Como vencer paradigmas e lidar com as novas tecnologias em condomínios?

A internet, bem como os avanços das novas tecnologias, traçou novos rumos a inúmeras atividades e, para melhor lidar com tantas inovações, é fundamental vencer paradigmas. Pois o que estamos vendo agora é a modernidade do futuro automatizado – já muito vista nos desenhos dos Jetsons, cujo primeiro episódio foi em 1962 – se concretizando! Há pouco tempo, muitos não imaginariam uma portaria de condomínio sem a presença de um simpático e cordial porteiro, porém agora a realidade é outra com o advindo das portarias remotas. A ausência daquela figura receptiva na entrada é novidade no Brasil, porém já é uma realidade nos Estados Unidos há quase 20 anos.

Aos poucos a portaria remota tem ganhado popularidade no Brasil, já são cerca de 150% ao ano de acordo com a Associação Brasileira de Sistemas Eletrônicos de Segurança (ABESE), fato que contribui para o potencial dessa tecnologia ser cada vez mais utilizada e desenvolvida no país. Conhecedores de que a novidade diminui os gastos, muitos síndicos pesquisam, cotam e fazem orçamentos e acabam ficando com a solução. No início, a nova tecnologia gera certa desconfiança e estranheza para a maioria dos condôminos, que precisam lidar com algumas mudanças em suas rotinas.

Mas será que a tecnologia se adequa a todos os condomínios? “A Portaria Remota é a automação e a gestão dos processos e acessos do condomínio remotamente, controlando todo o ambiente. Quando se implanta isso, é feito um estudo e análise do que o condomínio tem, do que ele precisa e de onde precisa se adaptar”, explicou Walter Uvo, especialista em tecnologia de condomínios da MinhaPortaria.Com.

Na entrada de um condomínio, o bom dia, antes destinado ao porteiro, agora será dado a uma voz que vem de uma central muito bem equipada e com vigilância 24 horas. “A principal diferença da portaria remota é justamente a segurança. Hoje, muitos condomínios usam o sistema conhecido como portaria eletrônica ou virtual, em que os acessos ao condomínio são feitos por um interfone externo, com o número do apartamento ou casa que o visitante disca e é autorizado pelo morador a entrar. Esse tipo de modelo fragiliza a segurança, pois o morador não é especializado no assunto, além de correr o risco de uma criança atender e liberar a entrada de estranhos”, explica.

Mas como o morador vai se adaptar à portaria remota? Calma! Há um processo pelo qual síndicos, moradores e outros funcionários envolvidos no prédio devem passar, um treinamento onde, na primeira semana da implantação da nova tecnologia, é possível contar com um técnico responsável e logo no primeiro dia já é feito o cadastramento da biometria e foto com cada um dos moradores. Nesse primeiro encontro já é passado como funciona o sistema, manual e guia.

Segundo o especialista, na portaria remota, todos os processos de acesso do condomínio ficam em uma central e ficam registrados: “Um dos maiores facilitadores é que, em casos de emergências — como um aparelho que apresentou um problema, um portão quebrado etc. — o sistema avisa imediatamente e na mesma hora é chamado um técnico para arrumar, sem custos adicionais para o condomínio, sem a necessidade de fazer orçamentos com terceiros e ter a aprovação do síndico”.

“Claro que no começo qualquer processo é mais complicado, pois você sai da zona de conforto e tem que se adaptar, mas tudo para garantir os benefícios. É preciso entender que a portaria remota tem um custo inicial mais alto que outros modelos de portaria, mas que a eficiência em segurança é mais reforçada e a redução de custos chega a médio prazo”, completou Walter Uvo.

Buscando a solução ideal de portaria remota ou novas tecnologias para o seu condomínio? Entre em contato e falo agora com um de nossos especialistas.

FONTE(S): REVISTASEGURANCAELETRONICA.COM.BR

Falha em sistema de câmera de segurança vaza dados de 2,4 milhões de usuários

Uma falha na plataforma das câmeras de segurança da marca Wyze expôs, por cerca de 11 meses, dados de cerca de 2,4 milhões de consumidores. O erro grave aconteceu, principalmente, nos Estados Unidos. Invasores mal-intencionados conseguiam até mesmo monitorar ao vivo as residências do usuário que tinha um dos modelos de câmera afetados. Segundo especialistas da empresa de segurança Twelve Security, este é o vazamento mais sério já visto em todo o mundo. O caso vem à tona logo depois de especialistas da Universidade do Texas alertarem para o perigo do uso de eletrônicos conectados.

Em resposta ao portal especializado CNET, a fabricante admitiu o problema e disse que os dados foram acidentalmente expostos em um processo de migração de servidores. Um funcionário teria falhado em seguir os protocolos de segurança durante o procedimento. Ainda não está claro se a companhia sabe se as informações chegaram a ser interceptadas por possíveis invasores.

