Como aplicativos podem auxiliar na gestão condominial

A gestão condominial exige preparo dos síndicos em relação à segurança, especialmente com o crescimento da criminalidade nas cidades. Mas, da mesma forma, a tecnologia tem se desenvolvido para proporcionar soluções aos desafios que se impõem na atualidade. Os aplicativos para smartphones focados em gestão condominial representam uma nova tendência que está conquistando os administradores de condomínios residenciais pelo país.

Quer saber como esses aplicativos podem facilitar a gestão condominial? Então acompanhe esse post e fique ligado nessa novidade.

Gestão condominial na palma da mão

A popularização dos smartphones ampliou as possibilidades de comunicação, entretenimento e gestão de tarefas, entre outras vantagens. No condomínio, esse aparelho que faz parte do dia a dia das pessoas se tornou uma ferramenta bastante útil para solução de problemas.

No Brasil, superamos a marca de um smartphone por habitante e temos mais de 200 milhões desses aparelhos ativos. Conscientes desse cenário, e de olho no mercado da gestão condominial, empresas de tecnologia desenvolveram aplicativos e softwares que reúnem a grande maioria das atividades do síndico numa única plataforma.

A tendência ganhou as grandes metrópoles e tem tudo para se espalhar para todo o Brasil. Existe no mercado nacional uma série de opções criadas para facilitar a administração do condomínio. Confira as vantagens que essas soluções podem oferecer aos síndicos:

Controle do acesso

A segurança é uma das principais preocupações dos condôminos. Controlar o acesso de pessoas estranhas é uma das opções dos aplicativos para gestão condominial. Com eles, os moradores podem fazer a liberação da entrada dos visitantes e fornecedores no condomínio pelo próprio smartphone. Alguns sistemas possibilitam também o registro em vídeo de todas as aberturas de portas feitas via interfone pelos condôminos, bem como o envio de chaves virtuais (QR CODE), por exemplo, aos convidados da sua festa para que os mesmos não fiquem esperando na portaria.

Reserva de espaços de lazer

Garantir uma data e horário para uso de salão de festas, sauna, piscina ou qualquer outro espaço de uso comum dos moradores pode ser feita por meio de um aplicativo. O síndico fica livre de ter de administrar essa rotina e ganha tempo para ações mais estratégicas.

Datas de vencimento

Lembrar a data de vencimento das taxas condominiais é uma praticidade que os aplicativos permitem. Mas não só isso: eles também podem ajudar o síndico a se lembrar de vencimento de prazos de manutenção preventiva de equipamentos, além de expiração de contratos de serviços.

Câmeras de monitoramento

Seu condomínio tem um sistema integrado de segurança, mas as imagens ficam restritas ao síndico e a poucos funcionários? Com os aplicativos, a vigilância de áreas comuns pode ficar nas mãos dos condôminos, contribuindo para oferecer mais segurança a todos. Ao escolher uma solução, confira se os sistemas de segurança e dos aplicativos são integrados para ter essa vantagem.

Organização de assembleias

Virou coisa do passado perder tempo em assembleias nas quais os condôminos não estão familiarizados com os temas que serão votados. Com os aplicativos, os assuntos podem ser verificados com antecedência, tornando as assembleias mais ágeis. As atas ficam registradas e são facilmente acessadas via aplicativo.

Ocorrências e avisos

As ocorrências e solicitações de consertos e reparos podem ser feitas facilmente pelos moradores por meio do aplicativo. Os avisos gerais, como datas de obras ou melhorias, podem ser disponibilizados pelo app.

Botão de Pânico

Alguns aplicativos disponibilizam um botão de pânico para que em caso de alguma necessidade, a empresa de segurança e também o síndico sejam acionados. Idosos podem acionar o dispositivo quando ocorre algum acidente.

O que achou dessas vantagens? Bem melhor do que o aviso colado na porta do prédio ou na parede do elevador, não é mesmo? Os aplicativos representam mais comodidade ao síndico, que pode disponibilizar mais tempo para suas outras atividades ou, até mesmo, gerenciar um outro condomínio.

Acompanhe nosso blog e se tiver alguma dúvida, deixe seu comentário entre em contato.

FONTE(S): INTELBRAS.COM.BR

IoT e automação predial: conheça um condomínio inteligente

Em plena evolução, a Internet das Coisas ou IoT deve transformar o modo como inúmeras atividades são realizadas em poucos anos. Pela conexão e integração dos objetos à rede, será possível programar equipamentos e dispositivos para que eles executem tarefas de forma autônoma, apenas com um comando online remoto. A automação predial é um segmento que terá grandes ganhos com esta tecnologia.

