Seis dicas para proteger sua câmera de segurança de invasões hackers

Câmeras de segurança conectadas à Internet podem virar alvo de hackers. É possível que alguém mal-intencionado consiga gravar ou até acompanhar ao vivo o que acontece na casa ou trabalho dos usuários, trazendo riscos à privacidade e à segurança. Manter a câmera atualizada, usar senhas fortes e dar preferência a fabricantes que tenham credibilidade no mercado são algumas das ações que podem evitar os riscos de vazamentos e invasão.

Aplicativo transforma seu celular em câmera de segurança; conheça

Recentemente, uma falha de segurança deixou dados de 2,4 milhões de pessoas expostos. O caso está sendo considerado o vazamento do tipo mais sério já visto em todo o mundo. Veja, a seguir, seis dicas para tornar o uso da câmera de vigilância algo mais seguro.

1.    Mantenha a câmera atualizada

Câmeras, assim como outros dispositivos conectados, devem receber atualizações de segurança por parte dos fabricantes ao longo do tempo. É essencial habilitar a opção de atualização automática, ou então, buscar pelos updates no site da fabricante. Além de reforçar a segurança da câmera, com o potencial de corrigir alguma brecha grave, essas atualizações podem melhorar o desempenho do produto e trazer novas funcionalidades.

2. Use senhas fortes

As câmeras de segurança conectadas vêm com uma senha de acesso padrão, liberada pelo fabricante para a primeira instalação. Se um invasor tentar acessar sua câmera, há uma boa chance de que a primeira senha que ele vai tentar usar é a palavra-passe pré-definida. Assim como na compra de um roteador novo, é fundamental mudar a senha da câmera para um código personalizado e seguro, com letras, números e caracteres especiais.

3. Certifique-se de que sua rede é segura

Se sua câmera tem uma senha segura e está sempre atualizada, mas está conectada a uma rede mal configurada, ela pode estar vulnerável a invasões. Para isso, é importante seguir algumas dicas para manter a rede Wi-Fi segura, como esconder o nome da rede e monitorar os dispositivos conectados, por exemplo.

 

4. Seja criterioso com o acesso remoto

As câmeras de segurança com acesso à Internet permitem acompanhar tudo em tempo real. A comodidade, no entanto, precisa ser usada com algum cuidado. Uma dica é não usar o acesso remoto em redes Wi-Fi públicas, ou em que você não confia. Outra recomendação é criar perfis de uso que diminuem riscos de interceptação. Avalie por exemplo se sua câmera precisa mesmo acessar a Internet o tempo todo. Talvez você possa configurá-la para transmitir as imagens apenas quando você não está em casa.

5. Use autenticação em dois fatores

Algumas câmeras fabricadas recentemente trazem a opção de configurar a autenticação em dois fatores. Essa função combina a senha escolhida com um código alfanumérico único, enviado, em geral, por celular e só você pode ter acesso. Com a verificação em duas etapas, o risco de que um invasor acesse seus dados e a câmera com sua senha desaparece.

6. Fique de olho na procedência

Na hora de comprar sua câmera, é importante buscar aparelhos de boa procedência. Os produtos de marca com maior presença no mercado, em tese, têm sistemas atualizados com frequência, além de ferramentas e recursos de segurança de boa qualidade. Desconfie de ofertas mirabolantes: câmeras de procedência duvidosa podem vir adulteradas da mão do vendedor, com malwares embutidos criados especificamente para facilitar a vida dos criminosos.

FONTE(S): TECHTUDO.COM.BR

O que é importante no cabo coaxial para CFTV

Você já parou para pensar no que é importante no cabo coaxial para CFTV?

Com tantas opções no mercado acaba ficando difícil para quem não é um especialista no assunto descobrir realmente quais características que são importantes no cabo coaxial.

Quem já é um expert no assunto e conhece a Connect Tech sabe como valorizamos a infraestrutura e insistimos para que a qualidade não caia principalmente em cabos, conectores e a organização.

A infraestrutura é uma parte que representa porcentagem pequena no preço total do CFTV, porém, se não for tratada como se deve vai comprometer toda a qualidade do sistema e do serviço do profissional de segurança.

O cabeamento sem dúvidas é o fator determinante para um bom sistema de CFTV, mas como escolher o cabo coaxial certo se não sabemos o que é importante.