Ao que tudo indica, a falha atingiu, em sua maioria, usuários americanos. Dos 2,4 milhões de usuários que tiveram seus dados expostos, 24% estão localizadas no leste dos Estados Unidos. O demais atingidos estão distribuídos entre outras regiões do país. O erro atingiu também o Reino Unido, Emirados Árabes, Egito e algumas regiões Malásia.

Segundo a Twelve Security, que descobriu o vazamento, a falha envolve uma fragilidade na proteção dos servidores que armazenam as informações coletadas pelos dispositivos domésticos da marca. Os especialistas alertam que a brecha segue presente e os dados ainda podem ser acessados por qualquer pessoa na web, desde que tenha os endereços dos servidores. As informações estariam protegidas apenas por um sistema fraco de senhas, que poderia ser derrubado com a técnica de força bruta.

Com os dados em mãos, um invasor pode fazer login na conta de usuários para visualizar o feed ao vivo das câmeras. Além disso, de acordo com os alertas dos especialistas, também seria possível interceptar diretamente o tráfego para obter as imagens.

Dispositivos afetados

Além de câmeras conectadas, a Wyze comercializa fechaduras inteligentes, lâmpadas e tomadas smart, entre outros aparelhos voltados para automação doméstica. Uma câmera de segurança da marca é vendida atualmente pela Amazon no Brasil, por R$ 443,90.

Os dados expostos incluem endereços de e-mails e credenciais de 24 mil pessoas, que conectaram um aparelho da Wyze à assistente virtual Alexa. O erro também liberou rotinas do IFTTT, informações detalhadas da rede local do usuário, monitoramento de alarmes e detalhes de calendários, além de reconhecimento facial de todos os consumidores que fizeram upload de foto de perfil na conta. Para um pequeno grupo de usuários, a base de dados chega a trazer também informações de saúde, como altura, peso, gênero, densidade óssea, dieta de proteínas diária, entre outros dados pessoais.

Ligação com a China

Ainda segundo a Twelve Security, a vulnerabilidade está presente principalmente nos servidores da Wyze localizados nos Estados Unidos. A empresa foi fundada em 2017 e é sediada no país norte-americano, mas parte de sua infraestrutura, observam os especialistas, está localizada na China.

Certificados dos servidores operados pela Wyze sugerem que a empresa teria ligações com o Alibaba Group, gigante varejista chinês que também oferece serviços na nuvem. Um relatório da firma de segurança aponta que as informações que circulam na infraestrutura chinesa estão mais protegidas.

Não se descuide, a Connect Tech tem parceria com as fabricantes de qualidade e maior segurança para sua residência ou negócio.

FONTE(S): TECHTUDO.COM.BR

COVID-19: Hemorio inicia campanha de doação de sangue em condomínios

Objetivo é repor o estoque de sangue, que está muito baixo, sem expor o doador no período de distanciamento social. Equipes montam estrutura de coleta por um dia no salão de festa dos condomínios com 500 moradores.

O Hemorio começa nesta quarta-feira (1º) uma campanha para repor os estoques de sangue, que caíram muito desde o início da pandemia da Covid-19, após as medidas de isolamento social. A coleta de sangue também pode ser realizada na casa dos doadores.

A campanha “Hemorio em casa” começa a partir das 10h. Segundo o diretor-geral do Hemorio, Luiz Amorim, a ideia é ir até o doador para evitar o deslocamento de pessoas no período de isolamento social. Uma van com equipamentos e profissionais vai montar uma estrutura por um dia, no espaço dos condomínios.

As estruturas de coleta são montadas nos salões de festa em condomínios que tenham pelo menos 500 moradores com idade adequada para doar sangue.

Segundo Amorim, o doador será orientado a aguardar em seu apartamento até o momento da coleta, quando será contatado pela equipe via Whatsapp ou pelo interfone do prédio. Desta forma, aglomerações serão evitadas e os doadores não ficarão tão expostos.

Os síndicos de condomínios interessados em participar da campanha, que possuam espaço para a montagem da estrutura e tenha o número de moradores indicado podem entrar em contato com o Hemorio pelo e-mail: coleta.condominio@hemorio.rj.gov.br ou pelo telefone (21) 96467-2154.

É importante lembrar que não há qualquer evidência de risco de contrair o coronavírus através da doação de sangue, que é um procedimento seguro.

Os candidatos a doar sangue devem observas os seguintes critérios:

  • Não ter contraído a Covid-19 nem ter tido contato com o vírus
  • Quem teve a doença fica inapto por 90 dias após a cura
  • Quem teve a forma grave da doença fica inapto por um ano após a cura
  • Quem teve contato com casos suspeitos ou confirmados ficam inaptos por 30 dias após o fim desse contato
  • Quem retornou de viagem internacional ficam inaptos por 30 dias a partir da data de chegada ao Brasil
  • Quem teve contato domiciliar com casos suspeitos ou confirmados ficam inaptos por 30 dias após a cessação do contato

O objetivo da campanha é repor o estoque de sangue, que registrou queda de 50% nas doações na última semana, por conta da pandemia. Em todo o estado, a queda do número de bolsas de sangue coletadas foi de aproximadamente 70%.