Assim como a IoT vai tornar as casas inteligentes, os condomínios do futuro também serão conectados e com soluções integradas para oferecer maior segurança, controle, conforto e praticidade aos seus moradores e gestores. Saiba mais sobre os condomínios inteligentes neste artigo.

Os avanços da automação predial

Com os avanços da automação predial trazidos pela IoT, os gestores dos condomínios poderão atender demandas cotidianas de forma mais ágil e até mesmo solucionar antigos problemas. Já os moradores, ganham facilidades no acesso e no uso de áreas comuns.

Do ponto de vista da administração, os condomínios inteligentes terão soluções – em grande parte em nuvem ou cloud, como é chamado – que irão integrar e conectar todos os sistemas: de gestão de documentos, de iluminação, de climatização, abastecimento e uso de água, de segurança, monitoramento e controle de acesso etc.

A automatização da água, da luz e do ar-condicionado faz com que a estrutura acompanhe a demanda real, reduzindo o desperdício e os custos operacionais. As luzes das áreas comuns, por exemplo, além de serem programadas de acordo com a luminosidade externa, poderão ser acesas ou apagadas à distância por meio de aplicativos. Assim como em salões de festas ou em áreas esportivas, em que se pode ir baixando a iluminação de acordo com o horário de funcionamento acordado na convenção de condomínio – pode funcionar como um lembrete aos usuários e evitar atritos entre os moradores, síndico e porteiros.

Ligar e desligar a bomba da piscina e regar os jardins também serão controles realizados remotamente e executados com mais precisão, pois poderá se medir a quantidade de água necessária nas mais diferentes situações. Ou ainda em lugares em que há frio ou calor mais intenso, os sensores espalhados pelos prédios ajudam a ajustar a climatização e trabalham em conjunto com os aquecedores e painéis solares, por exemplo.

Além disso, a segurança será ampliada pela comunicação entre todos os dispositivos. Sensores e alarmes, central de incêndio, câmeras, portões para veículos e pessoas poderão estar ligados a uma única central online, com gerenciamento e acionamento facilitados e com alguns comandos disponíveis para os condôminos. Um exemplo é liberar o acesso dos carros pela leitura das placas e o acesso de pessoas pela leitura facial. Ou ainda enviar QR Codes aos smartphones dos convidados de uma festa ou para prestadores de serviço, liberando a entrada em áreas do condomínio apenas em dias e horários pré-definidos.

Nessa nova fase da automação predial, vale a pena destacar que tudo sempre será feito de forma online, basicamente automatizada e sem que alguém precise se deslocar até o local para realizar uma atividade.

A estrutura de conexão necessária para ter um condomínio inteligente

Do ponto de vista da estrutura para a conexão dos equipamentos e dispositivos, a automação predial do futuro será um pouco diferente da automação residencial das casas inteligentes. Enquanto as casas precisarão apenas de uma excelente conexão à internet, já que a tecnologia está convergindo para produtos no estilo ‘plug and play’, os condomínios deverão contar uma infraestrutura de banda larga de alta velocidade, imprescindível para a oferta da IoT nessa escala.

Para isso, é necessária a implementação de uma rede robusta, que esteja pronta para suportar tamanha conexão. Estas redes podem ser cabeadas – as tecnologias EPON e GPON de fibra óptica devem ganhar ainda mais mercado nos próximos anos – ou via Wi-Fi, com roteadores e repetidores (ou ainda access points) superpotentes. Também pode ser feita de maneira híbrida, mesclando estas tecnologias, dependendo do local e do tipo de automação escolhida.

O resultado da automação predial no futuro será dar um desempenho mais eficiente, com operações simplificadas e ao alcance também dos moradores, e com a redução dos custos energéticos e operacionais.

Esteja preparado para o futuro, pois ele é agora e estamos prontos para atendê-lo!

FONTE(S): INTELBRAS.COM.BR

A revolução 5G vai muito além de internet mais rápida para seu celular

As discussões sobre o avanço das redes de telecomunicações rumo ao chamado “5G” têm levantado outros debates em diversos locais pelo mundo – inclusive no Brasil. Recentemente, a ANEEL aprovou o lançamento de uma consulta pública sobre o assunto, com o objetivo de preparar a chegada do serviço no País.