Vamos agora conhecer quais características mais importantes no cabo de coaxial para CFTV, de maneira que você faça a escolha certa na hora da compra.

Bitola do cabo coaxial bipolar

A palavra bitola é uma unidade de medida que no cabo coaxial é usada para medir o diâmetro do cabo.

Até bem pouco tempo atrás existia uma gama de cabos para CFTV como RG 59, RG 6 e RG 11, mas hoje em dia os cabos mais comuns que você vai encontrar se dividiram em dois: 4 mm e 5 mm.  

Quanto mais grossa a bitola do cabo, teoricamente maior vai ser a distância que o sinal do CFTV vai percorrer.

Perceberam que na frase anterior existe a palavra ‘teoricamente’, isso porque não basta apenas a espessura da bitola para que o fio consiga percorrer uma boa distância, existe outro fator muito importante que interfere no alcance do sinal que vamos conhecer agora.

Núcleo do cabo coaxial

Além da espessura do fio que vai conduzir o sinal, a composição do núcleo do cabo coaxial interfere diretamente na distância que o sinal vai percorrer.

Existem cabos de todos os preços no mercado, mas sempre que um cabo muito barato é oferecido é importante perguntar qual a porcentagem do cobre no núcleo.

O ideal para cabos de CFTV independente de 4 ou 5 mm é que o cabo seja 100% cobre, a composição do cabo além de impactar na distância que o sinal vai alcançar ele também interfere na qualidade da imagem que chega ao DVR.

De nada adianta investir fortemente em um sistema de CFTV com câmeras de alta qualidade e pecar no momento de escolher o cabo, a qualidade da imagem é simplesmente perdida.

Malha do cabo coaxial

A malha do cabo coaxial é um componente estratégico para manter a qualidade da imagem, ela é a grande chave da longevidade do cabo coaxial na indústria de imagem.

Quanto mais densa a malha do cabo coaxial maior vai ser o isolamento do sinal evitando interferência eletromagnética, a malha faz esse isolamento através de um fenômeno chamado Gaiola de Faraday.

Além da malha alguns fabricantes usam uma segunda alternativa para evitar interferências que é uma camada de alumínio entre a malha e o Nylon do cabo coaxial, cabos com esta alternativa são chamados de “cabo com dupla blindagem”.

A Connect Tech, sempre preparada para instalações em cabo coaxial para pequeno, médio e grande porte com os melhores profissionais do mercado. Estamos prontos para atender a sua necessidade

FONTE(S): ONIXSECURITY.COM.BR

Por que usar um rack para CFTV?

Os racks para CFTV chegaram ao mercado de segurança com uma proposta muito clara e definitiva, facilitar a vida do instalador!

Os racks para CFTV começaram de forma modesta e com poucos modelos, com o tempo a evolução foi imensa e hoje podemos encontrar soluções para qualquer projeto. Um projeto de CFTV é composto essencialmente por câmeras, cabo e DVR.

Não é necessariamente obrigatório colocar um rack organizador, mas as vantagens de um rack organizador são inegáveis. 

Fácil alimentação para o CFTV

Quando vai ser realizada a instalação de CFTV um dos grandes obstáculos que muitas vezes implicam na infraestrutura é a rede elétrica já existente no imóvel.

Os racks de CFTV oferecem a possibilidade de levar vídeo e alimentação para câmera em um único cabo tanto coaxial bipolar como em cabo de rede.

Isso elimina de uma vez por todas a dificuldade da implementação do Nobreak no projeto já que a alimentação seria centralizada no rack para CFTV garantindo muito mais qualidade e segurança para o usuário.

Rack para CFTV aumenta a vida útil do sistema de câmeras

Os racks para CFTV mais modernos que contam com placas organizadoras, contam também com componentes de proteção contra sobrecarga elétrica.

Os racks para CFTV Tem a grande vantagem de proteger os componentes eletrônicos do CFTV desarmando quando ocorre uma sobrecarga de energia e volta ao trabalho normalmente quando a corrente se normaliza. Evitando assim danos ao CFTV e sem o trabalho de ter que abrir o equipamento para trocar fusível.

Lembrando que é de suma importância o aterramento de cada equipamento de CFTV como indica seus respectivos fabricantes.

Uma imagem sem interferências

As interferências no CFTV podem ter vários fatores ocasionais, um dos mais comuns deles é a interferência gerada pela eletricidade estática dos fios da rede elétrica.