Em média, o Hemorio tem disponibilidade para receber até 500 doadores por dia. Para a situação do estoque se regularizar é necessário que o Hemorio disponha de pelo menos 300 bolsas de sangue por dia.

 

Para doar sangue é preciso:

  • Ter entre 16 e 60 anos de idade, sendo até 69 anos de idade se já for doador de sangue
  • Pesar no mínimo 50kg
  • Estar bem de saúde
  • Apresentar um documento de identidade oficial com foto
  • Evitar alimentos gordurosos nas quatro horas que antecedem a doação, não ingerir bebida alcoólica 12 horas antes e não precisa estar em jejum
  • Menores de idade precisam de autorização dos pais ou responsáveis legais

FONTE(S): G1.GLOBO.COM.BR

ORIENTAÇÕES PARA O COMBATE AO CORONAVÍRUS EM CONDOMÍNIOS

A determinação para evitar combater o coronavírus é ficar em casa, o que aumenta a necessidade de cuidados nos prédios. A Associação Brasileira das Administradoras de Imóveis (ABADI) preparou uma cartilha com orientações específicas para condomínios de prevenção ao coronavírus (Covid-19). De acordo com o a associação, o síndico tem poder, em uma situação de força maior, de determinar o fechamento das áreas comuns do condomínio, como piscina, quadras esportivas, salões de festas, academia e outros.

“Caso algum condômino esteja com coronavírus e faça quarentena domiciliar (14 dias em casa em isolamento, sendo monitorado à distância), o síndico pode avisar sobre uma pessoa doente aos demais moradores, mas sem relevar sua identidade”.

No condomínio Cores da Lapa, com 685 unidades, foram adotadas medidas como cancelamento de assembleias e reuniões, fechamento de saunas e afins e orientação para os moradores para deixar as janelas abertas.

Luiz Barreto, presidente da administradora Estasa, afirma que, como agora a ordem é ficar em casa, os condomínios devem redobrar a atenção, mesmo que seja com medidas consideradas radicais.

– Estamos mandando um comunicado para todos os condomínios que administramos. A ordem é fechar todas as academias e salão de jogos. Obra e manutenção só em casos emergenciais: não é hora de trocar o piso da sala- alerta.

Recomendações para condomínios:

– Disponibilizar álcool gel em áreas estratégicas: próximo a elevadores, portarias e em áreas de uso coletivo

–  Disponibilizar cartazes de comunicação e orientação aos moradores

– Orientar e dar assistência aos funcionários do condomínio e tentar afastar os mais idosos ou com doenças crônicas, que fazem parte do grupo de risco

– Caso algum colaborador do condomínio manifeste sintomas da doença, comunicar imediatamente à administração e serem afastados

– Suspensão das assembleias e reuniões presenciais, salvo em situações imprescindíveis. Neste caso, realiza-las em ambientes arejados, mantendo uma distância de, pelo menos, um metro entre os participantes

– Se possível, promover o fechamento temporário de espaços de uso coletivo, como piscina, sauna, academias, quadras esportivas

– As piscinas mantidas abertas devem ser cloradas por profissionais

– Exigir procedimentos de limpeza rigorosos no condomínio, especialmente em maçanetas, botoeiras, corrimãos, elevadores, playgrounds, academias e halls comuns

– Funcionários da limpeza devem usar equipamentos de proteção individual, como máscaras e luvas

– Na limpeza geral é recomendado o uso de alvejantes, álcool ou produtos com hipoclorito de sódio

– Com as crianças em casa, será importante manter a comunicação com pais e responsáveis para evitar que haja aglomeração no playground do condomínio

– Manter os banheiros das áreas comuns sempre abastecidos com sabão, papeis e álcool em gel

– Suspender a cessão de uso de espaços para eventos como: salões de festas, churrasqueiras, espaços gourmet, entre outros

– As garagens são, na maioria dos casos, fechadas e a circulação de pessoas deve ser apenas em casos de real necessidade

– Evitar elevadores lotados

– Estabelecer um fluxo racional para entregas em domicílio, a fim de evitar ao máximo o contato corporal

FONTE(S): OGLOBO.COM.BR

Porteiros são substituídos por sistema eletrônico

Mais de 100 porteiros já foram demitidos em Teresina e substituídos por um sistema de portaria remota. Nele, o serviço de entrada e saída de condôminos e visitante é feito por controle remoto e à distância, através de uma central de atendimento.

No Brasil, quase 300 mil condomínios já aderiram ao novo sistema e a previsão é de crescimento de 150% no setor até o final do ano, de acordo com a Associação Brasileira das Empresas de Sistema de Segurança Eletrônica.