Mesmo sendo um assunto com presença constante no noticiário, poucos entendem, de fato, quais são as reais consequências do avanço da rede 5G em todo o mundo. A implantação dessa tecnologia vai trazer resultados muito mais expressivos do que os observados em etapas anteriores, possibilitando a geração de novos modelos de negócio e, em último grau, vai mudar totalmente a relação com a vida em sociedade.

Mas, até chegar a esse estágio, é fundamental entender o que é o 5G e por que seu avanço é tão importante. Para assimilar isso, é preciso voltar no tempo e lembrar como o 2G, 3G e o 4G representaram enquanto avanços tecnológicos de grande impacto, principalmente relacionados aos smartphones. A segunda geração de celulares trouxe como grande diferencial o uso de SMS e envio de e-mails sem precisar usar um computador. Com o 3G, foi possível pela primeira vez enviar fotos e vídeos para outros aparelhos – saindo da era do texto como única forma de se comunicar entre celulares. Em seguida, o 4G (que chegou por volta de 2010 e se mantém até hoje) possibilitou um ganho substancial em velocidade, permitindo baixar conteúdo, realizar transmissões online e fazer grande parte das tarefas com as quais estamos acostumados – como ouvir música, assistir séries etc.

Nesse sentido, o 5G, cuja chegada está prevista para a partir de 2020, vai trazer um ganho substancial de velocidade. Em números, essa nova forma de conexão será cerca de 20 vezes mais rápida do que o 4G. Com isso, será possível agilizar muitas tarefas de nosso cotidiano – bastarão segundos para baixar filmes, por exemplo.

Mesmo oferecendo tantas facilidades ao dia a dia, vale ressaltar que a principal vantagem que o 5G trará ao mercado estará na possibilidade de criar novos segmentos de negócios e fomentar uma sociedade cada vez mais conectada. Essa nova geração vai abraçar uma rede cada vez mais ampla de conexões e, por isso, ela já fomenta o desenvolvimento de novos produtos e tecnologias, como carros autônomos, drones usados para serviços de entrega e o uso de realidade virtual.

Áreas não estritamente relacionadas com o mundo da telefonia ou de alta tecnologia, como transporte público e saúde, também serão diretamente impactados pelos benefícios do 5G, por também contarem com uma infinidade de dispositivos interconectados.

E afinal, como isso será possível? Falando de maneira técnica, a ITU (International Telecommunication Union, agência da ONU para as telecomunicações), indica como especificações mínimas o download de 20 Gigabits por segundo e o upload de 10 Gigabits. A banda será então dividida entre todos os usuários conectados no momento: a meta de download por usuário em áreas urbanas densamente povoadas é de 100 Mbps em download e 50 em upload. Em um contexto urbano, a velocidade real do 4G não chega nem perto, com uma média de 5-12 Mbps no download e 2-5 Mbps no upload.

Na prática, as redes 5G foram projetadas para usar ondas de alta frequência (no espectro entre 30 e 300 GHz, conhecidas como espectro de “ondas milimétricas”), e podem ser capazes de transportar grandes quantidades de dados em altas velocidades. No entanto, elas não viajarão para tão longe como as ondas de baixa frequência usadas com o 4G, e terão dificuldade em contornar obstáculos como paredes, edifícios etc. Por esta razão, as operadoras precisarão instalar uma quantidade maior de mini antenas para obter a mesma cobertura que o 4G. Em muitos casos, o 5G substituirá as redes domésticas de Wi-Fi, oferecendo velocidades mais altas e uma melhor cobertura.

Graças às suas características técnicas, o 5G será aplicável aos campos mais distintos, indo além das funções de chamada, navegação na web ou realidade virtual; será relacionado ao mundo da IoT e, consequentemente, atraindo o interesse de muitas empresas. Será um impacto não apenas tecnológico, mas também e sobretudo econômico, tanto que se espera, segundo um estudo da Ericsson no Mobile World Congress 2017, criar um mercado de, pelo menos, 1.200 bilhões de dólares nos próximos dez anos.

Com isso, consequentemente teremos redes mais densas. Espera-se que as redes também possam garantir até um milhão de dispositivos conectados por quilômetro quadrado. As novas tecnologias poderão criar até 3 milhões de novos empregos apenas nos Estados Unidos, contribuindo com até US$ 500 bilhões no PIB dos EUA entre investimentos diretos e induzidos.