Como os racks para CFTV da linha Power são desenvolvidos para levar vídeo e alimentação no mesmo cabo eles contam com filtro magnético integrado o que vai garantir uma imagem muito mais nítida e sem interferências.

Mais Segurança para o DVR

O DVR é o coração do CFTV, quando existe um investimento em segurança é nele que fica armazenadas todas a imagens que são captadas.

É ilógico fazer um investimento em CFTV e não proteger o DVR, em caso de roubo de imóvel ou qualquer outro crime premeditado que for praticado o criminoso sem dúvidas irá procurar roubar/quebrar ou desligar o DVR.

Além de segurança contra pessoas mal-intencionadas temos que levar em consideração que acidentes acontecem.

Quando o DVR fica muito exposto em locais de fácil acesso como em cima do rack de TV na sala, junto a outros equipamentos eletrônicos, é comum um acesso indevido como de um funcionário limpando e mudando alguma configuração sem querer ou uma criança apertando os botões do equipamento.

O ideal é preparar um local próprio para o DVR como um Rack para CFTV ou um Rack Padrão Informática, que vai restringir o acesso indevido, mas deixando fácil para identificar problemas e fazer uma possível manutenção. Além disso, o DVR irá ficar em um local limpo reduzindo o risco de falhas no sistema de CFTV.

FONTE(S): ONIXSECURITY.COM.BR

Nuvem facilita o acesso às imagens de câmeras de segurança

Segurança é uma das principais preocupações dos brasileiros. Uma pesquisa de 2014 e as notícias de 2015 relativas às Olimpíadas mostram que, cada vez mais, as ações da população são condicionadas pela existência ou falta de segurança. Dessa forma, é natural também que os investimentos em segurança nos negócios e domicílios aumentem, e a principal solução para isso é a instalação de um sistema circuito fechado de TV (CFTV).

Tradicionalmente, um sistema de CFTV utiliza câmeras e gravadores digitais de vídeo (DVRs) para captar e gravar as imagens. Para facilitar o trabalho, a Intelbras criou o Intelbras Cloud, um sistema que permite que as imagens das câmeras sejam acessadas facilmente de qualquer lugar.

Um novo conceito em Cloud Computing

O “cloud computing” virou um termo muito associado ao armazenamento de dados e ao software facilitado. Mas, no caso do acesso remoto às imagens da câmera, refere-se a um serviço de conexão ponto a ponto (P2P) que não anula o uso do DVR em um sistema. Na verdade, ele facilita o acesso aos equipamentos, criando uma conexão que não depende de regras de rede (NAT) para realizar as conexões. Outra vantagem é que o sistema de monitoramento por câmeras agora pode ser configurado rapidamente. Entenda abaixo como funciona:

  • Para adotar a tecnologia, é necessário haver câmeras de monitoramento instaladas a um DVR funcionando. Se você já tiver esses aparelhos instalados no local e eles forem compatíveis com o software de acesso ao cloud, pode ir direto para a fase de configuração. Hoje existe três formas: através do aplicativo ISIC 6, SIM Plus e por meio da web.
  • Funcionamento e manutenção: uma vez que a instalação for feita através do aplicativo ISIC 6, SIM Next ou pelo site, é possível utilizar uma dessas opções acima para realizar consultas ou possíveis manutenções.
  • Custo: a adesão ao sistema é gratuita. Basta realizar um cadastro pelo aplicativo ISIC 6 ou pela página do Intelbras Cloud. O único gasto será com o técnico que realizará a configuração do sistema.

Vantagens da adoção de um sistema em nuvem para acesso a imagens das câmeras

Para o cliente

  • Facilidade de acesso aos equipamentos;
  • Fácil configuração do sistema em nuvem;
  • Não há necessidade de criar regras de redirecionamento de portas;
  • Um único cadastro, tanto para acesso externo e interno;
  • Sem custo adicional pelo serviço.

Confira um exemplo de configuração por meio da Intelbras Cloud

Suponha que existam dois DVRs em uma residência ou estabelecimento e que eles precisem de alguma configuração específica, feita remotamente. Antes, quando o processo era realizado com conexão via DDNS, era necessário o redirecionamento de portas (NAT) no modem/roteador para cada um deles. Somente depois desse processo ocorria o acesso ao dispositivo.