Síndica em um condomínio de Teresina, a moradora Priscilla Viana, adotou o sistema de portaria remota há cinco meses e relata satisfação entre os moradores.

“A gente conseguiu uma redução de custos de aproximadamente R$ 500 e os condôminos ficaram muito satisfeitos. Há um custo bem mais em conta”.

Na portaria remota, os visitantes são monitorados através de imagens enviadas a uma central de atendimento que repassa os dados para os moradores através de mensagens a aparelhos telefônicos, onde é confirmada a autorização para a entrada.

A substituição do trabalho humano por tecnologia garante a mesma segurança e eficiência que o trabalho humano presencial alem da economia no preço final.

Saiba mais sobre o serviço com nossos consultores.

FONTE(S): CIDADEVERDE.COM.BR

O que é importante no cabo coaxial para CFTV

Você já parou para pensar no que é importante no cabo coaxial para CFTV?

Com tantas opções no mercado acaba ficando difícil para quem não é um especialista no assunto descobrir realmente quais características que são importantes no cabo coaxial.

Quem já é um expert no assunto e conhece a Connect Tech sabe como valorizamos a infraestrutura e insistimos para que a qualidade não caia principalmente em cabos, conectores e a organização.

A infraestrutura é uma parte que representa porcentagem pequena no preço total do CFTV, porém, se não for tratada como se deve vai comprometer toda a qualidade do sistema e do serviço do profissional de segurança.

O cabeamento sem dúvidas é o fator determinante para um bom sistema de CFTV, mas como escolher o cabo coaxial certo se não sabemos o que é importante.

Vamos agora conhecer quais características mais importantes no cabo de coaxial para CFTV, de maneira que você faça a escolha certa na hora da compra.

Bitola do cabo coaxial bipolar

A palavra bitola é uma unidade de medida que no cabo coaxial é usada para medir o diâmetro do cabo.

Até bem pouco tempo atrás existia uma gama de cabos para CFTV como RG 59, RG 6 e RG 11, mas hoje em dia os cabos mais comuns que você vai encontrar se dividiram em dois: 4 mm e 5 mm.  

Quanto mais grossa a bitola do cabo, teoricamente maior vai ser a distância que o sinal do CFTV vai percorrer.

Perceberam que na frase anterior existe a palavra ‘teoricamente’, isso porque não basta apenas a espessura da bitola para que o fio consiga percorrer uma boa distância, existe outro fator muito importante que interfere no alcance do sinal que vamos conhecer agora.

Núcleo do cabo coaxial

Além da espessura do fio que vai conduzir o sinal, a composição do núcleo do cabo coaxial interfere diretamente na distância que o sinal vai percorrer.

Existem cabos de todos os preços no mercado, mas sempre que um cabo muito barato é oferecido é importante perguntar qual a porcentagem do cobre no núcleo.

O ideal para cabos de CFTV independente de 4 ou 5 mm é que o cabo seja 100% cobre, a composição do cabo além de impactar na distância que o sinal vai alcançar ele também interfere na qualidade da imagem que chega ao DVR.

De nada adianta investir fortemente em um sistema de CFTV com câmeras de alta qualidade e pecar no momento de escolher o cabo, a qualidade da imagem é simplesmente perdida.

Malha do cabo coaxial

A malha do cabo coaxial é um componente estratégico para manter a qualidade da imagem, ela é a grande chave da longevidade do cabo coaxial na indústria de imagem.

Quanto mais densa a malha do cabo coaxial maior vai ser o isolamento do sinal evitando interferência eletromagnética, a malha faz esse isolamento através de um fenômeno chamado Gaiola de Faraday.

Além da malha alguns fabricantes usam uma segunda alternativa para evitar interferências que é uma camada de alumínio entre a malha e o Nylon do cabo coaxial, cabos com esta alternativa são chamados de “cabo com dupla blindagem”.

A Connect Tech, sempre preparada para instalações em cabo coaxial para pequeno, médio e grande porte com os melhores profissionais do mercado. Estamos prontos para atender a sua necessidade

FONTE(S): ONIXSECURITY.COM.BR

Por que usar um rack para CFTV?

Os racks para CFTV chegaram ao mercado de segurança com uma proposta muito clara e definitiva, facilitar a vida do instalador!

Os racks para CFTV começaram de forma modesta e com poucos modelos, com o tempo a evolução foi imensa e hoje podemos encontrar soluções para qualquer projeto. Um projeto de CFTV é composto essencialmente por câmeras, cabo e DVR.

Não é necessariamente obrigatório colocar um rack organizador, mas as vantagens de um rack organizador são inegáveis. 

Fácil alimentação para o CFTV

Quando vai ser realizada a instalação de CFTV um dos grandes obstáculos que muitas vezes implicam na infraestrutura é a rede elétrica já existente no imóvel.

Os racks de CFTV oferecem a possibilidade de levar vídeo e alimentação para câmera em um único cabo tanto coaxial bipolar como em cabo de rede.

