a vizinhança e chamar a atenção para o local onde há um problema;
  • bateria: garante o funcionamento de todo o sistema mesmo em casos de falta de energia elétrica. É recarregada automaticamente quando o fornecimento for restabelecido.

Todos esses itens atuam conjuntamente para deixar o seu patrimônio o mais protegido possível. A diversidade de modelos de sistemas de alarme permite escolher entre as opções aquele que mais se adequa ao seu projeto.

Alarme sem fio: solução sob medida e sem quebra-quebra de paredes

Como nem todo mundo está construindo ou tem um imóvel próprio, uma boa solução pode ser investir em um sistema de alarme sem fio. Esse tipo de recurso expande as possibilidades de instalação de um recurso de segurança para os locais em que não há disponibilidade para pequenas obras, instalação de canaletas nem espaço livre na tubulação elétrica.

Composta basicamente pelos mesmos itens que os modelos com fio, o diferencial está na forma como ocorre a comunicação entre os sensores e a central: via radiofrequência. Esse tipo de sistema é altamente seguro e faz com que não seja preciso passar fios e cabos por todo o imóvel. Isso é ideal para quando não há possibilidade ou interesse em se fazer intervenções estruturais.

Entre os potenciais locais que podem receber um sistema de alarme sem fio estão:

  • casas alugadas;
  • imóveis históricos ou sem estrutura elétrica adaptada para equipamentos atuais;
  • salas comerciais;
  • situações em que o dono ou locatário não queira gastar com mão-de-obra de pedreiro e eletricista;
  • espaços ocupados de forma temporária.

Ao instalar uma central de alarme sem fio, você pode removê-la quando precisar desocupar o imóvel e aproveitá-la em outro lugar. Isso porque os sensores e a central são fixados nas paredes com recursos que permitem a retirada simples e rápida, eliminando o risco de o investimento feito no equipamento se perder ao trocar de endereço.

O fato de não possuir fios também melhora a integração e aumenta a segurança: um eventual invasor não consegue desativar o sistema cortando cabos ou cessando o fornecimento de energia elétrica. Além disso, o monitoramento pode ser feito por empresas especializadas e também pelo próprio usuário por meio do celular.

A comunicação entre esse tipo de central e o mundo exterior também está disponível de pelo menos três formas: via Wi-Fi, conexão Ethernet (cabeada), conexão GPRS ou linha telefônica.

Viu só como é fácil aumentar o grau de proteção da sua casa com o uso da tecnologia correta? Para saber mais como deixar o seu patrimônio seguro, leia mais conteúdos sobre segurança no nosso blog.

FONTE(S): INTELBRAS.COM.BR

Quando o assunto é economia de energia elétrica, poucas práticas são tão eficazes para o bolso e para o meio ambiente quanto desligar um equipamento eletroeletrônico. É claro que muitos objetos já foram desenvolvidos para consumirem o mínimo possível, mas sempre haverá algum nível de corrente circulando e fazendo o ponteiro do medidor rodar. Do outro lado dessa balança econômica, porém, é difícil encontrar objetos que sejam esquecidos ligados de forma indevida mais frequentemente do que as lâmpadas. Como é possível, então, unir essas duas situações e promover o consumo racional da eletricidade? Simples: usando sensores de presença para iluminação.

A tecnologia no desenvolvimento deste tipo de recurso permite resolver completamente o dilema entre conforto e economia. Graças à implementação de capacidades específicas, como a detecção de presença a partir da emissão de calor de corpos e objetos em ambientes de baixa luminosidade e até a sensibilidade à quantidade de luz para definir se a lâmpada deve ou não ser acesa ao detectar um movimento, esses dispositivos precisam fazer parte de qualquer projeto residencial ou comercial que esteja minimamente preocupado em reduzir a conta de luz e poupar energia.

Mas você já sabe como escolher um bom sensor de presença para iluminação? Já leu sobre esse equipamento durante as suas pesquisas na internet? Preparamos este texto para que você possa conhecer cada um dos modelos e decidir pelo que será mais útil e ficará mais harmonioso na sua casa, condomínio ou empresa. Continue a leitura para saber mais.