Analisando essa inovação sob um espectro de longo prazo, será possível formar uma sociedade cada vez mais empática e criativa, na qual a tecnologia será mais um importante instrumento para a democratização do acesso à educação e saúde de qualidade. Com conexões mais rápidas, confiáveis e seguras, o 5G dará mais agilidade à prestação de serviços e poderá contornar dificuldades relacionadas a processos burocráticos ou morosos, que muitas vezes encarecem e podem diminuir a qualidade do serviço final oferecido.

Ao facilitar a conexão entre as mais diversas informações, o dia a dia das empresas ganhará ainda mais agilidade, em um ritmo que poderá ser reproduzido de maneira eficiente para os demais segmentos da sociedade. O setor de saúde, por exemplo, poderá se beneficiar de maneira mais rápida na troca de informações sobre seus pacientes – o que será fundamental para atender casos de urgência, por exemplo. O consumidor também poderá ser beneficiado, em especial se sua rede varejista puder disponibilizar produtos de ponta e de qualidade na renovação de seus estoques.

Por fim, a agilidade do 5G vai representar uma alternativa muito importante em um mundo cada vez mais conectado, gerando mudanças em cadeia e que darão suporte aos avanços já obtidos, além de abrir caminho para a implementação de avanços em pesquisa e desenvolvimento.

FONTE(S): CANALTECH.COM.BR

A Internet das Coisas Chegou no CFTV

A internet das coisas é uma das mais promissoras novidades do mercado de tecnologia. O conceito de equipamentos eletrônicos que se comunicam entre si não é exatamente uma novidade, a ideia nasceu no início dos anos 90.  

Mas como toda nova tecnologia durante muito tempo ela somente fez parte do imaginário futurista.

Porém hoje, podemos encontrar por aí geladeiras que nos avisam quando está faltando algum item de nossa deita e pede autorização para realizar a compra pelo aplicativo do supermercado. Incrível!

E no mercado de CFTV como está a internet das coisas? Já Chegou? Claro que sim, os fabricantes de equipamentos de segurança eletrônica sempre estão procurando e desenvolvendo novas tecnologias.

Mas não é só a internet das coisas que está chegando para festa, também vem aí a Inteligência artificial.  

Inteligência Artificial e Internet das Coisas Andam Juntas

A tecnologia IP está obtendo um crescimento galopante ano a ano. A característica mais sedutora desta tecnologia é a Inteligência artificial embarcada em pequenos equipamentos.

Essa Inteligência artificial é que está possibilitando grandes funcionalidades a internet das coisas em equipamentos de segurança eletrônica.

A internet das coisas gera uma grande quantidade de dados transmitida pelos equipamentos de segurança eletrônica e a Inteligência Artificial analisa esses dados  

Mas o que esses dados e análises significam na prática?

Benefícios da Internet das coisas no CFTV

Com essas duas tecnologias em conjunto é possível analisar hábitos e práticas de uma empresa ou residência. Vamos citar alguns exemplos práticos da internet das coisas e conjunto com a Inteligência Artificial:

  • Uma família que ativa seu alarme residencial de segunda a sexta por volta das 8:00 da manhã quando esquecer de fazer essa ativação irá ser alertada sobre a inatividade do sistema de alarme, pode ativá-lo a distância ou ainda se preferir programar que ele seja ativado por volta das 8:05 automaticamente todos os dias.
  • Uma câmera conectada à internet das coisas assim que detecta que não existe movimento em um ambiente pode desligar a luz economizando energia.
  • A falta de movimento em um determinado período também pode ser comunicada pela internet das coisas direto em seu smartphone, como o atraso de um filho em seu horário de chegar em casa.
  • A identificação de uma pessoa pode ser feita por câmeras IP e através da internet das coisas essa identificação é comunicada para uma melhor recepção desta pessoa.

Fora esses exemplos ainda existe uma infinidade de aplicação para estas novas tecnologias.

Empresas Sérias Estão Investindo na Internet das Coisas

Várias empresas que fabricam equipamentos de segurança eletrônica estão investindo na internet das coisas dentre elas estão a Hikvision e Intelbras. Além destas temos outras grandes empresas que estão mais surpreendendo com internet das coisas para CFTV e não tem tradição nessa área.