Isso elimina de uma vez por todas a dificuldade da implementação do Nobreak no projeto já que a alimentação seria centralizada no rack para CFTV garantindo muito mais qualidade e segurança para o usuário.

Rack para CFTV aumenta a vida útil do sistema de câmeras

Os racks para CFTV mais modernos que contam com placas organizadoras, contam também com componentes de proteção contra sobrecarga elétrica.

Os racks para CFTV Tem a grande vantagem de proteger os componentes eletrônicos do CFTV desarmando quando ocorre uma sobrecarga de energia e volta ao trabalho normalmente quando a corrente se normaliza. Evitando assim danos ao CFTV e sem o trabalho de ter que abrir o equipamento para trocar fusível.

Lembrando que é de suma importância o aterramento de cada equipamento de CFTV como indica seus respectivos fabricantes.

Uma imagem sem interferências

As interferências no CFTV podem ter vários fatores ocasionais, um dos mais comuns deles é a interferência gerada pela eletricidade estática dos fios da rede elétrica.

Como os racks para CFTV da linha Power são desenvolvidos para levar vídeo e alimentação no mesmo cabo eles contam com filtro magnético integrado o que vai garantir uma imagem muito mais nítida e sem interferências.

Mais Segurança para o DVR

O DVR é o coração do CFTV, quando existe um investimento em segurança é nele que fica armazenadas todas a imagens que são captadas.

É ilógico fazer um investimento em CFTV e não proteger o DVR, em caso de roubo de imóvel ou qualquer outro crime premeditado que for praticado o criminoso sem dúvidas irá procurar roubar/quebrar ou desligar o DVR.

Além de segurança contra pessoas mal-intencionadas temos que levar em consideração que acidentes acontecem.

Quando o DVR fica muito exposto em locais de fácil acesso como em cima do rack de TV na sala, junto a outros equipamentos eletrônicos, é comum um acesso indevido como de um funcionário limpando e mudando alguma configuração sem querer ou uma criança apertando os botões do equipamento.

O ideal é preparar um local próprio para o DVR como um Rack para CFTV ou um Rack Padrão Informática, que vai restringir o acesso indevido, mas deixando fácil para identificar problemas e fazer uma possível manutenção. Além disso, o DVR irá ficar em um local limpo reduzindo o risco de falhas no sistema de CFTV.

FONTE(S): ONIXSECURITY.COM.BR

Conserto de portão eletrônico automático compensa?

É sempre um incômodo enorme quando o portão automático estraga, pois isso acarreta em custos financeiros que podem nos pegar desprevenidos. Mas será que é melhor já trocar o portão de cara, ou o conserto de portão automático compensa? Querendo ou não, o motor para portão automático é uma segurança eletrônica.

O primeiro a se fazer para chegar a uma conclusão é investigar as causas do portão ter estragado, que podem ser inúmeras. Logo depois será possível avaliar o custo benefício de conservar o que já tem ou investir em um novo.

Por isso, ao longo deste artigo vamos apresentar algumas situações que podem gerar danos em portões e os cuidados devido para evitar que estraguem. Dessa forma descobriremos o que precisamos evitar no manuseio deste equipamento.

Defeitos em portão automático: principais causas

As principais situações que ocasionam em defeitos nos portões automáticos. geralmente, vão determinar se é possível um conserto de portão automático ou não. Já que a gravidade do problema é o que realmente importa.

Uma causa leve são as interferências de sinal, que fazem com os portões possam abrir sozinhos, por exemplo. Geralmente essa interferência é externa, podem ser sinais de antenas, alarmes de carro, torres de sinal de celular e até os da TV.

Existem aparelhos mais sofisticados hoje em dia que captam o sinal dos controles enquanto a pessoa está acionando para entrar no portão da residência. Então esse é um motivo em que não é necessário trocar o portão, e sim ajustar o controle.

Outra causa, que pode ser detectada através de ruídos no interior do motor é o desgaste dos rolamentos. O rolamento por desgaste natural do motor, tende a manifestar barulho com o tempo. Neste caso também é só substituir os rolamentos.

E, caso tenha chovido e posteriormente o portão começou a apresentar defeitos, as principais suspeitas devem ser estator queimado ou alterado (o que pode acontecer também com a ação do tempo, principalmente quando não são feitas manutenções).

E também por motivo de infiltração de água interna no motor e falta de energia, caso a luz tenha caído. O que não é um problema só no caso de chuva, já que os disjuntores de casas e empresas podem desarmar por inúmeras razões.

Pode acontecer de o fim de curso apresentar defeitos (isso ocorre quando o motor para portão não emite comandos como descer ou subir). Nesse caso, uma manutenção de um fim de curso pode ser feita.

É preciso ficar sempre atento às placas de comando também, pois qualquer alteração que aconteça nelas pode acarretar em mau funcionamento.