Tipos de sensor de presença para iluminação

A diversidade de ambientes exige que os sensores tenham características específicas para funcionarem conforme cada situação. Por exemplo: não adianta que um equipamento deste tipo continue acendendo uma lâmpada em uma área durante o dia, ou que a área sensível seja tão pequena que o usuário precise se posicionar quase embaixo dele para acioná-lo.

Recursos modernos que vão desde a implementação de células fotossensíveis até a cobertura de grandes áreas estão disponíveis no mercado, e é justamente elas que você deve conhecer para decidir qual é o melhor sensor de presença para iluminação a ser instalado no seu imóvel.

  • Instalação na parede: esse tipo de sensor oferece economia ao acender e apagar as luzes automaticamente, aliada à praticidade da utilização da estrutura elétrica já existente. Com modelos de sobrepor ou embutir, elimina a necessidade de grandes intervenções e fica estrategicamente posicionado em áreas de tráfego, agilizando o acendimento das luzes;
  • Instalação no teto: esse tipo de sensor costuma oferecer uma área de cobertura mais abrangente, já que pode ser instalado a até quatro metros de altura. A própria disposição do aparelho ajuda na segurança, já que o torna inacessível para quaisquer outras pessoas que não os técnicos responsáveis pela manutenção, impedindo que seu funcionamento seja alterado ou comprometido;
  • Plug and Play: é o tipo de sensor de presença para iluminação mais simples de ser instalado. Pode ser rosqueado no soquete que recebe a lâmpada (no teto, por exemplo).

Onde usar cada tipo de sensor de presença para iluminação

Como você já leu aqui, cada situação exige um tipo de sensor de presença para iluminação adequado. Conheça quais os melhores locais para usar cada tipo.

Uso interno — teto ou parede

Um tipo de solução mais versátil para você instalar na sua casa ou no ambiente corporativo é o que permite a fixação no teto ou na parede. Próprio para ambientes internos, possui uma haste articulada para que você direcione o sensor para a área de maior movimento (focado em uma porta, por exemplo, para fazer a luz acender sempre que alguém passar por ela).

Esse tipo de equipamento funciona a partir da detecção de movimento de pessoas, animais de médio e grande porte e objetos por meio de um sensor infravermelho que reconhece as fontes de calor. Além disso, possui a função fotocélula que permite acender a luz durante o dia ou apenas à noite. Essa característica ajuda a aumentar a economia de energia, pois impede o acionamento indevido da lâmpada quando o ambiente estiver claro ou for desnecessário o seu acendimento.

Além disso, esses sensores oferecem um ângulo de detecção de presença de até 360º e alcance de 5 metros — o que vai eliminar as possibilidades de não acionamento quando alguém passar pelo espaço onde ele estiver instalado.

Uso interno — teto

Caso a sua necessidade seja ampliar a área de alcance do sensor e assim multiplicar a eficiência deste dispositivo no propósito de economizar energia, o ideal para você são os que oferecem maior alcance de detecção. Além do ângulo de 360º, facilitando a identificação de quem estiver passando por quaisquer dos lados, o sensor infravermelho consegue medir fontes de calor que estejam a até 18 metros de distância de onde estiverem instalados, dependendo do modelo escolhido. Essa característica habilita o uso em ambientes maiores, tanto em casa quanto em imóveis comerciais — uma área de festas na residência ou um depósito de uma pequena empresa.

Eles também oferecem a função fotocélula, que desabilita o acionamento da lâmpada durante o dia, mesmo detectando movimento. Essa função, no entanto, pode ser configurada pelo usuário, que consegue desabilitá-la se desejar.

Também há variações importantes que podem ser embutidas no teto — gesso, laje ou outro material —, facilitando a inclusão em qualquer projeto arquitetônico. Também há sensores com proteção IP 44, preparados para serem instalados em locais semiabertos, como garagens, portarias de condomínios e outras áreas.