Com o Intelbras Cloud, o processo é realizado de forma mais fácil e ágil, pois não há a necessidade de direcionamento de portas. Basta inserir o dispositivo através de um QR code na página do Intelbras cloud, ISIC ou SIM Plus, para ter acesso às configurações.

E você, já pensou em mudar para um sistema em cloud de monitoramento de imagens das câmeras? Contacte já um de nossos consultores.

FONTE(S): OLHARDIGITAL.COM.BR

Conserto de portão eletrônico automático compensa?

É sempre um incômodo enorme quando o portão automático estraga, pois isso acarreta em custos financeiros que podem nos pegar desprevenidos. Mas será que é melhor já trocar o portão de cara, ou o conserto de portão automático compensa? Querendo ou não, o motor para portão automático é uma segurança eletrônica.

O primeiro a se fazer para chegar a uma conclusão é investigar as causas do portão ter estragado, que podem ser inúmeras. Logo depois será possível avaliar o custo benefício de conservar o que já tem ou investir em um novo.

Por isso, ao longo deste artigo vamos apresentar algumas situações que podem gerar danos em portões e os cuidados devido para evitar que estraguem. Dessa forma descobriremos o que precisamos evitar no manuseio deste equipamento.

Defeitos em portão automático: principais causas

As principais situações que ocasionam em defeitos nos portões automáticos. geralmente, vão determinar se é possível um conserto de portão automático ou não. Já que a gravidade do problema é o que realmente importa.

Uma causa leve são as interferências de sinal, que fazem com os portões possam abrir sozinhos, por exemplo. Geralmente essa interferência é externa, podem ser sinais de antenas, alarmes de carro, torres de sinal de celular e até os da TV.

Existem aparelhos mais sofisticados hoje em dia que captam o sinal dos controles enquanto a pessoa está acionando para entrar no portão da residência. Então esse é um motivo em que não é necessário trocar o portão, e sim ajustar o controle.

Outra causa, que pode ser detectada através de ruídos no interior do motor é o desgaste dos rolamentos. O rolamento por desgaste natural do motor, tende a manifestar barulho com o tempo. Neste caso também é só substituir os rolamentos.

E, caso tenha chovido e posteriormente o portão começou a apresentar defeitos, as principais suspeitas devem ser estator queimado ou alterado (o que pode acontecer também com a ação do tempo, principalmente quando não são feitas manutenções).

E também por motivo de infiltração de água interna no motor e falta de energia, caso a luz tenha caído. O que não é um problema só no caso de chuva, já que os disjuntores de casas e empresas podem desarmar por inúmeras razões.

Pode acontecer de o fim de curso apresentar defeitos (isso ocorre quando o motor para portão não emite comandos como descer ou subir). Nesse caso, uma manutenção de um fim de curso pode ser feita.

É preciso ficar sempre atento às placas de comando também, pois qualquer alteração que aconteça nelas pode acarretar em mau funcionamento.

Em casos de quebras de portão automático

Primeiro de tudo é que a rede elétrica deve estar desligada ao fazer alterações no portão, e caso não tenha habilidades ou não esteja bem equipado não é aconselhável que mexa nele.

O ideal é sempre chamar um profissional capacitado para manusear o motor, principalmente em caso de falhas no mesmo e em questões elétricas.

Na maioria das vezes é algo simples, o que faz com que o conserto de portão automático compense, mas não é bom que pessoas sem conhecimentos específicos mexam. E, caso não seja simples, haverá talvez a necessidade de troca.

Cuidados com portões eletrônicos

A manutenção preventiva é a escolha certa para quem deseja cultivar o bom funcionamento de qualquer equipamento eletrônico e evitar o conserto de portão automático.

Primeiro de tudo: não é necessário forçar os portões automáticos, seus motores servem exatamente para o seu perfeito funcionamento.

Por isso evite ao máximo abri-lo manualmente, e não se esqueça que ele precisa de graxa periodicamente, para deslizar de forma mais fácil.

Limpá-lo também é uma forma de preservá-lo. E para isso não use produtos abrasivos que estragam o portão, por exemplo: sabão em pó e esponjas de aço. O ideal é que a lavagem seja feita com detergente neutro, diluído em água e aplicado com um pano.

Limpe, principalmente, o local entorno do automatizador e mantenha-o arejado para evitar a proliferação de insetos e acúmulo de umidade nas partes elétricas do equipamento.

Verifique sempre as condições das roldanas em casos de portões deslizantes, muitas vezes seus rolamentos quebram proporcionado o travamento das roldanas.