Em casos de quebras de portão automático

Primeiro de tudo é que a rede elétrica deve estar desligada ao fazer alterações no portão, e caso não tenha habilidades ou não esteja bem equipado não é aconselhável que mexa nele.

O ideal é sempre chamar um profissional capacitado para manusear o motor, principalmente em caso de falhas no mesmo e em questões elétricas.

Na maioria das vezes é algo simples, o que faz com que o conserto de portão automático compense, mas não é bom que pessoas sem conhecimentos específicos mexam. E, caso não seja simples, haverá talvez a necessidade de troca.

Cuidados com portões eletrônicos

A manutenção preventiva é a escolha certa para quem deseja cultivar o bom funcionamento de qualquer equipamento eletrônico e evitar o conserto de portão automático.

Primeiro de tudo: não é necessário forçar os portões automáticos, seus motores servem exatamente para o seu perfeito funcionamento.

Por isso evite ao máximo abri-lo manualmente, e não se esqueça que ele precisa de graxa periodicamente, para deslizar de forma mais fácil.

Limpá-lo também é uma forma de preservá-lo. E para isso não use produtos abrasivos que estragam o portão, por exemplo: sabão em pó e esponjas de aço. O ideal é que a lavagem seja feita com detergente neutro, diluído em água e aplicado com um pano.

Limpe, principalmente, o local entorno do automatizador e mantenha-o arejado para evitar a proliferação de insetos e acúmulo de umidade nas partes elétricas do equipamento.

Verifique sempre as condições das roldanas em casos de portões deslizantes, muitas vezes seus rolamentos quebram proporcionado o travamento das roldanas.

Isso faz com que o portão fique muito pesado, sobrecarregando o automatizador e diminuindo consideravelmente vida útil do portão.

E ponha em mente que é melhor uma manutenção preventiva do que ter que consertar depois, porque além de ficar mais caro, ainda pode acarretar na compra de um produto novo.

Bom, podemos concluir que em algumas situações o conserto de portão automático compensa sim, apesar de terem situações que não vai ser possível. Mas, a maior conclusão que chegamos é: é necessário preservar o bom funcionamento do portão com boas práticas de manutenção. Não deixe seu portão parar! Contacte já um de nossos consultores para saber sobre nosso serviço.

FONTE(S): SEGURANCAELETRONICA.COM.BR

Como aplicativos podem auxiliar na gestão condominial

A gestão condominial exige preparo dos síndicos em relação à segurança, especialmente com o crescimento da criminalidade nas cidades. Mas, da mesma forma, a tecnologia tem se desenvolvido para proporcionar soluções aos desafios que se impõem na atualidade. Os aplicativos para smartphones focados em gestão condominial representam uma nova tendência que está conquistando os administradores de condomínios residenciais pelo país.

Quer saber como esses aplicativos podem facilitar a gestão condominial? Então acompanhe esse post e fique ligado nessa novidade.

Gestão condominial na palma da mão

A popularização dos smartphones ampliou as possibilidades de comunicação, entretenimento e gestão de tarefas, entre outras vantagens. No condomínio, esse aparelho que faz parte do dia a dia das pessoas se tornou uma ferramenta bastante útil para solução de problemas.

No Brasil, superamos a marca de um smartphone por habitante e temos mais de 200 milhões desses aparelhos ativos. Conscientes desse cenário, e de olho no mercado da gestão condominial, empresas de tecnologia desenvolveram aplicativos e softwares que reúnem a grande maioria das atividades do síndico numa única plataforma.

A tendência ganhou as grandes metrópoles e tem tudo para se espalhar para todo o Brasil. Existe no mercado nacional uma série de opções criadas para facilitar a administração do condomínio. Confira as vantagens que essas soluções podem oferecer aos síndicos:

Controle do acesso

A segurança é uma das principais preocupações dos condôminos. Controlar o acesso de pessoas estranhas é uma das opções dos aplicativos para gestão condominial. Com eles, os moradores podem fazer a liberação da entrada dos visitantes e fornecedores no condomínio pelo próprio smartphone. Alguns sistemas possibilitam também o registro em vídeo de todas as aberturas de portas feitas via interfone pelos condôminos, bem como o envio de chaves virtuais (QR CODE), por exemplo, aos convidados da sua festa para que os mesmos não fiquem esperando na portaria.

Reserva de espaços de lazer

Garantir uma data e horário para uso de salão de festas, sauna, piscina ou qualquer outro espaço de uso comum dos moradores pode ser feita por meio de um aplicativo. O síndico fica livre de ter de administrar essa rotina e ganha tempo para ações mais estratégicas.

Datas de vencimento

Lembrar a data de vencimento das taxas condominiais é uma praticidade que os aplicativos permitem. Mas não só isso: eles também podem ajudar o síndico a se lembrar de vencimento de prazos de manutenção preventiva de equipamentos, além de expiração de contratos de serviços.