Uso interno — Plug and Play

Além dos recursos que você conheceu neste texto, há os que não exigem nenhum conhecimento técnico e começam a funcionar assim que são conectados à energia elétrica.

Desenvolvidos para instalação em um soquete E27, os tradicionais e populares “bocais” que recebem as lâmpadas fluorescentes compactas e de LED comuns disponíveis no mercado, têm o sensor acima do espaço destinado à fonte luminosa, para que seja abrangente e “enxergue” completamente o ambiente.

Para entrar em funcionamento, basta que você retire a lâmpada do soquete, rosqueie o sensor e volte a colocar a lâmpada. Esse componente é compatível com todos os tipos de iluminação até 60 Watts, também têm célula fotoelétrica e boa área de cobertura.

Todos os sensores que você conheceu neste texto têm ajuste de tempo de duração da luz acesa. Por meio de um botão no próprio produto é possível determinar qualquer duração a partir da detecção de presença, de 10 segundos a 10 minutos (conforme o modelo). Eles também são compatíveis com as lâmpadas mais comuns do mercado, sejam elas incandescentes, fluorescentes compactas ou de LED.

Para conhecer as novidades que chegarão em breve=o mercado, acompanhe nosso site e nosso blog.

FONTE(S): INTELBRAS.COM.BR

Por que usar um rack para CFTV?

Os racks para CFTV chegaram ao mercado de segurança com uma proposta muito clara e definitiva, facilitar a vida do instalador!

Os racks para CFTV começaram de forma modesta e com poucos modelos, com o tempo a evolução foi imensa e hoje podemos encontrar soluções para qualquer projeto. Um projeto de CFTV é composto essencialmente por câmeras, cabo e DVR.

Não é necessariamente obrigatório colocar um rack organizador, mas as vantagens de um rack organizador são inegáveis. 

Fácil alimentação para o CFTV

Quando vai ser realizada a instalação de CFTV um dos grandes obstáculos que muitas vezes implicam na infraestrutura é a rede elétrica já existente no imóvel.

Os racks de CFTV oferecem a possibilidade de levar vídeo e alimentação para câmera em um único cabo tanto coaxial bipolar como em cabo de rede.

Isso elimina de uma vez por todas a dificuldade da implementação do Nobreak no projeto já que a alimentação seria centralizada no rack para CFTV garantindo muito mais qualidade e segurança para o usuário.

Rack para CFTV aumenta a vida útil do sistema de câmeras

Os racks para CFTV mais modernos que contam com placas organizadoras, contam também com componentes de proteção contra sobrecarga elétrica.

Os racks para CFTV Tem a grande vantagem de proteger os componentes eletrônicos do CFTV desarmando quando ocorre uma sobrecarga de energia e volta ao trabalho normalmente quando a corrente se normaliza. Evitando assim danos ao CFTV e sem o trabalho de ter que abrir o equipamento para trocar fusível.

Lembrando que é de suma importância o aterramento de cada equipamento de CFTV como indica seus respectivos fabricantes.

Uma imagem sem interferências

As interferências no CFTV podem ter vários fatores ocasionais, um dos mais comuns deles é a interferência gerada pela eletricidade estática dos fios da rede elétrica.

Como os racks para CFTV da linha Power são desenvolvidos para levar vídeo e alimentação no mesmo cabo eles contam com filtro magnético integrado o que vai garantir uma imagem muito mais nítida e sem interferências.

Mais Segurança para o DVR

O DVR é o coração do CFTV, quando existe um investimento em segurança é nele que fica armazenadas todas a imagens que são captadas.

É ilógico fazer um investimento em CFTV e não proteger o DVR, em caso de roubo de imóvel ou qualquer outro crime premeditado que for praticado o criminoso sem dúvidas irá procurar roubar/quebrar ou desligar o DVR.

Além de segurança contra pessoas mal-intencionadas temos que levar em consideração que acidentes acontecem.