Isso faz com que o portão fique muito pesado, sobrecarregando o automatizador e diminuindo consideravelmente vida útil do portão.

E ponha em mente que é melhor uma manutenção preventiva do que ter que consertar depois, porque além de ficar mais caro, ainda pode acarretar na compra de um produto novo.

Bom, podemos concluir que em algumas situações o conserto de portão automático compensa sim, apesar de terem situações que não vai ser possível. Mas, a maior conclusão que chegamos é: é necessário preservar o bom funcionamento do portão com boas práticas de manutenção. Não deixe seu portão parar! Contacte já um de nossos consultores para saber sobre nosso serviço.

FONTE(S): SEGURANCAELETRONICA.COM.BR

Oscilação de energia: o que fazer em caso de prejuízos a sua empresa?

No Brasil, 93% da rede elétrica é aérea. Isso significa que, diferentemente de outros países que investem na instalação de sistemas de distribuição subterrâneos, mais seguros e harmônicos com a paisagem urbana, você está mais sujeito às interferências externas que podem causar oscilação de energia durante o abastecimento. Essa ocorrência é facilmente percebida por sinais pouco agradáveis: luzes que enfraquecem, aparelhos que param de funcionar e, nos casos mais graves, a queima de dispositivos e equipamentos que podem custar muito caro para a sua empresa.

Apesar de ser um transtorno relativamente comum, sobretudo entre os meses de outubro a janeiro por conta do aumento da frequência das chuvas, quedas de raios e objetos na rede, a indenização pelos prejuízos nem sempre é fácil. É comum que o consumidor seja levado a procurar ora um órgão, ora outro a fim de buscar o ressarcimento, e acabe sendo “vencido pelo cansaço” e desista da busca pelos seus direitos.

Saiba que há leis que regem esse tipo de situação e o relacionamento dos clientes de distribuidoras de energia elétrica que impõem deveres e garantem direitos para que ninguém saia prejudicado em situações assim. Um exemplo é a 8.078 que foi sancionada nos anos 90 e outro é a resolução normativa número 499 de julho de 2012 que têm trechos específicos sobre a dúvida da qual estamos tratando neste texto. Elas e outras regulamentações disponíveis para consulta no Procon da sua região vão ajudá-lo e garantir a recomposição dos bens da sua empresa que foram danificados dentro do menor prazo possível.

Mas antes de avançarmos, uma dica: leia, informe-se sobre a legislação e invista em equipamentos que protejam seus aparelhos, sobretudo os mais sensíveis. A tecnologia evoluiu muito e hoje é possível agir proativamente para que eventuais surtos de tensão não comprometam dispositivos e componentes vitais do seu negócio.

A oscilação de energia danificou os bens da minha empresa. E agora?

Antes de tudo é importante você saber: a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) regulamentou que casos de queima de equipamentos eletroeletrônicos são passíveis de ressarcimento pela concessionária local. A solicitação de cobertura dos custos pode ser feita por telefone nos postos de atendimento presencial, via internet ou por outros canais que a distribuidora ofereça.

Depois de a reclamação ser registrada e ganhar um número de protocolo dentro do sistema, a empresa irá analisar o caso. Mas um detalhe é importante: a busca do ressarcimento deve ocorrer no prazo máximo de 90 dias a contar da provável data em que o dano aconteceu.

Pelo lado da concessionária de energia que abastece a sua empresa, o prazo é de dez dias corridos para verificar o equipamento. Essa etapa pode acontecer, conforme a regulamentação da Aneel, de algumas formas distintas:

  • na unidade consumidora onde o item estava instalado (na empresa ou na casa do consumidor, por exemplo);
  • em uma assistência técnica autorizada pela distribuidora (neste caso, o deslocamento é de responsabilidade de quem usa a energia e não de quem a fornece);
  • na própria concessionária de energia — neste caso, a retirada do aparelho será combinada diretamente com o cliente.

A verificação é importante para que um técnico especializado confirme se o aparelho foi, de fato, atingido por uma oscilação de energia que ultrapassou os limites recomendados pelo fabricante e se é possível consertá-lo, habilitando-o ao uso novamente. Antes do processo, no entanto, o consumidor não deve consertar o equipamento, exceto se a distribuidora de energia assim determinar.