Câmeras de monitoramento

Seu condomínio tem um sistema integrado de segurança, mas as imagens ficam restritas ao síndico e a poucos funcionários? Com os aplicativos, a vigilância de áreas comuns pode ficar nas mãos dos condôminos, contribuindo para oferecer mais segurança a todos. Ao escolher uma solução, confira se os sistemas de segurança e dos aplicativos são integrados para ter essa vantagem.

Organização de assembleias

Virou coisa do passado perder tempo em assembleias nas quais os condôminos não estão familiarizados com os temas que serão votados. Com os aplicativos, os assuntos podem ser verificados com antecedência, tornando as assembleias mais ágeis. As atas ficam registradas e são facilmente acessadas via aplicativo.

Ocorrências e avisos

As ocorrências e solicitações de consertos e reparos podem ser feitas facilmente pelos moradores por meio do aplicativo. Os avisos gerais, como datas de obras ou melhorias, podem ser disponibilizados pelo app.

Botão de Pânico

Alguns aplicativos disponibilizam um botão de pânico para que em caso de alguma necessidade, a empresa de segurança e também o síndico sejam acionados. Idosos podem acionar o dispositivo quando ocorre algum acidente.

O que achou dessas vantagens? Bem melhor do que o aviso colado na porta do prédio ou na parede do elevador, não é mesmo? Os aplicativos representam mais comodidade ao síndico, que pode disponibilizar mais tempo para suas outras atividades ou, até mesmo, gerenciar um outro condomínio.

Acompanhe nosso blog e se tiver alguma dúvida, deixe seu comentário entre em contato.

FONTE(S): INTELBRAS.COM.BR

Oscilação de energia: o que fazer em caso de prejuízos a sua empresa?

No Brasil, 93% da rede elétrica é aérea. Isso significa que, diferentemente de outros países que investem na instalação de sistemas de distribuição subterrâneos, mais seguros e harmônicos com a paisagem urbana, você está mais sujeito às interferências externas que podem causar oscilação de energia durante o abastecimento. Essa ocorrência é facilmente percebida por sinais pouco agradáveis: luzes que enfraquecem, aparelhos que param de funcionar e, nos casos mais graves, a queima de dispositivos e equipamentos que podem custar muito caro para a sua empresa.

Apesar de ser um transtorno relativamente comum, sobretudo entre os meses de outubro a janeiro por conta do aumento da frequência das chuvas, quedas de raios e objetos na rede, a indenização pelos prejuízos nem sempre é fácil. É comum que o consumidor seja levado a procurar ora um órgão, ora outro a fim de buscar o ressarcimento, e acabe sendo “vencido pelo cansaço” e desista da busca pelos seus direitos.

Saiba que há leis que regem esse tipo de situação e o relacionamento dos clientes de distribuidoras de energia elétrica que impõem deveres e garantem direitos para que ninguém saia prejudicado em situações assim. Um exemplo é a 8.078 que foi sancionada nos anos 90 e outro é a resolução normativa número 499 de julho de 2012 que têm trechos específicos sobre a dúvida da qual estamos tratando neste texto. Elas e outras regulamentações disponíveis para consulta no Procon da sua região vão ajudá-lo e garantir a recomposição dos bens da sua empresa que foram danificados dentro do menor prazo possível.

Mas antes de avançarmos, uma dica: leia, informe-se sobre a legislação e invista em equipamentos que protejam seus aparelhos, sobretudo os mais sensíveis. A tecnologia evoluiu muito e hoje é possível agir proativamente para que eventuais surtos de tensão não comprometam dispositivos e componentes vitais do seu negócio.

A oscilação de energia danificou os bens da minha empresa. E agora?

Antes de tudo é importante você saber: a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) regulamentou que casos de queima de equipamentos eletroeletrônicos são passíveis de ressarcimento pela concessionária local. A solicitação de cobertura dos custos pode ser feita por telefone nos postos de atendimento presencial, via internet ou por outros canais que a distribuidora ofereça.

Depois de a reclamação ser registrada e ganhar um número de protocolo dentro do sistema, a empresa irá analisar o caso. Mas um detalhe é importante: a busca do ressarcimento deve ocorrer no prazo máximo de 90 dias a contar da provável data em que o dano aconteceu.

Pelo lado da concessionária de energia que abastece a sua empresa, o prazo é de dez dias corridos para verificar o equipamento. Essa etapa pode acontecer, conforme a regulamentação da Aneel, de algumas formas distintas:

  • na unidade consumidora onde o item estava instalado (na empresa ou na casa do consumidor, por exemplo);
  • em uma assistência técnica autorizada pela distribuidora (neste caso, o deslocamento é de responsabilidade de quem usa a energia e não de quem a fornece);
  • na própria concessionária de energia — neste caso, a retirada do aparelho será combinada diretamente com o cliente.