Uma delas é a bilionária Xiaomi que já conta com um vasto portfólio de produtos que utilizam a internet das coisas para se comunicar, ela fabrica:

  • Sensores Magnéticos
  • Sensores de movimento
  • Central de Programação para alarme
  • Câmeras IPs

E muito mais…

E a outra empresa que está investindo pesado nesta área é simplesmente a Google. A Google é dona da marca Nest que é especializada em câmeras e alarmes para ambientes domésticos.

A Nest abusa da internet das coisas para conectar seus equipamentos aos de outros fabricantes que contam com a mesma tecnologia reforçando assim seu sistema de segurança.

Pois é tecnologias como Inteligência artificial e Internet das Coisas que pareciam tão distantes estão invadindo nossa vida cotidiana sorrateiramente. E nós da Connect Tech não estamos de fora, adquira já conosco, o que é preciso para ter seu ambiente conectado.

FONTE(S): ONIXSECURITY.COM.BR

Governo lança Plano Nacional de Internet das Coisas e Câmara IoT

Foi publicado no Diário da União, na quarta-feira (26/06), o decreto presidencial 9.854/2019 que institui o Plano Nacional de Internet das Coisas e cria a Câmara de Gestão e Acompanhamento do Desenvolvimento de Sistemas de Comunicação Máquina a Máquina e Internet das Coisas, resumida para Câmara IoT. O MCTIC (Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações) vai ajudar a realizar projetos nas áreas de saúde, cidades e indústria.

No decreto, a Internet das Coisas é descrita como “sistemas de comunicação máquina a máquina”, com exceção de máquinas de cartão de crédito e débito. Eles servem para “transmitir dados a aplicações remotas com o objetivo de monitorar, de medir e de controlar o próprio dispositivo, o ambiente ao seu redor ou sistemas de dados a ele conectados por meio dessas redes”.

As áreas de aplicação do Plano no país serão definidas por prioridade, a partir de critérios de oferta, demanda e capacidade de desenvolvimento local. Elas serão selecionadas pelo MCTIC nas áreas de saúde, cidades, indústria e rural.

Os temas que integrarão o Plano Nacional de Internet das Coisas são:

  • ciência, tecnologia e inovação;
  • inserção internacional;
  • educação e capacitação profissional;
  • infraestrutura de conectividade e interoperabilidade;
  • regulação, segurança e privacidade;
  • viabilidade econômica.

Essas ações deverão estar alinhadas com as ações estratégicas definidas na Estratégia Brasileira para Transformação Digital, dispostas no decreto 9.319/2018.

Caberá à Anatel a fiscalização desses sistemas de telecomunicações, considerando as normas do MCTIC. O ministério também coordenará projetos para facilitar a implementação do Plano: trata-se do Centro de Competência para Tecnologias Habilitadoras em Internet das Coisas, Plataformas de Inovação em Internet das Coisas, e Observatório Nacional para o Acompanhamento da Transformação Digital.

O plano lista como objetivos: melhorar a qualidade de vida; promover ganhos de eficiência e geração de empregos; aumentar a produtividade e fomentar a competitividade de empresas brasileiras; e buscar parcerias entre os setores público e privado.

Câmara IoT

A Câmara de Gestão e Acompanhamento do Desenvolvimento de Sistemas de Comunicação Máquina a Máquina e Internet das Coisas (ufa!) será responsável por monitorar e assessorar a implementação do Plano Nacional de IoT.

Compete à Câmara IoT as seguintes funções:

  • monitorar e avaliar as iniciativas de implementação do Plano;
  • promover e fomentar parcerias entre entidades públicas e privadas;
  • discutir os temas do plano com órgãos e entidades públicas;
  • apoiar e propor projetos mobilizadores;
  • atuar com órgãos e entidades públicas para estimular o uso e o desenvolvimento de soluções de IoT.

Como colegiado não deliberativo, as reuniões e votação de matérias da pauta dispensam o quórum mínimo. A Câmara IoT será presidida pelo MCTIC e terá a participação dos ministérios da Economia, Agricultura, Saúde e Desenvolvimento Regional.

FONTE(S): METROPOLES.COM

O que é Internet das Coisas?

A Internet das Coisas vai muito além de geladeiras que tuitam: tecnologia promete tornar casas, empresas e cidades inteiras mais inteligentes

Quando alguém fala em Internet das Coisas, muita gente pensa nas aplicações mais simples e não raro, nas que menos representam adequadamente o conceito. Ainda assim, as chances de que você ouça falar dela muito mais daqui por diante são altas e mais: ela irá fazer parte da sua vida, se já não faz.