Depois dessa etapa, a concessionária tem até quinze dias corridos para informar o resultado da análise ao pedido de ressarcimento. Se for autorizado, são mais vinte dias corridos para pagar o consumidor em dinheiro, providenciar o conserto ou substituir o equipamento danificado.

Como prevenir os danos causados pela oscilação de energia

As orientações que você leu anteriormente neste texto são para depois que o problema já aconteceu. O ideal seria, obviamente, que ele não acontecesse. E a boa notícia é que é possível minimizar as chances de danos.

Há basicamente três tipos de equipamentos que oferecem graus diferentes de proteção. Veja qual é o mais adequado para a sua necessidade.

Estabilizadores de tensão

Esse tipo de equipamento teve seu “auge” nos anos 90, com a popularização dos computadores de mesa (desktops). Por terem placas e componentes eletrônicos extremamente sensíveis às variações naturais da energia elétrica, precisavam de algum recurso que entregasse a mesma tensão ao longo de todo o funcionamento.

Os estabilizadores cumpriam essa função com normalidade. Eles funcionavam basicamente como um transformador, que quando detectava que a tensão de entrada era inferior à de saída ou incompatível com o valor nominal (110 ou 220 Volts), corrigia reduzindo ou elevando-a.

Com o passar do tempo os estabilizadores caíram em desuso por conta da relação custo-benefício: os mais baratos (em torno de R$ 50) não ofereciam a segurança necessária. Já os mais caros (R$ 200), concorriam com outra categoria de protetores, os nobreaks, dos quais falaremos adiante. A disputa era desigual já que a segunda categoria oferecia, além da estabilização, energia extra por meio de baterias.

Filtros de linha

Costumam ser mais simples que os estabilizadores e custar menos, e ao contrário do que muita gente pensa, não fazem a mesma função. A diferença fundamental está nos componentes usados — um filtro de linha não tem um transformador interno e possui capacitores que atuam contra interferências e atenuações. Há ainda outros componentes:

  • capacitores;
  • varistores;
  • indutores;
  • fusíveis.

Um exemplo do seu funcionamento é quando um equipamento de maior potência é ligado na mesma rede — um liquidificador, por exemplo. Sem o filtro, o funcionamento desse item poderia causar interferência no áudio ou na imagem de uma televisão. Já os bons protetores eletrônicos têm capacitores que atuam contra surtos de tensão como os que acontecem após um blecaute; quando o abastecimento é retomado, é comum que a energia tenha uma potência maior do que o normal e isso pode queimar um equipamento. Fusíveis e chaves inteligentes também ajudam a proteger contra esse perigo.

Por meio deste circuito, o equipamento é capaz de identificar qualquer aumento súbito de tensão e desligar o que estiver conectado a ele por meio da queima do fusível ou de uma chave inteligente que rearma o protetor após o curto-circuito ou sobrecarga. Neste caso, não há nem a necessidade da substituição do fusível.

No mercado você encontra protetores eletrônicos que também trazem comodidade por oferecerem quatro, cinco, seis ou oito tomadas

Nobreaks

Os mais robustos equipamentos disponíveis para a proteção de aparelhos eletrônicos. Assim como os estabilizadores, eles equilibram a tensão de saída conforme o que é fornecido pela rede elétrica por meio de um transformador interno, mas com um diferencial: um conjunto de baterias garante o funcionamento dos itens ligados a ele por algum tempo caso o abastecimento seja interrompido (o tempo varia conforme a capacidade do nobreak e a potência consumida pelos objetos ligados nele).

Há dois tipos de nobreaks:

  • interativo: destinado aos consumidores que precisam de uma solução menos robusta e eficaz para aplicações simples, pode ser instalado em praticamente qualquer ambiente comercial (ou residencial) e suporta equipamentos de informática, áudio e vídeo, protegendo-os de falhas e oscilações na rede elétrica;
  • senoidal: esse tipo de recurso equilibra o fornecimento das ondas de energia, padronizando a alimentação dos equipamentos mais sensíveis e de uso contínuo ligados a eles. É a solução adequada para servidores de rede e outras aplicações que envolvam a alimentação de dispositivos de alto custo e valor agregado.

Agora que você já sabe o que fazer caso tenha algum equipamento danificado por uma sobrecarga de tensão ou oscilação de energia na sua casa ou empresa, não esqueça de verificar corretamente qual é a potência ideal para atender a demanda energética que você possui e escolha o melhor recurso para proteger seu patrimônio. Encontre outras informações no nosso site e leia outros conteúdos como este no nosso blog.