A verificação é importante para que um técnico especializado confirme se o aparelho foi, de fato, atingido por uma oscilação de energia que ultrapassou os limites recomendados pelo fabricante e se é possível consertá-lo, habilitando-o ao uso novamente. Antes do processo, no entanto, o consumidor não deve consertar o equipamento, exceto se a distribuidora de energia assim determinar.

Depois dessa etapa, a concessionária tem até quinze dias corridos para informar o resultado da análise ao pedido de ressarcimento. Se for autorizado, são mais vinte dias corridos para pagar o consumidor em dinheiro, providenciar o conserto ou substituir o equipamento danificado.

Como prevenir os danos causados pela oscilação de energia

As orientações que você leu anteriormente neste texto são para depois que o problema já aconteceu. O ideal seria, obviamente, que ele não acontecesse. E a boa notícia é que é possível minimizar as chances de danos.

Há basicamente três tipos de equipamentos que oferecem graus diferentes de proteção. Veja qual é o mais adequado para a sua necessidade.

Estabilizadores de tensão

Esse tipo de equipamento teve seu “auge” nos anos 90, com a popularização dos computadores de mesa (desktops). Por terem placas e componentes eletrônicos extremamente sensíveis às variações naturais da energia elétrica, precisavam de algum recurso que entregasse a mesma tensão ao longo de todo o funcionamento.

Os estabilizadores cumpriam essa função com normalidade. Eles funcionavam basicamente como um transformador, que quando detectava que a tensão de entrada era inferior à de saída ou incompatível com o valor nominal (110 ou 220 Volts), corrigia reduzindo ou elevando-a.

Com o passar do tempo os estabilizadores caíram em desuso por conta da relação custo-benefício: os mais baratos (em torno de R$ 50) não ofereciam a segurança necessária. Já os mais caros (R$ 200), concorriam com outra categoria de protetores, os nobreaks, dos quais falaremos adiante. A disputa era desigual já que a segunda categoria oferecia, além da estabilização, energia extra por meio de baterias.

Filtros de linha

Costumam ser mais simples que os estabilizadores e custar menos, e ao contrário do que muita gente pensa, não fazem a mesma função. A diferença fundamental está nos componentes usados — um filtro de linha não tem um transformador interno e possui capacitores que atuam contra interferências e atenuações. Há ainda outros componentes:

  • capacitores;
  • varistores;
  • indutores;
  • fusíveis.

Um exemplo do seu funcionamento é quando um equipamento de maior potência é ligado na mesma rede — um liquidificador, por exemplo. Sem o filtro, o funcionamento desse item poderia causar interferência no áudio ou na imagem de uma televisão. Já os bons protetores eletrônicos têm capacitores que atuam contra surtos de tensão como os que acontecem após um blecaute; quando o abastecimento é retomado, é comum que a energia tenha uma potência maior do que o normal e isso pode queimar um equipamento. Fusíveis e chaves inteligentes também ajudam a proteger contra esse perigo.

Por meio deste circuito, o equipamento é capaz de identificar qualquer aumento súbito de tensão e desligar o que estiver conectado a ele por meio da queima do fusível ou de uma chave inteligente que rearma o protetor após o curto-circuito ou sobrecarga. Neste caso, não há nem a necessidade da substituição do fusível.

No mercado você encontra protetores eletrônicos que também trazem comodidade por oferecerem quatro, cinco, seis ou oito tomadas

Nobreaks

Os mais robustos equipamentos disponíveis para a proteção de aparelhos eletrônicos. Assim como os estabilizadores, eles equilibram a tensão de saída conforme o que é fornecido pela rede elétrica por meio de um transformador interno, mas com um diferencial: um conjunto de baterias garante o funcionamento dos itens ligados a ele por algum tempo caso o abastecimento seja interrompido (o tempo varia conforme a capacidade do nobreak e a potência consumida pelos objetos ligados nele).

Há dois tipos de nobreaks:

  • interativo: destinado aos consumidores que precisam de uma solução menos robusta e eficaz para aplicações simples, pode ser instalado em praticamente qualquer ambiente comercial (ou residencial) e suporta equipamentos de informática, áudio e vídeo, protegendo-os de falhas e oscilações na rede elétrica;
  • senoidal: esse tipo de recurso equilibra o fornecimento das ondas de energia, padronizando a alimentação dos equipamentos mais sensíveis e de uso contínuo ligados a eles. É a solução adequada para servidores de rede e outras aplicações que envolvam a alimentação de dispositivos de alto custo e valor agregado.

Agora que você já sabe o que fazer caso tenha algum equipamento danificado por uma sobrecarga de tensão ou oscilação de energia na sua casa ou empresa, não esqueça de verificar corretamente qual é a potência ideal para atender a demanda energética que você possui e escolha o melhor recurso para proteger seu patrimônio. Encontre outras informações no nosso site e leia outros conteúdos como este no nosso blog.

FONTE(S): INTELBRAS..COM.BR