O conceito de Internet das Coisas, ou Internet of Things (IoT) é o de uma enorme rede de dispositivos conectados, mas não limitada aos suspeitos habituais. Seu computador, smartphone, tablet ou set-top box, entre outros, são gadgets que dependem da internet para funcionar apropriadamente, assim como equipamentos de grande porte como servidores de grandes empresas.

O foco da IoT é voltado para todos os demais equipamentos do dia a dia de um indivíduo, instituição, empresa ou mesmo de uma cidade inteira, aqueles que você não imaginaria num primeiro momento que podem se beneficiar da rede.

Sua TV ou videogame são os exemplos mais óbvios de dispositivos que migraram do mundo offline para o online, mas pense também em sua geladeira, fogão, lâmpadas, aspirador de pó, ar-condicionado, fechaduras, aparelho de som, carro, câmeras (fotográficas ou de vigilância) e etc.

O conceito de wearables, ou dispositivos vestíveis faz parte da primeira geração de produtos de IoT voltados ao consumidor final, na forma de smartwatches e pulseiras inteligentes. Todos esses dispositivos podem receber sensores que os permitam conectar-se à internet e oferecer recursos extras.

Quais os exemplos de Internet das Coisas?

No geral, qualquer coisa pode ser conectada à internet, mas isso não significa que tudo deveria sê-lo. A ideia principal por trás da Internet das Coisas é a de facilitar a vida dos usuários e clientes, tornando o uso de certos elementos mais simples e até permitindo a automação de tarefas.

Por exemplo:

  • Um aspirador de pó robô pode ser programado para limpar a casa depois da hora de dormir;
  • As lâmpadas da casa podem emitir luzes em tons específicos durante vários momentos do dia, ou se apagarem quando todos saírem;
  • O ar-condicionado pode se ativar cinco minutos antes de você chegar, deixando o ambiente na temperatura correta;
  • Um fogão seria capaz de cortar o fornecimento de gás e avisar a companhia fornecedora ao detectar um vazamento;
  • Freezers comerciais avisariam o fabricante em caso de defeito, evitando a perda de comida, vacinas ou outros elementos perecíveis ou pouco duráveis sem refrigeração;
  • Tratores automatizados seriam capazes de fazer o trabalho de um funcionário mesmo à noite, com dados via satélite para evitar desperdício e utilizando a rede apenas quando necessário;
  • Hospitais podem utilizar equipamentos capazes de coletar dados armazenados em smartwatches, pulseiras inteligentes e outros dispositivos vestíveis que monitorem os dados vitais do paciente, otimizando o atendimento e facilitando o diagnóstico.

Em outros exemplos, a Nest possui pesquisas voltadas ao desenvolvimento de berços conectados que monitoram o sono de bebês, podendo ser uma ferramenta importante para mães, inclusive para evitar que sejam vítimas da Síndrome da Morte Súbita Infantil, um mal súbito em que uma criança perfeitamente saudável morre durante o sono sem nenhum motivo aparente; o berço viria a ser capaz de detectar alterações nos sinais vitais durante a noite e alertar pais e serviços de emergência.

A evolução da tecnologia RFID (Radio-Frequency IDentification, ou Identificação por Radiofrequência), desenvolvida durante a Segunda Guerra Mundial foi essencial para a Internet das Coisas, já que ela utiliza etiquetas e chips minúsculos para coleta e armazenamento de dados via sinais de rádio.

Com ela, é possível desde inibir o roubo de toalhas em hotéis a chipar funcionários com o gadget, controlando o trânsito em setores de empresas que eles podem ou não acessar.

Os chips e etiquetas RFID também são importantes em pesquisa científica, como no monitoramento de colônias de abelhas em todo o mundo.

A Internet das Coisas é também essencial ao conceito de Cidades Inteligentes, projetos urbanísticos que levam em conta sustentabilidade, eficiência e qualidade de vida. Num futuro não muito distante teremos veículos autônomos, semáforos que abrem e fecham de acordo com o tráfego e não em períodos pré-programados, sistemas de reaproveitamento de água, ciclovias inteligentes e etc.

Para tudo isso funcionar corretamente, é necessária uma poderosa infraestrutura de dados tanto para grandes e pequenas empresas, quanto para o usuário.

E é aí que o 5G entra, mas esse é assunto para outro post.

FONTE(S): TECNOBLOG.NET