FONTE(S): INTELBRAS..COM.BR

Escolher o HD errado pode transformar sua segurança em dor de cabeça

Imagine a seguinte situação: você está em casa, tranquilo, quando recebe uma ligação da polícia informando que tentaram invadir a sua empresa. A polícia informa que nada foi levado, mas pede o conteúdo das câmeras para que os responsáveis sejam identificados. Ao conferir o disco rígido onde as imagens ficam guardadas, porém, vem a ingrata surpresa: nada foi gravado.

O quadro assustador é mais comum do que se imagina. Embora a adoção de CFTV (Circuito Fechado de Televisão) tenha se tornado algo normal em boa parte dos estabelecimentos brasileiros, nem todos os empresários tratam do assunto com o rigor necessário.

Talvez um dos principais problemas seja justamente a escolha errada do HD. “Tão importante quanto a seleção da câmera é o meio de armazenamento das imagens geradas. Os gravadores digitais de vídeo, também conhecidos como DVR ou NVR, devem conter, instalado internamente, um disco rígido próprio para o uso em segurança eletrônica”, explica Ronney Amorim, responsável pela linha de discos rígidos na Intelbras.

O problema ocorre quando, em vez de adotar uma solução especificamente preparada para aquela finalidade, opta-se por um modelo convencional. Sai mais barato, mas o HD desenvolvido para uso em computadores não está preparado para operar em sistemas de vigilância.

É só parar para pensar: em uma empresa, o disco rígido comum geralmente fica ligado durante cerca de nove horas, passando as outras 15 descansando. Já a versão para CFTV precisa rodar, de forma ininterrupta, durante as 24 horas dos sete dias da semana. Aplicando essa carga volumosa de trabalho ao HD comum, a pessoa que estiver confiando no circuito de vigilância precisa contar com a sorte para que a aparelhagem não deixe de funcionar.

E não é só a questão do tempo de uso que conta. Tome-se como exemplo o HD WD Purple. Ele grava mais rápido para evitar que os quadros de imagens sejam perdidos, tem baixo consumo de energia e de vibração, além de fazer pouco barulho. Disponível em versões com 1 TB, 2 TB, 3 TB, 4 TB e 6 TB, vem com três anos de garantia, o que significa que a empresa atesta que o produto suporta essa maratona de gravações por, pelo menos, 1.095 dias.

É muito importante que o profissional ofereça a capacidade e a solução correta ao seu cliente para evitar futuros transtornos, como a gravação perdida de uma câmera em um momento crucial ou um sistema de CFTV apenas como ‘efeito placebo’. Com segurança não se brinca.

 FONTE(S): OLHARDIGITAL.COM.BR

5 Dicas para condomínios na instalação da antena coletiva

Apesar de muito comum, a antena coletiva para condomínios ainda é alvo de muitas dúvidas para síndicos e moradores. Com a antena coletiva, todas as TVs do condomínio passam a receber o sinal de canais abertos por meio de um cabo. Para isso, é necessária a instalação de uma única antena no topo do prédio que faz com que o sinal seja distribuído para todos os apartamentos. Segue abaixo cinco dicas para antena coletiva de sua residência.


· É preciso colocar a antena apontada no sentido do sinal digital. Outro detalhe muito importante é verificar um local para instalar o suporte da antena que seja livre de obstáculos para não prejudicar o sinal. Os obstáculos podem ser caixas d’água, paredes, telhados e etc.
·  A base da antena deve ser instalada com firmeza, para que ela não se abale com ações do tempo como fortes chuvas e vendavais ou com qualquer mudança que possa reposiciona-la
· Proteger bem a junção de peças com a fita isolante para que o sinal fique melhor e a transmissão não seja danificada pela água ou qualquer outra coisa.
· Os amplificadores deverão ser dimensionados de acordo com o tamanho do prédio, a quantidade de casas que irão receber o sinal e a frequência utilizada.
· Se o material utilizado na instalação não for de boa qualidade, em menos de seis meses começarão a aparecer os primeiros problemas. O mais comum é que os apartamentos mais baixos, que estão mais distantes do ponto de instalação da antena, tenham dificuldades para captar o sinal.

FONTE(S): REVISTASINDICO.COM.BR/SEJADIGITAL.COM