Quando o DVR fica muito exposto em locais de fácil acesso como em cima do rack de TV na sala, junto a outros equipamentos eletrônicos, é comum um acesso indevido como de um funcionário limpando e mudando alguma configuração sem querer ou uma criança apertando os botões do equipamento.

O ideal é preparar um local próprio para o DVR como um Rack para CFTV ou um Rack Padrão Informática, que vai restringir o acesso indevido, mas deixando fácil para identificar problemas e fazer uma possível manutenção. Além disso, o DVR irá ficar em um local limpo reduzindo o risco de falhas no sistema de CFTV.

FONTE(S): ONIXSECURITY.COM.BR

Nuvem facilita o acesso às imagens de câmeras de segurança

Segurança é uma das principais preocupações dos brasileiros. Uma pesquisa de 2014 e as notícias de 2015 relativas às Olimpíadas mostram que, cada vez mais, as ações da população são condicionadas pela existência ou falta de segurança. Dessa forma, é natural também que os investimentos em segurança nos negócios e domicílios aumentem, e a principal solução para isso é a instalação de um sistema circuito fechado de TV (CFTV).

Tradicionalmente, um sistema de CFTV utiliza câmeras e gravadores digitais de vídeo (DVRs) para captar e gravar as imagens. Para facilitar o trabalho, a Intelbras criou o Intelbras Cloud, um sistema que permite que as imagens das câmeras sejam acessadas facilmente de qualquer lugar.

Um novo conceito em Cloud Computing

O “cloud computing” virou um termo muito associado ao armazenamento de dados e ao software facilitado. Mas, no caso do acesso remoto às imagens da câmera, refere-se a um serviço de conexão ponto a ponto (P2P) que não anula o uso do DVR em um sistema. Na verdade, ele facilita o acesso aos equipamentos, criando uma conexão que não depende de regras de rede (NAT) para realizar as conexões. Outra vantagem é que o sistema de monitoramento por câmeras agora pode ser configurado rapidamente. Entenda abaixo como funciona:

  • Para adotar a tecnologia, é necessário haver câmeras de monitoramento instaladas a um DVR funcionando. Se você já tiver esses aparelhos instalados no local e eles forem compatíveis com o software de acesso ao cloud, pode ir direto para a fase de configuração. Hoje existe três formas: através do aplicativo ISIC 6, SIM Plus e por meio da web.
  • Funcionamento e manutenção: uma vez que a instalação for feita através do aplicativo ISIC 6, SIM Next ou pelo site, é possível utilizar uma dessas opções acima para realizar consultas ou possíveis manutenções.
  • Custo: a adesão ao sistema é gratuita. Basta realizar um cadastro pelo aplicativo ISIC 6 ou pela página do Intelbras Cloud. O único gasto será com o técnico que realizará a configuração do sistema.

Vantagens da adoção de um sistema em nuvem para acesso a imagens das câmeras

Para o cliente

  • Facilidade de acesso aos equipamentos;
  • Fácil configuração do sistema em nuvem;
  • Não há necessidade de criar regras de redirecionamento de portas;
  • Um único cadastro, tanto para acesso externo e interno;
  • Sem custo adicional pelo serviço.

Confira um exemplo de configuração por meio da Intelbras Cloud

Suponha que existam dois DVRs em uma residência ou estabelecimento e que eles precisem de alguma configuração específica, feita remotamente. Antes, quando o processo era realizado com conexão via DDNS, era necessário o redirecionamento de portas (NAT) no modem/roteador para cada um deles. Somente depois desse processo ocorria o acesso ao dispositivo.

Com o Intelbras Cloud, o processo é realizado de forma mais fácil e ágil, pois não há a necessidade de direcionamento de portas. Basta inserir o dispositivo através de um QR code na página do Intelbras cloud, ISIC ou SIM Plus, para ter acesso às configurações.

E você, já pensou em mudar para um sistema em cloud de monitoramento de imagens das câmeras? Contacte já um de nossos consultores.

FONTE(S): OLHARDIGITAL.COM.BR